Domingos Francisco – CA Cacuaco – Luanda – Angola
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Chamo-me Domingos Francisco, sou missionário e dedico como assistente jovem da Região Norte e na área do Paisagismo no futuro Solo Sagrado de África.

A experiência de fé que passo a relatar aos senhores está relacionada com a força da ministração de Johrei no hospital.

No dia 23 de outubro do corrente ano, levei dois filhos meus ao hospital geral de Cacuaco a fim de fazer consultas. No banco de urgência, fomos atendidos por uma médica que fez o diagnóstico e disse que o estado das crianças era grave, por isso, tínhamos que internar. Logo a seguir, a enfermeira dirigiu-nos para uma das salas da enfermaria.

Contei os pacientes e incluindo os meus filhos, perfaziam um total de 11 pessoas. Os encarregados eram 12 e mais 11 pacientes o que totalizava 23 pessoas na sala. Pedi a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados que me utilizassem como instrumento e que permitissem que aquele lugar fosse transformado numa rede de salvação enquanto eu lá estivesse.

As 8 horas, ministrei Johrei para todos os pacientes, e as 12 horas, pedi aos acompanhantes dos pacientes para orarmos juntos. Após o término da oração a enfermeira que nos cuidava disse que tinha de descansar um pouco pois a sua tensão estava a subir. Devido a isso, os pacientes que precisassem dela deveria contactá-la a partir do Banco de Urgência. Disse ainda que aquela noite não lhe estava a correr bem.

Os acompanhantes dos pacientes ao ouvir isso, exclamaram: “Será que a oração lhe está a fazer mal?”.

No dia 24 sábado, quando eram as 6 horas da manhã passei para saudar cada paciente, indagando o seu estado de ânimo; depois fiz oração e ministrei Johrei a todos.

No mesmo dia, entraram mais 2 pacientes, elevando o número para 13 pacientes e 12 encarregados totalizando 25 pessoas. Graças a Deus tive a permissão de orar e ministrar Johrei nestes dois novos pacientes.

Merece realce o facto de que no hospital, ninguém negou o Johrei e a corrente de oração foi mantida de 3 em 3 horas.

As 21 horas, pedi aos acompanhantes para que permitissem ministrar Johrei neles também e não só nos doentes. Eles aceitaram e assim pude ministrar a todos.

Naquela noite o sono foi tão profundo que duas senhoras disseram ter sido uma noite diferente de todas, pois todos dormimos muito bem. Disseram ainda que a oração estava a fazer muito bem.

Quando a médica chegou à sala, cumprimentou todos e analisou o estado clínico dos pacientes um por um. Quando entrou pela segunda, já foi para conceder alta, e começou pelos meus filhos, mais 8 pacientes. 10 pessoas receberam alta mas ficaram 3 dos quais 1 encontra-se em estado crítico e 2 apresentam um quadro clínico estável.

Como trocamos contactos, no dia 26 entrei em contacto com estas pessoas que confirmaram já ter recebido alta, e que o outro em estado crítico tinha sido transferido para o hospital pediátrico de Luanda.

Por todas estas alegrias que Deus e o Messias Meishu-Sama nos proporcionaram por intermédio dos meus antepassados fiz um donativo especial de gratidão e o compromisso de anualmente de levar pessoas a peregrinar ao futuro Solo Sagrado de África no Cacuaco.

Com essa experiência de fé aprendi que devemos respeitar e aproveitar a oportunidade e permissão de sermos membros da Igreja Messiânica, para pudermos ser úteis ao próximo, levando o Johrei ao maior número possível.

Há um elevado número de pessoas a precisar da luz do Johrei, e nós é que devemos levar essa luz para todos. Devemos apenas nos qualificar pois O Supremo e o Messias Meishu-Sama nos utilizam em qualquer lugar e circunstância, basta apenas termos o Sonen de querer servir ao nosso próximo.

Comprometo-me em aprofundar na dor no sofrimento das outras pessoas.

O meu compromisso é continuar a participar na construção do futuro Solo Sagrado de África, encaminhando o maior número de pessoas e despertando-as para a verdadeira salvação.

A todos que partilharam da minha experiência de fé minha profunda gratidão.

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