Odete Bacalhau Rochete – Sede Central – Angola

Chamo-me Odete Bacalhau Rochete, sou missionária e dedico como responsável do sector de experiências de fé, na Sede Central de África.

A experiência que passo a relatar para os senhores, está relacionada com o Johrei, oração, donativos especiais e limpeza no lar.

No mês de Dezembro de 2019, minha filha surpreendeu-me coma notícia de uma gravidez! Ela tem uma doença crónica sanguínea (beta talassemia), semelhante à falciformação.

Foi um susto muito grande para mim, isto porque uma gravidez com o problema dela, constituía um risco de saúde muito grande! Em todos os especialistas que fomos, sempre aconselharam que se um dia ela quisesse ter filhos, teria que ser em um país com a medicina mais desenvolvida.

Fui comunicar à sua família paterna, que também, surpresos e preocupados, concordaram em mandá-la para fora do país. Dessa forma, comecei com os preparativos da viagem. Passados alguns dias, as famílias paternas, na sua maioria, tiveram uma reação negativa, que gerou um pequeno conflito.

Comuniquei à Ministra Tininha, que orientou-me a materializar um donativo com o valor da carta de pedido.

 No mês de Janeiro deste ano, fui à Sede Central dedicar e encontrei-me com o reverendo Claudio. Falei-lhe da graça que havia recebido e, em resposta o reverendo disse-me que não precisava me preocupar. Tinha que intensificar a ministração de Johrei e cuidar bem da alimentação dela.

O conflito intensificou-se e ela chorava porque eram muitas coisas negativas que falavam. Também ligaram para mim e apenas ouvi a minha parte como mãe. Como se aproximava a data do pedido de casamento, falei a respeito com um ministro e o mesmo orientou-me a falar com os antepassados da parte paterna da minha filha.  Durante uma semana, depois da oração matinal, eu pedia perdão a eles e que a cerimónia se realizasse num ambiente de paz e harmonia.

Uma semana depois, fui à casa da minha cunhada para acertarmos como seria a cerimónia. Depois da conversa, ela perguntou-me se não tinha nada a dizer, uma vez que o ambiente entre nós era de frieza.

Naquele momento, agradeci o facto de durante estes 25 anos eles terem cuidado da minha filha e de mim. Que nos momentos difíceis eles sempre estiveram presentes a apoiar-nos, mas, como mãe estava triste com o comportamento deles e ela não era a primeira jovem a ficar grávida antes do casamento. A tia mais velha da família ficou emocionada, pelo facto de eu ter gratidão por eles! Foi assim que o conflito minimizou e a cerimónia correu num ambiente de paz e harmonia.

Após a cerimónia, materializamos o donativo especial da pavimentação da Sede Central, com o dinheiro da carta de pedido, como nos fora superiormente orientado. Graças a Deus e ao Messias Meishu-sama, o conflito terminou e fomos cuidando da gravidez.

Fui ministrando bastante Johrei a ela e às quartas-feiras, participava da marcha de Johrei no Centro de Aprimoramento do Zango. Como trabalho em Segurança Alimentar, fui cuidando da alimentação, seguindo a pirâmide de Segurança Alimentar, olhando para dois pilares: a qualidade dos alimentos e o seu processamento.

Durante o confinamento, seguimos a orientação do reverendo: marcha de Johrei no lar com a leitura do ensinamento, assistindo os cultos matinais e vesperais em sintonia com a Sede Central e materialização dos donativos.

Graças a Deus e ao Messias Meishu-sama, algumas purificações que foram aparecendo durante a gravidez, antes do internamento, foram ultrapassadas.

Chegada a data do internamento e já na maternidade para esperar a altura do parto que seria com 36 semanas, durante este período ela purificou. A hemoglobina baixou, no que os médicos avisaram que se continuasse assim, teria que fazer uma transfusão antes do parto. Como esse procedimento não seria bom antes do parto, fiquei preocupada.

Durante o período do internamento fui para casa da minha cunhada por ser mais próximo da maternidade. Mas, de dois em dois dias eu ia para minha casa onde fazia a oração no Altar pela felicidade das pessoas, em particular das mulheres gestantes com problemas, incluindo as que se encontravam na mesma situação.

Ela viu algumas das colegas que davam à luz e entravam em choque indo para os cuidados intensivos, bebés de algumas delas que nasciam com peso baixo, outras que perdiam os bebés. Tudo isso no espaço de 1 mês.

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, ela teve um parto de cesariana que correu bem, apesar de uma pequena hemorragia e da transfusão após parto. A bebé nasceu com mais de 3 kilos, deixando os médicos admirados, perguntando se ela era mesmo talassemia (doença semelhante à falciformação) a 100%. Sua médica disse para os colegas que ela alimentava-se bem, por isso o bebé tinha nascido com o peso de uma gestante normal.

Uma das colegas que estava gravemente nos cuidados intensivos, fui orando para felicidade dela. Graças a Deus e ao Messias Meishu-sama, melhorou e já foi para casa!

Aprendi, com esta Experiência de Fé, que Meishu-Sama está no comando de tudo!

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação!

Muito obrigada!