A Essência da Fé é a Prática da Cortesia

A Essência da Fé é a Prática da Cortesia

Em Fevereiro de 1950, ao chegar à Sede Provisória de Shimizu, em Atami, para tratar de um determinado assunto, vi Meishu-Sama a sair de carro. As dedicantes reverenciaram- no e ele, de dentro do veículo, tirou o chapéu e acenou.

Perante aquele procedimento, curvei a cabeça rapidamente e senti uma profunda admiração. Digo isto porque, à medida que a pessoa é considerada “mestre” pelas outras, mesmo que estas a cumprimentem com todo o respeito, geralmente não costuma dar-se ao trabalho de tirar o chapéu ou as mãos dos bolsos. A tendência é para ter uma atitude arrogante, como eu já tivera.

Entretanto, Meishu-Sama – aclamado por muitos membros como um Deus vivo – para além de tirar o chapéu, acenou a simples dedicantes que ali se vieram despedir dele. Ao presenciar um ato de Meishu-Sama concorde com o Ensinamento que diz: “A essência da fé é a prática da cortesia”, fiquei profundamente emocionado.

Um chefe de Igreja

Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 5

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