Certa vez, enquanto Meishu-Sama caligrafava, perguntei-lhe: “Quando podemos dizer que fizemos o máximo? Há algum padrão para se medir isso?” Meishu-Sama respondeu: “Mesmo que se pense ter feito o máximo do ponto de vista humano, muitas vezes, do ponto de vista de Deus, não é quase nada. Portanto, não é tão fácil compreender esse ponto e é até lógico. Eu mesmo demorei cerca de dez anos até chegar a esta compreensão.
“Será muito atrevimento da minha parte?”, perguntei. “Seria um descaramento”, respondeu a rir, e ensinou-me: “No início, é bom ter vários tipos de dúvidas. Através delas é que se consegue crescer e atingir a compreensão de todas as coisas.”
Um servidor
Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 5