Sou missionária e dedico como encarregada do Sorei-Sashi nesta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica no ano de 2000, por intermédio de uma missionária.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: doenças, conflitos familiares e dificuldades financeiras. Na altura, fui encaminhada para o Johrei Center do Sambizanga, onde, recebida pelo plantonista, fui orientada para as seguintes práticas básicas:
Receber 10 Johrei por dia, manter a flor de luz em casa, oferecer 10 filosofias diariamente e assistir os cultos de elevação espiritual aos Antepassados.
Quanto à doença, padeci de hemorroidas, doença que motivou a morte da minha mãe, tendo eu sofrido com a mesma doença durante 20 anos. Para solucionar o problema, tive que recorrer a vários hospitais onde fui orientada a ser operada. Devido às dificuldades financeiras, marquei a operação, mas o tempo de espera era longo e o meu estado piorava.
Em relação aos conflitos, não havia entendimento entre eu e os meus irmãos, por eu não ter uma vida regrada, deixando muitas vezes os meus filhos sozinhos para eu poder ir a festas, situação que deixava os meus irmãos muito zangados.
Depois de conhecer a Igreja e de cumprir com as orientações da fé messiânica, passado três meses, o sofrimento que vivenciava foi ultrapassado, que para agradecer este milagre materializei o meu ingresso na fé e posteriormente fui outorgada, isso no mesmo ano.
No passado fiz muitos abortos e quando eu queria ter mais um filho, comecei a ter abortos espontáneos, sendo o último, uma gravidez ectópica (fora do útero) e passei por vários procedimentos medicinais. Entretanto, os médicos informaram-me que tinha pouca chance de engravidar novamente. Muito triste, entreguei tudo nas mãos de Deus e Meishu-Sama, agradecendo com um donativo de pedido de perdão pelos abortos feitos e fui cumprindo as práticas básicas orientadas, com o sentimento profundo de pagar as minhas dívidas.
Mais uma vez, vivenciei um grande milagre, deixando todos admirados, pois eu fiquei grávida, facto que deixou surpreendidos os médicos; tive um parto normal e o meu filho hoje tem 10 anos de idade e é membro dedicante da nossa Igreja.
A experiência de fé que vou relatar, está relacionada com o sonen, a dedicação de limpeza no local de trabalho e a horta caseira.
Fui transferida para a escola onde atualmente desempenho a função de professora; a escola estava vandalizada a ponto de não haver carteiras e outros meios, apenas restava um lugar seguro que era a guarita dos seguranças, onde colocávamos todos os documentos importantes da instituição. Deparando-me com esta situação, nasceu em mim um sentimento de culpa e refletindo, disse para Meishu-Sama, “por favor Messias, se estivesses no meu lugar como irias agir”. Foi assim que surgiu a ideia de procurar o livro de ponto dos professores, tirei todos os nomes e começei a orar para todos em casa. De salientar que, havia colegas que estavam a favor do vandalismo, inclusive o vice-director que queria a exoneração da directora, para ocupar o seu lugar.
Passadas duas semanas de oração, comuniquei aos superiores, tudo que estava a vivenciar no local de trabalho e fui orientada a interagir com a minha chefe e colegas, falando-lhes da limpeza. Comecei com a actividade de limpeza com duas colegas na primeira semana e com a ornamentação de flores em alguns locais. Na segunda semana, a minha chefe já elogiava a dedicação e deu-me a responsabilidade de escalar os professores, para passarmos a entoar todos os dias o Hino Nacional, algo que não acontecia.
Ao ser anunciada a dedicação de limpeza e a feitura de uma horta na escola, o Grupo Terra aderiu em massa. No princípio da limpeza, duas membros ganharam a permissão de estudar na mesma escola. Comovida, me disponibilizei para ir dedicar no gabinete da minha chefe, com um profundo sentimento altruísta; no final do dia, agradecemos e nos despedimos com bastante ânimo.
– A minha chefe, quando chegou à casa, segundo ela, após despir-se, notou um grande orifício no seio direito, que expulsava bastante secreção e sangue, sem nenhuma dor. Admirada, começou a pensar na origem daquele facto, concluindo que só poderia ser eu quem havia colocado algo no seu gabinete para que lhe acontecesse o pior. De imediato, fez fotos e deu a conhecer aos seus familiares informando ser eu a causadora, com a finalidade de lhe tirar a vida. Graças a Deus, que ela tem filhos técnicos de enfermagem, que prestaram os primeiros socorros, notando que não era nada grave e fizeram o curativo. Quando a sua mãe foi informada, reprimiu esse seu pensamento negativo, porque ela concluiu na altura, de que eu era uma assassina. Logo, a mãe disse-lhe que eu era a sua salvadora e que aquela limpeza feita na escola, também se reflectiu no interior dela, portanto devia agradecer a sua colega por tudo, porque se não fosse ela, o pior teria acontecido. No dia seguinte, a Diretora chamou-me para o seu gabinete, explicando-me o sucedido; para a minha total admiração e reconhecimento de mais um milagre de Meishu-Sama, ela mostrou-me as imagens e me apavorei, agradecendo do fundo do meu coração. Depois da minha conversa com a Diretora, fizemos a formatura para entoarmos o Hino Nacional, notando que duas alunas haviam desmaiado, uma com muitos vómitos e a outra que do seu bolso da bata, caiu um dente grande que não era humano e que estava dentro de uma embalagem. Após a sua recuperação, perguntamos se aquele dente era de quem, tendo ela respondido que era dela, mas os seus dentes estavam completos.
– Numa segunda-feira, recebemos a visita dos delegados do património das instituições públicas e disseram-nos que por ordem da delegada municipal, tinham ido conhecer a instituição e que no dia seguinte haveriam de voltar. No dia seguinte, para nossa surpresa, eles levaram materiais de apetrechamento para a escola, que confesso que foi um momento de muita alegria e emoção, pois a beleza da escola foi reestabelecida.
Passados meses, decidimos retomar a limpeza na instituição e contamos uma vez mais, com a ajuda dos fiéis da Igreja e dos alunos. Eu tinha ima inflamação no baixo-ventre, que me impossibilitava sentar em condições e por este motivo, fiz vários exames, mas sem sucesso. Depois de três dias da dedicação, quando cuidava da higiene corporal, notei que a inflamação havia desaparecido totalmente; naquele momento chorei de gratidão e mais uma vez fiquei maravilhada e comovida com o poder do Messias Meishu-Sama.
A Diretora, os meus colegas e alunos, já recebem Johrei e tudo que vivenciamos, intensificou a minha crença de que, o Messias Meishu-Sama é na verdade, o salvador da humanidade.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela oportunidade de conhecer esta maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
