Sou membro.
Conheci a Igreja Messiânica em 2019, por intermédio de uma senhora.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: doença e pobreza.
Durante três anos, sofri com insónia e problemas de cabeça aberta. Era uma dor terrível que não me permitia usar tranças, ouvir barulho e muito menos colocar qualquer coisa na cabeça. Na tentativa de solucionar esses problemas, frequentei vários hospitais e igrejas espíritas, sem obter resultados desejados.
A minha irmã mais nova, pessimista, dizia-me que eu já deveria preparar a indumentária para o meu óbito, pois que eu não duraria muito. Em casa, apareciam entidades espirituais que, por meio de rituais, diziam estar a tirar objectos do meu corpo e afirmavam que havia coisas na minha residência que nem mesmo eles conseguiam identificar. Por essa razão, tive de sair da minha própria casa e arrendar outro imóvel.
Foi nessa nova casa, que conheci a vizinha que me encaminhou à Igreja Messiânica.
Fui recebida pelo responsável que, após ouvir atentamente o relato do meu sofrimento, orientou-me o seguinte:
- Receber 10 Johrei por dia;
- Manter a flor de luz em casa;
- Dedicar na nave e na casa de banho;
- Peregrinar aos locais de maior luz da nossa Igreja.
Cumpri as orientações sem dificuldades e logo comecei a notar mudanças: passei a dormir, a comer melhor e o problema da “cabeça aberta” desapareceu.
Contudo, em 2019, após ser curada com o Johrei, abandonei a Igreja e retornei à minha religião anterior. Com isso, o sofrimento voltou com intensidade:
- Perdi o emprego;
- A minha filha abandonou-me, deixando-me com seus oito filhos pequenos (um ainda de colo); passei fome, por nada ter para comer; a família afastou-se de mim e eu não encontrava oportunidades de negócio; emagreci muito e atraí um “marido noturno” que me fazia abandonar o quarto para dormir com os netos, mas sem sucesso.
A fome era tanta, que passei a vender os bens da casa para comer: fogão, botija, arca, sofá… tudo. Quando já não havia mais nada, andava pelas ruas à procura da planta gimboa, para ferver e alimentar os netos.
Foi nesse estado extremo que uma irmã, querendo ver a minha felicidade, pediu que eu retornasse à Igreja Messiânica. Relutei, pois, na minha igreja anterior, mesmo sofrendo, eu já tinha um cargo importante. Mesmo assim, fui ao Johrei Center, com o intuito de receber ajuda material e encontrei apenas o responsável. Após a limpeza do Altar e o culto matinal, ele ouviu-me atentamente.
Eu esperava uma ajuda financeira, mas ele falou-me sobre o Yukon, o mundo espiritual, explicando-me que a pobreza era consequência das máculas acumuladas e que a solução não era receber esmolas, mas sim acumular virtudes para elevar-se espiritualmente.
Argumentei que não podia seguir as orientações por já ser missionária de outra religião, mas ele sugeriu que eu continuasse na minha igreja e apenas cumprisse as práticas na Messiânica. Aceitei.
À medida que fui cumprindo as orientações, desapeguei-me da antiga igreja. Recebi a tarefa de dedicar na Agricultura Natural e, por algum tempo, numa Rede de Salvação, orando nas casas dos frequentadores.
Com essas práticas, muitas mudanças aconteceram na minha vida:
- Passei a fazer negócios;
- O meu filho desempregado, começou a trabalhar;
- Os meus familiares voltaram a dar-me atenção e passaram a ajudar-me financeiramente;
- Um dos meus irmãos, residente na Europa, começou a apoiar-me mensalmente e ofereceu-me dois smartphones;
- A irmã que antes dizia para eu me preparar para o meu funeral, tornou-se mais próxima;
- A minha filha já nos visita e traz coisas para os filhos;
- O “marido noturno” desapareceu;
- Já não passo fome e as coisas chegam com maior facilidade.
- Em pouco tempo, recuperei todos os bens de primeira necessidade que havia vendido.
Como forma de gratidão, materializei um donativo especial.
Despertei para a prática dos dízimos, donativos de construção e diários;
Ganhei a permissão de encaminhar algumas pessoas, entre elas a minha nora e vizinhos. A esposa de um deles, que antes bebia muito e criava problemas, mudou de postura e todos os filhos tornaram-se frequentadores.
Aprendi que, devemos nos apoiar em Meishu-Sama, que é o Messias esperado pela humanidade. Aprendi ainda que, de acordo com o princípio da correspondência, a pobreza é consequência das máculas acumuladas no âmbito financeiro e que a solução é a elevação espiritual através da prática de donativos e do acúmulo de virtudes, por meio da salvação de outras pessoas.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
