Tenho 34 anos de idade, sou missionária e dedico como assistente do Sector do Sanguetsu.
Conheci a Igreja Messiânica em 2008, por intermédio da minha mãe, membro desta Igreja.
O motivo que me levou a conhecer a Igreja, foi de doença. Eu sofria de dores de bexiga e de cabeça, que para resolver, fiz tratamentos hospitalares e em casas de quimbandas tendo gasto avultadas somas em dinheiro e bens materiais durante 3 anos, mas não melhorei.
Um dos quimbandas afirmou que eu nunca mais teria filhos, o que aumentava ainda mais o sofrimento da minha mãe. Uma amiga dela, que é messiânica, vendo-me a padecer, falou-nos da Igreja e dos milagres do Johrei.
Na Igreja, fui recebida pelo plantonista que após ouvir-me atentamente, orientou-me as práticas básicas que cumpri sem dificuldades; uma semana depois, o meu estado de saúde melhorou completamente.
Como gratidão, materializei um donativo especial, tornando-me membro para melhor servir nesta Obra Divina.
Nesse mesmo ano, tive a permissão de conceber o meu primeiro filho e hoje sou mãe de 5 filhos, contrariando assim as afirmações do quimbanda que dizia que eu nunca teria filhos.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o cumprimento das orientações superiores.
Em 2021, tive a permissão de contrair matrimónio com o meu actual esposo; o meu lar tornou-se um lugar onde pairava a felicidade, mas levada pelas emoções, aos poucos comecei a afastar-me das dedicações, ia à Igreja de vez em quando, sem compromisso algum.
Acreditava que a felicidade no meu lar era algo que não iria mudar, mas quando menos esperava, de repente tudo mudou num piscar de olhos.
Em 2022, o meu esposo iniciou um negócio em um outro Município; ele sempre foi atencioso, carinhoso comigo e com os filhos. De repente, ele deixou de apoiar a casa, ficando a maior parte do tempo no Município e quando viesse, às vezes não entrava em casa, pegava no negócio e regressava; foi assim que, fiquei a saber que ele tinha um outro relacionamento e estavam a viver juntos. Ao falar com ele, para questionar sobre a situação, revoltou-se, dizendo que a partir dali já não iria apoiar a casa e que quem iria fazê-lo eram as pessoas que me contavam as coisas.
Magoada, passei a odiar o meu esposo, o nosso lar virou um local de brigas constantes, passando a lutar. Como a situação só piorava, decidi procurar o Ministro, que depois de me ouvir, orientou-me a desapegar dos problemas e a reassumir o meu compromisso de cuidar de outras pessoas; aceitei mas, como a mágoa era tão forte, não me permitia fazer nada. Mais tarde, o meu filho começou a cair, parecendo epilepsia, mas no hospital diziam que a criança não tinha nada ou seja os exames nada acusavam, piorando cada vez mais. Foi assim que, resolvemos procurar um quimbanda, que disse que a criança tinha sido enfeitiçada, pedindo uma quantia exorbitante para o tratamento, mas infelizmente a criança faleceu em casa do mesmo quimbandeiro durante o tratamento. Naquela hora, o quimbanda ao perceber-se da situação, disse para não chorarmos, pois iria complicar a sua vida junto das autoridades, dizendo ainda que, ele já tinha feito o seu trabalho e que o resto era com os médicos, mas nada mais havia para fazer, pegamos e levamos o corpo para a morgue e voltamos para casa para realizar o óbito.
Após essa desgraça, parei e fiz uma profunda reflexão, tomando a decisão de voltar a dedicar e a seguir as orientações superiores.
Depois de voltar a dedicar, não tardou muito, os mesmos sintomas que causaram a morte dessa criança, começaram a manifestar-se em uma outra. Dessa forma, resolvi entregar a Deus e intensifiquei a ministração de Johrei, mas o meu esposo decidiu levar a criança numa igreja profética onde o profeta passou a usar azeite no tratamento; mesmo assim, o quadro continuava a piorar. Eu pedia a Deus para despertar o meu esposo, no sentido de desistir dessas crenças; ainda assim, pegou na criança e levou-a a uma quimbanda que ao adivinhar, disse que o problema estava nos vizinhos que não queriam o nosso bem; para o tratamento, cobrou um cabrito, mas mesmo assim o quadro não mudou.
Entramos em desespero e o meu esposo finalmente deixou de interferir, permitindo que a criança recebesse Johrei; continuei a aprofundar na Rede de Salvação da minha vizinhança e passado duas semanas, pela graça de Deus e do Messias Meishu-Sama, a criança se restabeleceu por completo.
Ocorrências:
Uma vizinha que o filho sofria com hemorroidas, fez vários tratamentos hospitalares dentro e fora do País, tendo gasto muito dinheiro durante vários anos sem melhorias; depois de 14 dias de recebimento de Johrei e donativo diário, o seu filho melhorou. Como gratidão, materializou um donativo especial.
Com a minha mudança de postura em relação à dedicação, o meu marido foi mudando o seu comportamento gradualmente, tornando-se cada vez mais, numa pessoa prestativa. Certo dia, depois da limpeza profunda em casa, ofereceu-me uma quantia em dinheiro considerável para minhas necessidades e um par chinelos; também comprou roupa para todas as crianças algo que há muito tempo havia deixado de fazer.
Aprendi que, quando os nossos pensamentos, sentimentos e acções correspondem com a vontade Divina, ganhamos maior protecção.
O meu compromisso, é de continuar a ser útil na construção do Paraíso Terrestre.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de servir nesta Obra Divina.
Actualmente, cuido de três famílias, num total de 14 pessoas.
Muito obrigada!
