Tenho 20 anos de idade, sou membro e dedico como Encarregado da Locução e Saúde Pública nesta Unidade.
Conheço a Igreja Messiânica desde que nasci, por intermédio dos meus pais.
A experiência de fé que passo a relatar para os senhores, está relacionada com a desobediência e a força do Johrei.
Quando criança, eu era perseguido pelas forças do mal. Em um belo dia, na Sede Central, um Antepassado incorporou e disse o seguinte: se vocês não levarem esse menino para receber Johrei, eu cuidarei dele. A minha mãe, preocupada, me levou para receber Johrei. Orientaram-nos a materializar um donativo para encaminhar a purificação e dedicar nos locais de maior Luz da nossa Igreja. Assustada, cumpriu com as orientações sem vacilar. Depois de algum tempo a receber Johrei, melhorei, porém, realçar que minha mãe já havia perdido um bebé.
Com os meus 4 a 5 anos de idade, fui diagnosticado com Anemia Falciforme, que assolou e debilitou a minha infância, pois aquilo atacava-me frequentemente e doía bastante. Eu chorava e gritava muito, era uma dor inexplicável que só atacava à noite, tanto que os vizinhos chegavam até a reclamar do barulho que eu fazia. A minha vida só era hospitais atrás de hospitais, balões de sangue atrás de balões de sangue.
Em 2014, a minha mãe deu a luz a uma menina, no entanto foi numa fase em que a minha purificação estava forte e já eram dois barulhentos noturnos, com muitos choros, o meu e o da irmã recém-nascida. Havia dias que meus pais passavam as noites em claro, ministravam-me Johrei sempre, até que nesse mesmo ano, a purificação foi ultrapassada, pois meus pais já conseguiam ter noites de sono tranquilo, assim como os vizinhos!
Em Dezembro de 2020, eu queria passar o natal em casa da minha tia, pois os meus primos estavam lá; não dei a conhecer aos meus pais e no dia 25, ao me preparar para sair, disse à minha mãe que estava a ir para a minha tia e ela disse que não. Eu insistia, até que o meu pai disse para que me deixasse ir e voltar no dia seguinte e assim fui. Foi fantástico, que até combinamos de ir passar o dia 31 na casa da minha avó. No dia seguinte, ao invés de eu voltar para casa, fomos todos à casa da minha avó, sem dar a conhecer aos meus pais. Um dos nossos primos começou a purificar fortemente com tosse e febre, minha mãe me encontrou na minha avó e perguntou se eu estava bem da cabeça e pediu para que fôssemos para casa ao que neguei, tendo esta dito que se quisesse assim, então que eu ficasse. Então, fiquei.
A purificação do meu primo contagiou a todos os homens da casa, cada um em dia diferente.
No dia 31, mesmo com febres, fomos celebrar o ano novo; após o ano novo, a purificação se intensificou ainda mais. A minha avó disse que nos levaria os 6 ao hospital; para o meu espanto, a resposta foi a mesma: no hospital, vão dizer que temos Covid-19. Então minha avó disse: “Se vocês não querem ir ao hospital, então tomem dinheiro de táxi e vão para a casa das vossas mães, não podem morrer aqui na minha casa”. Os outros foram, eu porém estava muito mal. No dia 03, meu pai foi me pegar, ministrou-me Johrei e levou-me para casa. Depois de 3 dias de Johrei, a purificação passou.
Em Outubro de 2024, estava eu cumprindo o plantão na Nave, mas com a mente no casamento da minha madrinha; fechei mais cedo, mas ao fechar a porta, como era de chapa, cortou-me o calcanhar da perna direita, mas não liguei e fui-me embora. Às 2h da manhã, comecei a sentir fraqueza, assim como o meu amigo também. Decidimos sair de lá e irmos para casa; ao chegar à casa da minha avó, a purificação acelerou. Estava tão fraco, que no dia seguinte meu pai veio me pegar, ministrou-me Johrei e me levou para casa; naquela noite dormi e acordei paralítico, devido à ferida no calcanhar. Não conseguia mexer o meu corpo e eu que não acreditava em paralisia, achava que era um mito. Para tomar banho e fazer as necessidades, meu pai tinha que me levantar e minha mãe dava-me comida. Fiquei paralisado por 3 dias. Com o esforço incansável dos meus pais, ministrando-me Johrei e com a leitura do ensinamento, no 4° dia já conseguia me mover.
Agradeci a purificação com um donativo.
Realçar que para alguém que vivia entre hospitais e balões de sangue, estou há 13 anos sem usar comprimidos, todas as purificações foram ultrapassadas apenas com o Johrei.
No dia 01 de Maio do corrente ano, após a dedicação no Hospital Materno-Infantil, tive a permissão de receber um telemóvel novo, que está sendo útil para poder mandar os relatórios para a nossa Líder Jovem.
Com essa experiência de fé, aprendi que o Johrei salva e que quando somos desobedientes, estamos a abrir uma porta para o negativo agir nas nossas vidas.
O meu compromisso, é de encaminhar mais pessoas a este maravilhoso caminho da salvação.
Agradeço ao supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigado!
