OS FACTOS FALAM POR SI

1 de Março, 2026

Por que será que nossa Igreja alcançou um progresso extraordinário em tão curto espaço de tempo e continua se expandindo cada vez mais? Provavelmente, não existem fatos semelhantes na história das religiões. Neste mundo cruel, deve haver alguma razão para que as pessoas passem a professar a fé ardorosamente, dispondo de tempo e ofertando dinheiro.

O número de nossos fiéis está para atingir a casa dos duzentos mil, incluindo todas as classes sociais como a dos políticos, eruditos, professores universitários, deputados, oficiais superiores, empresários influentes, comerciantes e industriais iniciantes, operários, agricultores.

A verdade é que não são poucas as pessoas que fingem ignorar o contexto já mencionado e não tocam no assunto. Como se fossem donas da razão e, baseadas na superstição, julgam nossa Igreja herética. O que isso revela?

Evidentemente é um erro criticar tais pessoas sem fazer distinção, pois, de fato, a maioria das novas religiões até hoje não possuía um autêntico valor. Embora elas apresentem um progresso notável em sua fase inicial e nos deem a impressão de que se tornariam grandiosas, na verdade, foram perdendo gradativamente a vitalidade com o passar dos anos como é do conhecimento de todos. Dessa maneira, são poucas as que ainda continuam realmente ativas.

Por esses exemplos permanecerem arraigados em suas mentes, é óbvio que as pessoas simplesmente menosprezam as novas crenças por considerá-las heréticas e supersticiosas.

Assim sendo, com referência à nossa religião, desejaria que, renunciando a todas as experiências vividas e como uma folha em branco, nos observassem objetivamente, livre de preconceitos.

Simplificando o assunto, trata-se do efeito peculiar do Johrei. Sua eficácia é tão fabulosa, que sequer imaginamos, pois não há paralelo nem na história da humanidade, nem das religiões. Evidentemente, não sendo uma mera teoria ou satisfação pessoal, seu resultado diz respeito à realidade tal como ela é.

A maior prova disso são os testemunhos repletos de gratidão que se empilham sobre minha mesa publicados mensalmente em nosso Jornal Hikari e na Revista Chijo Tengoku. O interessante é que nesses registros o nome e o endereço do autor não foram omitidos. Não são poucas as pessoas, como autoridades e indivíduos de todas as áreas, que enviam cartas aos relatoores ou os visitam, investigam e averiguam a veracidade dos fatos. Contudo, até então, não houve ninguém que os contestasse.

Entre as pessoas que contaram experiências, evidentemente há aquelas que receberam do médico uma sentença de morte; outras, que sofriam de doenças incuráveis. Pela medicina moderna, conclui-se que jamais obteriam a cura e, no entanto, elas se restabeleceram por completo.

Além dos inúmeros milagres relacionados a doenças, tem ocorrido também, diariamente, em vários setores da sociedade, aquilo que, pelo senso comum do homem contemporâneo, certamente seria algo impossível de se acreditar.

Ao tomarem conhecimento desta inimaginável verdade de que concretizaremos o Paraíso Terrestre, isento de doença, pobreza e conflito, as pessoas não poderão deixar de acreditar nessa possibilidade. Consequentemente, podemos dizer que o trabalho que estamos executando não é, simplesmente, o de uma religião.

Isso ocorre porque, quando se pensa em religião, a tendência é associá-la às religiões tradicionais, o que pode até atrapalhar a compreensão da verdadeira natureza da fé messiânica. Em outros termos, trata-se de uma obra de salvação extraordinária, sem precedentes.

Se não advier essa grande salvação por ocasião da importante mudança do mundo, será difícil a humanidade escapar dessa catástrofe. Por esse motivo, Deus escolheu-me para executar esta notável obra.

Não tenho a intenção de dizer que sou o Messias, mas hoje posso afirmar que, futuramente, Deus fará com que eu manifeste a força do Messias.

Desde os tempos antigos, todas as religiões foram mal interpretadas, e isso está claramente registrado nos estudos históricos das religiões. Eu também não constituo exceção à regra; sempre há quem me interprete mal. Mesmo assim, o número de pessoas que me apoiam, aos poucos, continua aumentando. Assim sendo, ajo simplesmente de acordo com os desígnios de Deus, entregando-me inteiramente a Ele e respeitando Seu tempo.

Revista Tchijo Tengoku, nº 11, em 20 de Dezembro de 1949
Alicerce do Paraíso vol. 7

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