Tenho 21 anos de idade, sou membro e dedico como auxiliar do CriançÁfrica e das experiências de fé!
Conheci a Igreja Messiânica, por intermédio da minha tia, membro desta igreja.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: dores de cabeça frequente, que deu origem a problemas de visão e dificuldades de assimilação.
Tudo começou na quarta classe, pois os meus colegas zombavam de mim porque eu era a única aluna da turma que não sabia ler. Nas férias do primeiro trimestre, fui viver com a minha avó e lá como de costume, a minha tia tinha o hábito de ler os ensinamentos de Meishu-Sama todos os dias e sempre que ela me desse para ler, eu respondia que não sabia, sendo que muitas vezes, eu fugia ou mesmo chorava, mas ainda assim, ela insistia que eu lesse; era essa a nossa rotina.
Certo dia, ao ler uma página do livro, fiquei bastante feliz e admirada; no dia seguinte, uma segunda-feira, como sempre, fazíamos leituras; os meus colegas disseram à professora, que quando chegasse a minha vez, eles sairiam da sala, porque eu não sabia ler e assistindo alguém que não sabia ler, era perda de tempo, mas em resposta, a professora disse para eles se manterem na sala. Quando comecei a ler, descontentes disseram para a professora que eu estava a adivinhar, foi quando a professora orientou-me a ler o livro completo, o que posteriormente se concretizou!
No fim do ano, fui à escola para ver a pauta, pelo caminho deparei-me com uma das minhas colegas que segundo ela, eu estava reprovada e que por esse motivo, não devia perder tempo em ir ver a pauta. Graças a Deus, não prestei atenção no que ela dizia, continuei a andar sem lhe dirigir palavras. Quando chegamos à escola e ao termos contacto com a pauta, para minha surpresa, ela reprovou e eu aprovei. Naquele instante, agradeci ao Supremo Deus e ao Messias Meish-Sama pelo milagre e tornei-me membro para melhor servir a Obra Divina. Como não havia entendido sobre a minha missão e a importância do Ohikari em pouco tempo, este desapareceu.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a confiança no Johrei e gratidão pelas orientações.
Certo dia, a minha mãe informou-me que a minha irmã caçula estava com o pé inflamado; preocupada, levou-a para o hospital e lá, depois dos exames, nada acusou. Para desinflamar, a equipa médica deu uma pomada para passar a esfregar. Contudo, mesmo com isso, o pé não desinflamava. Na tentativa de a ver melhor, o meu pai levou-a ao tratamento tradicional.
Quando me apercebi sobre essa intenção, fiquei nervosa e triste, passei a reclamar a atitude da mãe em ter permitido que o pai a levasse para tratamento tradicional, uma vez ser do seu conhecimento, que purificações do género, na nossa Igreja facilmente é resolvida. Em resposta, minha mãe disse-me que a decisão foi do meu pai e não teve como impedir. Nos dois meses que ela esteve internada, não obteve nenhuma melhoria, até que certo dia, sonhei com alguém dizendo que eu a fosse buscar, para levá-la à Igreja Messiânica, caso contrário, ela partiria para o mundo espiritual. Como não aprovei a atitude dos meus pais, mostrei-me renitente; quando voltei a dormir, a mesma pessoa apareceu alertando-me a não desobedecer pois se assim acontecesse, eu seria a responsável pela morte dela. De manhã quando acordei, preparei-me e fui à busca dela em casa da curandeira; lá, apresentei a senhora a minha preocupação, dizendo que eu iria levar a minha irmã; segundo a senhora, só seria com a autorização do meu pai; este aceitou, mas com a condição de no dia seguinte eu voltar com ela para dar sequência ao tratamento. Como no dia seguinte não regressei com ela, a minha mãe mostrou-se bastante preocupada porque o meu pai atribuiu total responsabilidade a mim e às minhas tias que também são Messiânicas, caso ela partisse para o mundo espiritual. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, em um mês com assistência de Johrei, correntes de oração e donativo de gratidão, melhorou, a ferida cicatrizou e como se não bastasse, nesse período passou a ter boas notas nas avaliações escolares; após a sua recuperação, o meu pai sentiu-se arrependido pelo comportamento mostrado na fase da purificação, passou a respeitar-me mais e agradeceu pela minha escolha.
Certa vez, quando estávamos nas vésperas das provas do terceiro trimestre da 12ª classe, do curso de enfermagem geral, apercebi-me de que um dos meus colegas não estava a fazer as provas; preocupada, decidi visitá-lo. Ele relatou-me que, não aparecia na escola por causa das dívidas das propinas acumuladas; em resposta, disse-lhe que sentia muito. Ao chegar à casa, dirigi-me ao Altar, agradecendo e entregando o seu sofrimento nas mãos de Deus e do Messias Meishu-Sama. No dia seguinte, expliquei aos colegas e professores a purificação financeira que o colega atravessava, onde propús que fizéssemos algumas contribuições no sentido de pagarmos as suas dívidas. Na sequência, alguns acharam a ideia bastante acertada, enquanto que outros não. Como era uma sexta-feira, na segunda-feira alguns colegas e professores trouxeram suas contribuições, mas quando fiz a contagem, entrei em sofrimento pois o valor arrecadado era insuficiente. Nesse dia, ao chegar à casa, novamente fui ao Altar, orei em seu favor, materializando um donativo. Na escola, para minha surpresa, os colegas e alguns professores que não haviam contribuído, levaram o seu apoio que, para a felicidade de todos, dessa vez a conta bateu certo e toda a dívida foi paga, tendo o colega feito as provas e aprovado. No final, ele e sua mãe agradeceram a todos pelo gesto caridoso.
Já na 13ª classe, certo dia, quando me encontrava a estagiar no Hospital Regional do Lobito, estava nervosa porque a minha chefe de turno obrigou-me a permanecer no estágio, mesmo sabendo que os outros colegas já se tinham ido embora; como eu não queria permanecer com ela, fui para uma outra sala, onde encontrei um jovem com o corpo inflamado e coberto de feridas; foi aí que, me apercebi, que eu não tinha sido dispensada, porque Deus queria que eu cuidasse dele. Ao perguntar sobre aquele seu estado, explicou-me que foi agredido pela sua mãe e sua tia sem motivo algum; ao falar com a sua mãe, esta disse-me que o mesmo queria violar a mãe e matar a irmã da mãe. Depois de ter ouvido, convidei o jovem para uma oração e na ocasião, aproveitei para falar da nossa Igreja e no final, fiz-lhe um convite. Depois de ter alta, foi para casa e como eu havia dado o meu contacto, certo dia ligou-me e juntos participamos do culto e da marcha de Johrei. Em um mês de frequência, recebeu a graça de um emprego como militar, passando a trabalhar em Luanda. Como gratidão, materializou um donativo.
O meu compromisso, é continuar servindo na obra do Messias Meishu-Sama!
Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, ganhei a permissão de ser reoutorgada na Sede Central, durante o Culto do Paraíso Terrestre!
Com essa experiência, aprendi que Meishu-Sama é o Messias esperado pela humanidade, que veio para nos tirar de todo e qualquer sofrimento.
Muito obrigada!
