Normalmente, havia quinze criados na casa de Meishu-Sama. Eram homens e mulheres, que desenvolviam diversas atividades a um ritmo bastante intenso, uma vez que Ele iniciava a sua programação diária bem cedo, só a terminando às duas horas da madrugada. Por isso, algumas delas também purificavam e se, através do encarregado, pedissem Johrei a Meishu-Sama com antecedência, estabelecia-se um horário para a ministração.
Por volta de 1953, tais pedidos eram comunicados geralmente durante a refeição matinal. Neste caso, a pessoa podia recebê- lo depois das dezassete horas. Meishu-Sama observava-a e, se percebesse que se tratava de uma purificação ligeira, ministrava Johrei durante três minutos. No entanto, quando se tratava de uma purificação severa ou de dores fortes, Ele ministrava-o durante várias horas. Ou seja, a duração do Johrei variava de acordo com o estado de cada um.
Por vezes, a pessoa não se apercebia que estava a purificar. Mas, durante o cumprimento matinal, Meishu-Sama notava o seu estado e perguntava: “Está pálido. Como se sente?”. e ministrava Johrei ao fim da tarde.
Determinava-se também que, quando alguém se sentisse mal de uma hora para a outra, deveria solicitar Johrei a Meishu-Sama imediatamente, mesmo que Ele estivesse a trabalhar. Nos casos de extrema gravidade, Ele ministrava Johrei entre uma atividade e outra. Havia ocasiões em que chegava a ministrá-lo três vezes por dia de manhã, à tarde e à noite, embora tivesse uma rotina bastante atribulada.
Um presidente