Sou membro e dedico como auxiliar do Sanguetsu.
Conheci a Igreja Messiânica em 2009, por intermédio da minha mãe.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a obediência no cumprimento das orientações recebidas, dízimo, construção e donativo diário.
No mês de Março de 2023, comecei a procurar um emprego com muita dedicação. No entanto, não orei a Deus nem segui as orientações do meu orientador. Acreditei que conseguiria alcançar meu objetivo apenas como o meu próprio esforço, sem reconhecer a importância da intervenção Divina. Infelizmente, o ano terminou sem sucesso.
Certa noite, lembrei-me da orientação do responsável: participar do desafio de oração e distribuir flores pelo bairro. Em março de 2024, abri o meu coração para Deus e Meishu-Sama. Pedi um prazo de três meses, para conquistar a permissão de trabalhar. Decidi então, assumir o meu compromisso na Obra Divina.
Passei a dedicar, acompanhada dos meus documentos e, após cada dedicação, procurava emprego. Certo dia, ao sair da Igreja, vi num poste de energia, um papel com a informação de recrutamento. Anotei o contacto, enviei os documentos por via WhatsApp e aguardei a resposta sobre a entrevista. Estava sem telefone, usava o das minhas irmãs. No mês de Abril, num sábado, a minha irmã mais velha informou-me de que havia uma casa à procura de alguém para trabalhos domésticos. Fui com ela, conversei com o casal e aceitei começar na segunda-feira. No primeiro dia correu bem, mas no segundo, o trabalho foi tão apertado que nem consegui almoçar.
No dia da entrevista, o senhor tentou ligar, mas o meu número estava fora de serviço, o chip estava fora do telefone. Trabalhei rapidamente com o objetivo de ir ao encontro da minha irmã para usar o telefone dela. Terminei por volta das 15h, mas, ao chegar, a patroa pediu que eu fizesse o jantar do marido. Não estava no contrato, mas aceitei com tristeza, pois isso me atrasaria.
Às 15h30, a senhora chamou-me, acusando-me de roubo: encontrou um limão na minha pasta e afirmou que era da casa dela. Disse que foi Deus quem a guiou a mexer na minha pasta. Tentei explicar que o limão era meu, mas ela manteve a decisão de me demitir.
Naquele momento, lembrei-me da entrevista, pois faltavam apenas alguns minutos. Preparei-me às pressas, encontrei a minha irmã, coloquei o meu chip no telefone, retomei o contacto com o recrutador. Ele enviou a localização e eu cheguei a tempo.
Naquele instante, percebi que aquela senhora foi um instrumento de Deus e Meishu-Sama para que eu chegasse ao local da entrevista.
Graças a Deus, tudo correu bem e consegui responder a todas as perguntas da entrevista. Enquanto aguardava o resultado, entreguei tudo nas mãos de Deus. No dia seguinte, recebi uma chamada informando que fui uma das candidatas selecionadas. Fui à loja assinar o contrato e, no dia 15, iniciei como operadora de caixa.
O meu chefe revelou que recebeu mais de 70 currículos e entrevistou várias pessoas, mas após analisar o meu perfil, algo no seu íntimo o fez sentir que eu era a pessoa ideal. A esposa dele e alguns funcionários também se surpreenderam por eu ter sido a única escolhida. Compreendi, então, que foi Deus quem conduziu tudo.
Diante disso, assumi o compromisso com Deus e Meishu-Sama de não falhar nos dízimos, donativos diários e de construção.
Com essa experiência de fé, aprendi sobre o valor da obediência às orientações superiores e a importância de colocar Deus em primeiro lugar. Aprendi que, sem Ele, não conseguimos avançar.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigada!
