Por volta de 1938, Meishu-Sama costumava fazer palestras especiais para os membros que terminassem o curso de iniciação, onde transmitia ensinamentos mais detalhados sobre a causa das doenças, os seus tratamentos, etc.
Certa noite, entre os membros novos e antigos, havia um jovem chamado Shibui. Ao terminar, Meishu-Sama foi tomar banho e mandou me chamar, perguntando: “Quem era aquele rapaz meio gordinho sentado ao lado de fulano? Foi a primeira vez que o vi.”
Só consegui informar seu nome e profissão, além de me lembrar da pergunta feita por ele. Meishu-Sama afirmou: “Ele tem uma mente brilhante. Estou certo de que será um instrumento útil no futuro.”
Naquela ocasião, cheguei a pensar: “Será?” Mais tarde, compreendi como era aguda a percepção de Meishu-Sama, pois aquele jovem, posteriormente, realizou um grande trabalho na nossa Igreja.
Um servidor