“…quando praticamos constantemente a oração e…”

22 de Março, 2025

“…quando praticamos constantemente a oração e…”

LUCAS DE OLIVEIRA MANUEL
CENTRO DE APRIMORAMENTO DO SUMBE
NORTE-SUL
CUANZA-SUL
ANGOLA

Sou frequentador e dedico como auxiliar do Grupo Terra.

Conheci a Igreja Messiânica em Março de 2018, por intermédio de um missionário.

Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram: prática de roubos, consumo de liamba e conflitos familiares, que duraram cerca de sete anos, até eu conhecer Meishu-Sama.

Na Igreja, fui recebido pelo plantonista, que me orientou a cumprir com as práticas básicas da Igreja.

Depois de cumprir, em pouco tempo comecei a perder a vontade de procurar os amigos da liamba e o desejo de cometer práticas ilícitas tambem foram desaparecendo. Depois de dois meses a dedicar fervorosamente, o responsável dizia para mim: “assim que te estás a empenhar nas dedicações, o emprego vai-te encontrar em casa”. Não tardou, logo após o culto matinal, a caminho de casa, crusei-me com um senhor polícia que me disse: “Tem um boss que quer trabalhar contigo numa Hospedaria na localidade da Casa Branca”.

Um mês depois, a minha irmã ligou-me dizendo para ir trabalhar na cidade do Sumbe, numa empresa de Segurança Privada. Agradeci do fundo do meu coração e de imediato vim para a cidade; fui à Unidade Religiosa e materializei um donativo de gratidão pela graça recebida e até hoje estou a trabalhar neste mesmo emprego. Sinto-me uma outra pessoa totalmente transformada. Me alimento do meu próprio esforço sem mexer no que não é meu, facto que deixa muitas pessoas admiradas e que até hoje me perguntam: “no tempo que você roubava, e fumavas liamba, será que havias recebido pau (feitiço)?”.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a prática constante da oração, tanto nos bons como nos maus momentos da minha vida.

No dia 13 de Abril de 2024, fui-me deitar às 21horas, mas, quando despertei as 5horas, ponho a mão na banca de cabeceira e ao notar a ausência do telemóvel, desço da cama procuro no chão, nada. Vou para a sala, vejo-a muito vazia, dando conta da ausência da garrafa de gás. Ao sair, vejo trilhos de pessoas, confirmando então de que sofri um assalto. Dirigi-me à casa do Soba, para explicar o sucedido tendo este me respondido: “ garrafa não tem timbre, muitos ja perderam as suas e nunca apareceu”. Eu disse-lhe que apenas tinha ido dar a conhecer ao regedor. Daí fui para casa, peguei na moto fui até à parada trabalhar. Trabalhei até as 12h e depois fiquei a pensar… “ vou para casa almoçar ou não, pensando bem, uma vez que vão cozinhar no fogareiro, vou dar um tempo ainda! Naquela de dar tempo ao tempo, apareceu o meu sobrinho, sentou-se ao meu lado e o seu telefone chama, a conversarem sobre garrafa de gás. Depois da conversa, o rapaz perguntou-me se eu não precisava de uma garrafa de gaz; perguntei qual a marca, cor e quem estava a vender. Antes de partirmos ao encontro do vendedor da garrafa, informei ao meu sobrinho sobre o assalto que sofri naquela noite. Ao chegarmos aonde estava o cidadão com a garrafa, logo perguntei-lhe, quanto custava e onde se encontrava, dizendo que estava a vender a 35 mil Kuanzas. Com a explicação que ele deu, logo vi que era a minha garrafa e disse-lhe que nos levasse até à pessoa que estava a negociar. Daí o homen levou-me até ao cidadão que furtou-me e encontramo-lo a fumar liamba. O rapaz que ligou ao meu sobrinho perguntou-lhe: “onde é que vocês fizeram esse movimento? Esse homem é o dono da garrafa e é meu familiar. Depois da explicação, o ladrão entregou a garrafa, mas o telefone já o tinham vendido às 4h num taxista. Todos os meus amigos, vizinhos e o regedor do bairro, ficaram admirados de como a garrafa apareceu. Dia seguinte, fui à unidade religiosa agradecer, onde contei a experiência vivenciada.

Com esta experiência de fé, aprendi que, quando praticamos constantemente a oração e agradecemos, Deus fica no controlo de tudo.

Já encaminhei várias pessoas e cuido de uma casa com 1 frequentador. O meu compromisso, é continuar a dedicar, a materializar o donativo de ingresso na fé e de outorga, para melhor servir como instrumento de Meishu-Sama.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigado!

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