“…a ingratidão nos leva a…”

12 de Outubro, 2025

“…a ingratidão nos leva a…”

SANDRA MAOPUATCHI THIPÓ
NÚCLEO DE JOHREI DO AUTÓDROMO
NORTE-SUL
LUANDA
ANGOLA

Tenho 42 anos de idade, sou membro e dedico como assistente do Grupo Lua.

Conheci a Igreja Messiânica em 2017, por intermédio da responsável desta Unidade.

Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: doença, conflitos e mortes constantes na família.

Quanto à doença, eu e o meu filho fomos diagnosticados com tuberculose, sofrimento que se estendeu por cerca de um ano.

Com relação às mortes constantes na família, de realçar que, por dia podiam morrer logo duas pessoas, havendo necessidade de se fazer funerais consecutivos; essa situação, durou muito tempo, tornando-se num sofrimento infernal.

Relativamente à pobreza, era de se lastimar, eu que por causa da doença não conseguia trabalhar, o meu esposo mesmo trabalhando duro, não tínhamos melhoria alguma. Cozinhávamos na lenha e sempre que o salário do meu marido caísse, ele gastava na rua com bebidas e amigos.

Assim, recorremos a hospitais, igrejas e quimbandas; no último quimbanda, fomos aconselhados a comprar duas grades de cerveja, uma grade de gasosa e dois litros de vinho. Durante o processo de tratamento, eu e o meu filho, fomos orientados a nos deitarmos em uma esteira, onde éramos pisoteados pelo corpo todo, mesmo com muita dor, obrigados a suportar, tratamento que durou cerca de dois meses, mas sem nenhum resultado.

Foi nesse quadro de sofrimentos, que cheguei à Igreja Messiânica. Na Unidade, recebida pelo plantonista que depois de me ter escutado, orientou-me as práticas básicas que cumpri, no que, em menos de um mês, toda a situação de sofrimento que eu passava, foi ultrapassada.

Agradecida, materializei um donativo e passei a empenhar-me nas dedicações; em menos de dois meses, tornei-me membro para melhor servir nesta Obra Divina.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a ingratidão.

Depois de algum tempo de membro, como tudo na minha vida já estava bem, passei a ir à Igreja só de vez em quando, deixando de materializar o dízimo, como também o donativo de construção.

Foi assim que, mais tarde, descobri que estava concebida; em menos de 4 meses de gestação, a barriga estava muito grande, parecendo uma mulher grávida de 9 meses. Chegou uma altura, que eu já não conseguia andar nem mesmo me sentar, tornando-se um sofrimento terrível.

O meu esposo, preocupado com a situação, levou-me imediatamente para o hospital. Quando lá chegamos, após um breve diagnóstico, disseram que eu tinha muitos líquidos na barriga sendo transferida para um outro hospital, que me mandou de volta para casa.

Em casa, comecei a refletir e deitada, lembrei-me do Messias Meishu-Sama, de onde me havia tirado e dos seus milagres.

Para minha surpresa, no dia seguinte, em casa, recebemos a visita da responsável da Unidade com a sua equipa. Após a oração, fizeram uma limpeza profunda e fui orientada a pedir perdão e a entregar a purificação nas mãos de Deus e do Messias Meishu-Sama, com um donativo.

Dois dias depois, tive um aborto espontâneo, com cerca de 5 meses, saindo muitos líquidos.

Assim, voltei a empenhar-me novamente nas práticas básicas da nossa Igreja. Mais tarde, abri uma casa de frequentador que se encontrava desempregado; com o recebimento de Johrei e a vivência da flor, o casal conseguiu emprego e estão felizes.

A minha casa que foi construída há mais de 20 anos, sem muitas condições, hoje conseguimos melhorar, criando maior conforto, reinando também paz e harmonia, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama.

Como gratidão pelas graças recebidas, fiz um donativo especial.

Aprendi que, Meishu-Sama é o Messias esperado pela humanidade e que a ingratidão nos leva ao sofrimento.

Acompanho uma casa de frequentador com um total de cinco pessoas. Com a permissão de Deus e Meishu-Sama, encaminhei mais de vinte pessoas das quais, uma tornou-se membro.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito Obrigada!

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