“…é muito importante estarmos atentos ao que nos é…”

25 de Junho, 2025

“…é muito importante estarmos atentos ao que nos é…”

BENVINDA JOSÉ CAMBONDO
JOHREI CENTER DO BENFICA
NORTE-SUL
LUANDA
ANGOLA

Tenho 41 anos de idade, resido no município de Belas, bairro Bela Vista e sou membro.

Conheci a Igreja Messiânica em Abril de 2024, por intermédio do meu esposo.

Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja, foram: doenças constantes, mortes na família e conflitos.

Eu dava à luz, cuidava dos filhos e quando o último completasse 2 anos, eu engravidava novamente, mas o anterior falecia. Cheguei a perder três filhos nesse quadro de sofrimento. Além disso, por duas vezes tive tala (doença tradicional). Nessa altura, eu vivia na Província do Kwanza-Sul.

Quando chegámos a Luanda, fomos acolhidos por um familiar. Dois dias depois, conseguimos alugar uma casa de apenas um quarto, onde pelo número de pessoas, vivíamos desconfortavelmente, tendo eu, como mãe, passado muitas noites fora, no quintal, por falta de espaço para dormir. Vivemos nessa situação, por cerca de sete anos.

Foi nesse estado de sofrimento, que conheci a Igreja Messiânica. Recebida pelo plantonista, este orientou-me o seguinte:

  • Receber 10 Johrei por dia;
  • Manter a flor de luz em casa e
  • Assistir aos cultos.

Certo dia, sentei-me e, revoltada com tanto sofrimento, clamei a Deus e ao Messias Meishu-Sama, dizendo: “Já perdi três filhos, meu Deus. Agora quero que o Senhor me conceda algo que me faça sentir feliz, porque o sofrimento está demais.”

Mais tarde, a minha irmã que trabalha no mercado do 30, em Viana, convidou-me a trabalhar com ela. Pouco tempo depois, também consegui um trabalho de comércio no mercado e o meu esposo conseguiu emprego.

Com muito esforço, juntámos dinheiro, comprámos um terreno e conseguimos construir a nossa própria casa, onde residimos até hoje. As dores que eu sentia nos pés, que me dificultavam caminhar e as dores nos rins, que me impediam de sentar sem apoio, desapareceram completamente.

Hoje sou uma pessoa nova. A minha saúde foi restabelecida e a minha relação com a família melhorou muito.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a dedicação de limpeza no Museu da Escravatura.

No dia 24 de maio de 2025, enquanto dedicávamos, senti uma forte vontade de mergulhar no mar. Parei, refleti e perguntei ao Messias Meishu-Sama o motivo daquele sentimento. Minutos depois, um irmão aproximou-se de mim e disse:
“Irmã, pega uma vassoura para dedicar neste local.” Naquele momento, comecei a agradecer e, minutos depois, o sentimento desapareceu. Fiquei muito aliviada.

Ao regressarmos à casa, entrei no táxi com a minha frequentadora. Durante o trajeto, o carro perdeu os travões e embateu numa motorizada, que ficou danificada. Porém, graças a Deus, o condutor da mota saiu ileso e também nenhuma das pessoas que estavam no táxi se feriu.

Dou graças ao Supremo Deus e ao Messias Meishu-Sama, pois hoje durmo bem e tenho paz de espírito.

Aprendi com esta experiência, que é muito importante estarmos atentos ao que nos é orientado. Tenho a minha horta caseira, materializo o donativo diário e já encaminhei quatro pessoas.

O meu compromisso, é participar na formação das 100 mil famílias convictas.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

 

Muito obrigada!

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