Às duas horas da madrugada Meishu-Sama começava a se preparar para dormir. ”Por hoje é só”, dizia. No inverno, ele próprio apagava o fogo do braseiro e arrumava o “kotatsu”(aquecedor colocado dentro de uma caixa com grades e coberta com uma colcha, destinado a aquecer os pés). Muitas “vezes a tia, ainda acordava, tentava ajudá-lo, mas Meishu-Sama dizia: Pode deixar que eu mesmo faça” Apagava até as fagulhas de intensidade igual à luz de um vagalume. Em seguida, ia recolher-se até que o sol tornasse a brilhar.
Essa era a vida cotidiana de Meishu-Sama, a menos que houvesse alguma viagem especial cujo objetivo fosse à difusão.
Sandai Sama
Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 1