Sou membro e dedico como encarregada do Grupo CriançÁfrica da área Viana Centro e Grupo Coral.
Nasci em berço messiânico e desde então tenho estado envolvida nas práticas da fé.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a mudança do Sonen na prática do Johrei e no cumprimento das orientações recebidas no culto nacional dos jovens, no mês de Agosto passado.
Faço estágio num hospital e sempre tive o desejo profundo de fazer uma marcha de Johrei aos pacientes internados. Porém, por vergonha e medo de críticas, nunca tive coragem, mas até ouvir a experiência do Reverendo Cláudio no Culto Nacional dos Jovens, onde ele contou as dificuldades que enfrentou para ministrar Johrei no seu local de estágio, dizendo: “O desejo de salvar as pessoas, deve ser maior do que os nossos medos.”
Tomei essa frase como um encorajamento e decidi iniciar a marcha de Johrei. No início, fazia apenas quando não havia ninguém por perto. Se algum colega se aproximasse, eu parava de imediato. Até ouvir a experiência de uma jovem no Centro de Aprimoramento, que também enfrentou vergonha e superou, ouvir aquele relato fortaleceu-me.
Decidi pôr em prática e comecei a fazer marchas no hospital e a ministrar com naturalidade. Alguns colegas vinham espreitar, outros perguntavam. Um dia, o médico viu-me e disse: “Estás a fazer o quê? Estavas a lhe levantar as mãos? Sai já daí”, mas, surpreendentemente, a paciente pediu: “Por favor, não saias. Estou a sentir algo bom nessa oração”.
Continuei a ministrar e percebi que ela já não gritava de dor. Outro paciente, que estava com o corpo inflamado e não movia os pés, no dia seguinte chamou-me e disse feliz: “Já consigo mexer os pés e até já consigo andar”!
Outro momento marcante, foi quando ministrei Johrei a um paciente que, devido a um AVC cerebral, não falava e estava cego. Após a ministração, enquanto eu me afastava, ele chamou: “Moça de óculos, muito obrigada! Tchau”.
Ele sorriu feliz. Foi um momento que deixou todos à volta admirados, gritando que era um milagre.
A partir daí, muitos queriam receber Johrei.
Tive as seguintes graças:
– Nas avaliações de cada secção, recebi 18 valores, sem sequer me fazerem perguntas.
– Esqueci-me do meu telefone no transporte do hospital e após entregar tudo nas mãos de Deus e Meishu-Sama, o meu telemóvel foi devolvido intacto.
Com todas essas experiências, aprendi que, quando nos dedicamos a alegrar o próximo, nos elevamos espiritualmente. Sentir vergonha é humano, mas não podemos deixar que ela nos paralise, pois há muitas pessoas que precisam sair do sofrimento:
O meu compromisso, é de continuar a levar a luz do Johrei aos hospitais por onde passar e aprofundar na salvação do maior número de pessoas por meio da prática do Johrei.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
