Quando nós, servidores, pensando que havíamos feito algo digno de elogio, dizíamos: “Meishu-Sama, desta vez, conseguimos fazer tal coisa”, ele respondia: “Foi Deus quem fez” o que nos deixava desapontados.
Entretanto, quando, preocupados, pensávamos: “Cometemos uma falha. Como devemos agir?”, e resolvíamos pedir orientação, recebíamos palavras amorosas: “Deus é quem está atuando. Não se preocupem!” Assim, ao nos vangloriarmos de nossos atos, Meishu-Sama logo reprimia nossa atitude e, quando estávamos desanimados, ao invés de chamar nossa atenção, orientava-nos de modo a não deixar que nos sentíssemos inúteis.
Um chefe de Igreja