Durante o período em que assistia na preparação das Imagens da Luz Divina fui repreendido vezes sem conta por Meishu-Sama.
Logo que comecei a servi-Lo, Ele orientou-me: “Quando Eu terminar de escrever, puxe o papel imediatamente.” Assim, assim que Ele concluía a caligrafia, eu puxava o papel sem demora e colocava-o num determinado local.
Como Meishu-Sama escrevia com uma rapidez impressionante, procurando acompanhá-Lo, eu ia aumentando cada vez mais a velocidade e, no final, acabava por puxar o papel antes do tempo. Era repreendido.
Meishu-Sama sempre caligrafava ouvindo rádio e, frequentemente, chamava minha atenção por não conseguir sintonizá-lo na estação correta. Certa vez, fui tão duramente advertido, que até hoje ainda me lembro. Como as Imagens da Luz Divina demoravam a secar, levei-as ao meu quarto e pendurei-as numa corda. Nisso, Meishu-Sama veio, tirou-as de lá e me chamou a atenção, como nunca fizera antes: “Que falta de respeito pendurar a caligrafia escrita por Deus num lugar como este!”
Um servidor
Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 2