“…devemos estar sempre atentos aos sinais…”

29 de Janeiro, 2026

“…devemos estar sempre atentos aos sinais…”

ROSA MARIA DE ALMEIDA VALÉRIO DA FONSECA
JOHREI CENTER DO JARDIM
MAPUTO
MOÇAMBIQUE

Sou membro e dedico nesta Unidade, como encarregada do Sanguetsu.

Conheci a Igreja Messiânica no dia 02 de Fevereiro de 2006, encaminhada por uma pessoa amiga.

O motivo que me levou a conhecer a Igreja foi a curiosidade, mas, ao começar a frequentar, apercebi-me de que, a doença, a pobreza e o conflito faziam parte da minha família, que com o cumprimento das práticas básicas orientadas, tudo foi ultrapassado.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a importância de se respeitar o mundo espiritual.

Quando foi declarada aberta a dedicação em preparação ao Culto Anual às Almas dos Antepassados, alinhei o meu Sonen, iniciando a dedicação com esse propósito, embora a minha mãe estivesse a purificar ligeiramente; na véspera do culto fui à Sede Central para dedicar em preparação deste grande culto que se realiza uma vez ao ano. Dediquei até por volta das 14:30. De volta à casa, encontrei a minha mãe ainda a purificar, mas, com alguma melhoria. De salientar que dias antes, convidei uma amiga para participar do culto que prontamente aceitou ao convite. Já em casa, dei continuidade à preparação de modo a que nada impedisse que eu participasse do culto no dia seguinte. Enquanto isso, fui interagindo com a minha convidada no sentido de reconfirmar a sua participação, ela mostrou-se muito animada. No próprio dia do culto, acordei e preparei-me, marquei com a minha convidada a hora e o ponto de encontro. Faltando 5 minutos para eu sair de casa, a purificação da minha mãe acelerou, acelerou de tal maneira que tomei a decisão de desmarcar com a minha convidada e pedi ao meu esposo para que ele fosse ao culto sem mim e que eu ficaria a cuidar dela. Esta situação me deixou num conflito comigo mesma, mas, antes do meu esposo sair de casa, recordei-me das palavras da Ministra no culto do dia da preparação, segundo as quais, deveríamos ficar atentos aos sinais, pois até ao dia do culto ainda iria acontecer muita coisa para impedir a nossa participação .

Fui à foto do Messias, fiz a oração e questionei: Meishu-Sama, eu que preparei este culto com todo afinco, será que não terei a permissão de participar? O que será dos meus Antepassados que foram por mim convidados a participar do culto? O que será deles, que de certeza já se encontram na porta da Sede à minha espera para entrar? E se eu for ao culto e acontecer alguma coisa com a minha mãe”? Enquanto eu fazia esta minha reflexão e oração, chegou à casa o meu irmão que também vinha da sua igreja. Sem pensar duas vezes, pedi ao meu irmão que cuidasse da mãe, enquanto eu ia à Igreja, pedindo que me mantivesse informada de qualquer situação.

Voltei a contactar a minha convidada no sentido de reativar o programa, o que não foi possível, porque ela já tinha assumido outro compromisso. Confesso que fiquei dividida entre ficar em casa e ir ao culto mas, mesmo com essa dúvida e confusa, parti para a Igreja preocupada, chegando quando faltavam 5 minutos para o início. Participei do culto com lágrimas a jorrar pelo rosto, amparada por uma irmã que estava ao meu lado, assisti o culto até ao fim.
Ao chegar à casa, encontrei a minha irmã e o meu cunhado, que tinham preparado algum mantimento para passarmos juntos o dia e a minha mãe bem melhor.

Com esta experiência, aprendi que, devemos estar sempre atentos aos sinais; aprendi também que devemos dar primazia ao mundo espiritual.

Tenho a horta caseira e cuido de duas casas. O meu compromisso, é de me empenhar ao máximo para salvar outras pessoas.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigada!

Partilhar amor

Procura mais alguma coisa?

Relacionados:

Reminiscência do dia
Ensinamento | Estudo Diário