Pascália Lahulapo – JC Cunene – Angola
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Chamo-me Pascália Ndapandula Lahulapo, sou membro e dedico como encarregada do grupo sol e assistente da administração.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a prática das orientações durante a fase do confinamento.

No início de 2020, muito antes da pandemia, saí de casa para participar em uma cerimónia.

De regresso à casa, ao descer do carro que me apoiou, bati com o pé direito com muita força no lancil da estrada e caí no chão. Ao tentar levantar, vi que os três dedos do pé deslocaram e ficaram curtos, e de tanta dor não conseguia andar. Chamei em voz alta por socorro em minha casa, mas, ninguém apareceu e nem mesmo na rua passava alguém. Fiz um esforço e consegui entrar em casa.

O pé inflamou, e além de doer, comecei a sentir também dor de cabeça, nos olhos, ouvidos, na coluna, e a tensão subiu, causando muita tontura.

Dias depois, foi decretado estado de emergência, o que forçou o fecho das Igrejas. Apesar disso, não desanimei e comecei a ministrar auto Johrei e na família. Intensifiquei a leitura dos ensinamentos de Meishu-Sama, as orações com a família e sempre materializava a gratidão.

Posteriormente comuniquei ao ministro, que pediu para alguns irmãos do nosso bairro passarem a me assistir. Orientou-me ainda a acompanhar os Cultos e aprimoramentos em sintonia com a Sede Central de África.

Apesar da purificação continuar, duas semanas depois, ganhei forças e, com o apoio dos irmãos, fizemos limpeza profunda em casa e renovamos a horta caseira que já estava há muito tempo sem produtos.

A atmosfera do lar mudou e com isso, em abril do corrente ano ganhei a permissão de materializar um donativo especial de gratidão, conforme orientação do Ministro no princípio do ano para agradecer pela vida nova e pela protecção que Meishu-Sama e nossos antepassados nos concederam.

Depois dessas práticas, as purificações que me assolavam passaram. As minhas duas filhas ganharam a permissão de tornarem-se noivas e uma delas deu-me um neto!

O meu filho mais velho que vive em Luanda, passou a me dar mais atenção. Todos os dias se preocupa em saber como estamos e mensalmente envia-me dinheiro, o que não acontecia. Antes, só saudava de vez em quando!

Diariamente, várias pessoas da minha família que há muito não via, ligam para mim. Recebo apoio financeiro de transporte e comida para ir onde quero.

O meu filho que estava a inclinar-se no álcool, graças a Deus está há muitos meses sem beber e agora encontra-se na província da Huíla (Lubango) a dar continuidade dos seus estudos na universidade.

A outra experiência de fé é relacionada com a prática da oração e donativo de pedido de perdão em nome de quem está a sofrer.

A minha filha adoptiva, de dois meses de idade, foi diagnosticada com um caroço no pescoço e, apesar da idade, os médicos decidiram operá-la.

Quando tomei conhecimento, compadeci-me com o sofrimento e os riscos que ela haveria de passar ao ser operada. Então, diante do retrato de Meishu-Sama, orei pedindo perdão a Deus pelas suas máculas e que se eu tivesse algum saldo espiritual, que Meishu-Sama passasse para ela para salvá-la e materializei um donativo.

No dia seguinte, estava tudo marcado para a cirurgia. Mas, para a nossa surpresa, a cirurgia foi adiada e os médicos apenas passaram receita para tratamento em casa. Posteriormente, vieram para a minha casa e ofereci Johrei à menina. Ela está bem e continua a melhorar.

Aprendi que o Messias Meishu-Sama, é o salvador da humanidade há muito esperado e o Johrei é a medicina do século XXI!

O meu compromisso é continuar a aprofundar nas práticas básicas da fé messiânica!

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados e todos que contribuíram para o meu crescimento espiritual!

Muito obrigada!

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