Tenho 58 anos de idade, sou da província do Kwanza-Sul. Sou membro e dedico no Sector da Liturgia, deste Centro de Aprimoramento.
Conheci a Igreja Messiânica em 20 de Fevereiro de 2023, por intermédio de duas missionárias amigas, uma delas em memória.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja, foram: doenças e conflitos.
Eu sofria com dores no baixo ventre, insónias e conflitos no lar, que culminou em separação. Vivi essa situação durante 10 anos e, para solucionar, fiz vários tratamentos em hospitais públicos e em quimbandas, tendo gasto avultadas somas em dinheiro, sem obter resultados satisfatórios.
Na Igreja, fui recebida pelo plantonista, que após ouvir-me atentamente, orientou-me as seguintes práticas básicas:
- Receber 10 Johrei por dia;
- Manter a flor de luz em casa e distribuí-las aos vizinhos;
- Participar dos cultos e cultuar os Antepassados;
- Ter a horta caseira;
- Ler os ensinamentos de Meishu-Sama,
Cumpri com as orientações sem vacilar e em menos de um mês, o meu quadro de saúde melhorou. Em gesto de gratidão, materializei o meu donativo de outorga e tornei-me membro com o objectivo de servir melhor na Obra Divina.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a obediência no cumprimento das orientações.
Durante a preparação para o Culto Anual às Almas dos Antepassados, os dedicantes de diversos sectores ligados a área de expansão da Província, foram tiveram uma fase de entrevistas com o ministro, e nós dedicantes da Liturgia, não ficamos de fora.
Durante a entrevista, tive que expor as diversas situações que me causavam sofrimento como: dificuldades para encaminhar, formar novos membros, principalmente os meus familiares.
Depois de ouvir-me o ministro conscientizou-me de que a causa estava dentro de mim e que eu tinha que fazer um esforço para levar pelo menos um membro da família à Sede Central de África afim de participar do Culto Anual às Almas dos Antepassados. Confesso que apesar de ter agradecido pela orientação, pensei: “Onde vou tirar os valores para o táxi de duas pessoas se os rendimentos dos meus negócios não têm sido bons!?”. Dizer que vezes há que chegamos mesmo a não ter lucros. Ainda assim, não fiquei de braços cruzados e fui dedicando através das Práticas Básicas. Passei a dar assistência religiosa aos frequentadores que acompanho no meu bairro. Fazia oração, ministrava Johrei, vivência da flor e lia os ensinamentos pesando em ganhar a permissão para participar do Culto.
Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, recebi uma graça inesperada. A minha irmã menor ofereceu-me um valor, que agradeci profundamente. Vi na oferta a grande permissão para cumprir a orientação que tinha recebido. Depois de fazer o donativo de gratidão pela graça, retirei dos valores, para a peregrinação e e fui fazer a minha inscrição. Eu, a minha sobrinha e o seu bebê, tivemos a permissão de peregrinar à Sede Central onde participamos de todas as actividades relacionadas ao Culto Natural às Almas dos Antepassados; foi bastante emocionante.
De regresso ao Sumbe, notei as seguintes mudanças:
- As minhas filhas adolescentes, tinham se afastado da Igreja passando a frequentar uma outra religião desde 2015. Em casa, enquanto eu fazia a oração das 21 horas, elas não se importavam, ficavam a circular pela sala, ligavam música nos seus telefones e, em simultâneo, acompanhavam as músicas em voz alta, criando para mim no momento da oração, um certo desconforto, o que me deixava bastante irritada. Com a peregrinação à Sede Central, elas mudaram de comportamento. Às 21 horas todas vão comigo para o Altar e oramos juntas. No Culto Mensal de Novembro, uma delas por livre vontade, pediu que a levasse ao Centro de Aprimoramento afim de participar do Culto, assim como os meus netinhos que também participaram.
- Eu percebi que me faltava simpatia e isso fazia com que não conseguisse atrair outras pessoas, começando pelos membros da minha família.
- Uma das minhas filhas ao ler um trecho do ensinamento de Meishu-Sama, com o título “A Minha Natureza”, ficou comovida. No final, relatou que após a leitura, sentiu uma sensação de leveza.
Com esta experiência, aprendi que Meishu-Sama é o Messias esperado pela humanidade, que veio para nos tirar de todo e qualquer sofrimento.
Comprometo-me em cuidar do maior número de pessoas, bem como, participar da outorga para os membros da minha família. Faço dízimo, donativo de construção, gratidão diária, tenho a horta caseira e cuido de 3 casas de frequentadores, com um total de 12 pessoas.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigada!
