Sou membro, tenho 34 anos de idade, sou natural de Benguela, município da Baía Farta, resido no bairro Alto Liro, e dedico no Grupo Terra.
Conheci a Igreja Messiânica em 2009, por intermédio da minha mãe.
A minha mãe, fazia o uso exagerado de bebidas alcoólicas; sempre que bebesse, discutia e entrava em conflitos com as pessoas, contraía dívidas e, quando era cobrada, reagia com agressividade, o que a levou a ser detida por cinco vezes. Por causa disso, não conseguia cuidar dos filhos, motivo que nos levou a ir viver com a família do nosso pai. Após conhecer a Igreja Messiânica, em pouco tempo a mãe abandonou completamente o vício da bebida, recuperou o equilíbrio e voltámos a viver com ela. Ao perceber a grande mudança que ocorreu na sua vida, decidi também acompanhá-la à Igreja. Como forma de gratidão, tornei-me membro no mesmo ano.
No entanto, em 2014, caí na ingratidão e deixei de dedicar. Em 2024, a minha mãe também se afastou e parou de dedicar. Mesmo afastadas da Igreja, tanto eu como a minha mãe, continuávamos a usar o Ohikari.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o donativo de esforço máximo.
No ano de 2025, iniciaram-se visitas às casas de membros e frequentadores afastados; a partir daí, comecei a receber Johrei com frequência. Importa realçar, que eu estava grávida e passava por constantes purificações. Sentia fortes dores no baixo ventre e, muitas vezes, não conseguia andar devido à intensidade das dores. Sempre que recebesse Johrei, melhorava. Uma missionária me acompanhava com muita paciência, inclusive até ao dia do parto.
No dia 09 de dezembro, por volta das 15 horas, na companhia da minha mãe e da responsável, fui encaminhada ao Hospital Central. Por volta das 3 horas da madrugada, o meu filho nasceu por cesariana e, após cinco dias, recebi alta hospitalar. Dois dias depois de regressar à casa, por volta das 6 horas da manhã, acordei com hemorragia, sendo levada para o Hospital, onde a responsável passou a ministrar-me Johrei. Como a recuperação não evoluía, a responsável comunicou o caso ao responsável da Zona em que a nossa Unidade está ligada. Ele orientou-nos a realizar o donativo de esforço máximo e a assumirmos o compromisso de voltar a dedicar e a fazer a reflexão profunda.
Após o compromisso assumido e com o Johrei recebido no hospital, recuperei e, no prazo de três dias, recebi alta, mesmo sem ainda ter realizado o esforço máximo. No entanto, nessa mesma noite, por volta das 23 horas, comecei a sentir calafrios intensos dos pés à cabeça, acompanhados de muito medo. A minha mãe foi acordar a responsável, que veio imediatamente. Ao chegar, perguntou se já havíamos feito o esforço máximo e respondemos que não. Antes da purificação se intensificar, o meu esposo entregou-me um valor, dizendo que talvez fossem necessários. Entreguei o valor à minha mãe para guardar, mas tanto eu como ela esquecemos de realizar o esforço máximo, acreditando que a doença tinha ficado no hospital.
Logo após receber o dinheiro, voltei a adoecer, em estado ainda mais grave. Não suportando mais as dores, decidi finalmente realizar o donativo de esforço máximo e, imediatamente tudo o que eu sentia desapareceu.
O meu filho de 15 anos, passou por uma purificação com febres e dores de cabeça durante duas semanas.
Mesmo com medicação, a situação não melhorava. Ao recebermos o convite da responsável para dedicarmos na limpeza do lixo no bairro da Camunda, levei o meu filho ainda doente. Após a dedicação, ele recuperou totalmente. Até ao momento, já encaminhei quatro pessoas à fé, estando duas a frequentar a nossa Igreja.
Cuido também de uma jovem que sofre de colo aberto, mãe de um filho e com histórico de três abortos.
Apesar de vários tratamentos médicos, o problema persistia. Atualmente, ela recebe Johrei e a flor de luz, mesmo sendo de outra denominação religiosa, pois estou constantemente a acompanhá-la.
Faço dízimo, donativo diário e mantenho a horta caseira. O meu compromisso, é de encaminhar o maior número possível de pessoas.
Com esta experiência, aprendi que, devemos ser obedientes no cumprimento das orientações, pois elas são a chave do nosso sucesso.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela oportunidade de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
