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Virgínia Culhe – JC Central – Moçambique
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Chamo-me Virgínia Patmos Culhe, sou membro da igreja e dedico no grupo Sol como assistente religiosa. Conheci a igreja Messiânica em 2001, através da minha sobrinha.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o cumprimento das práticas básicas da fé.

No início da pandemia do COVID-19, fiquei todo ano sem trabalhar pela purificação da minha mãe, pois sempre que procurasse pessoas para ajudarem-me a cuidar dela, estas não ficavam mais do que uma semana. Percebi assim que era minha missão cuidar da minha mãe, e sendo assim, decidi deixar o meu trabalho para dedicar maior parte do meu tempo a ela. Não abandonei as minhas dedicações. Às quintas-feiras ia marchar em Palmeiras e pedia à minha nora que ficasse a cuidar da minha mãe até que eu regressasse.

Pouco tempo depois, a minha mãe partiu para o mundo espiritual. Foi por si só um momento difícil e como agravante eu estava simultaneamente a passar por dificuldades financeiras.

Como forma de buscar resolver essa situação, reiniciei as actividades no meu estabelecimento comercial, contudo com as regras impostas pelo governo devido à pandemia, tive que fechar novamente as portas. Ao contrário do que se esperava, não entrei em desespero, simplesmente agradeci pela situação que estava a passar.

Intensifiquei as minhas dedicações, marchando nas casas dos integrantes da minha rede, contudo sempre respeitando as medidas de prevenção contra o Coronavírus. Também evitava ao máximo usar o transporte colectivo, como forma de reduzir a exposição ao vírus.

Empenhei-me bastante no acompanhamento de pessoas, na ministração de Johrei e na abertura de hortas caseiras em casas messiânicos, bem como de pessoas que nunca antes tinham ouvido falar da nossa igreja. É certo que ao cuidar de outras pessoas, eu acabava esquecendo das minhas purificações. A minha máquina situação financeira agravou-se, contudo graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, os meus filhos vendo a minha situação apoiaram-me bastante e o têm feito até hoje. Também fazia Maheu e bolinhos para venda, usando o valor obtido para fazer os meus donativos de gratidão e pagar o transporte para as marchas.

Com a reabertura da igreja e reinício de cultos presenciais, assumi o compromisso de fazer o plantão no Johrei Center de Chamanculo, bem como fazer o plantão nas sextas-feiras, junto com a rede de Salvação do Grupo Sol. Acompanhava os fiéis do núcleo de Palmeiras pelo telemóvel, através de chamadas e troca de mensagens, ajudando-os assim a cuidarem do e dos seus Sorei-Saishi.

Tive a graça de acompanhar uma frequentadora, cuja gravidez era de risco. Ela liga-me sempre e fazíamos a oração em sintonia, até que no dia do nascimento do bebê, ela teve um parto normal e o bebê nasceu saudável, graças a Deus e Messias Meishu-Sama.

Para finalizar, a minha filha, que desde janeiro do ano passado, procurava um estágio, ganhou um emprego, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama. Com o seu primeiro salário ela ofereceu-me um fogão novo e fez-me um jantar surpresa no dia do meu aniversário. Senti-me imensamente feliz e agradecida.

Com esta experiência de fé aprendi que quando nos empenhamos nas dedicações, entregando os nossos problemas nas mãos de Deus e mantendo o coração agradecido, a nossa vida e daqueles que nos rodeiam mudam por completo. Como Meishu-Sama nos orienta,só o coração agradecido comunica-se com Deus”.

Muito obrigada!

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