“…os Antepassados estão vivos dentro de nós e o…”

1 de Junho, 2026

“…os Antepassados estão vivos dentro de nós e o…”

ALICE CHAMBULA NOÉ
NÚCLEO DE JOHREI DA CAUMBA
CENTRO-SUL
HUAMBO
ANGOLA

Tenho 38 anos de idade, resido no bairro Benfica, sou membro e dedico como auxiliar do Grupo Sociedade de Mulheres.

Conheci a Igreja Messiânica em 20 de Outubro de 2015, por intermédio de uma missionária.

Os motivos que estiveram na base do meu    encaminhamento foram  conflitos conjugais.

De realçar que, o meu esposo ficava violento comigo, quando soubesse  que o seu salário iria cair, chegando a  abandonar-me com os filhos. Mais tarde, tivemos que nos separar.

Certa vez, fiquei doente e internada, com as crianças a passarem necessidades o que me deixou ainda mais triste.

Foi nesse auge de sofrimento, que conheci  a Igreja, onde, após ser atendida pelo plantonista, orientou-me o seguinte:

  • Receber 10 Johrei por dia;
  • Manter a flor de luz em casa;
  • Ter a horta caseira;
  • Dedicar no banheiro;
  • Encaminhar pessoas à Igreja;
  • Fazer donativo diário.

Certo dia, levei a minha filha de 12 anos à Igreja e lá, ela começou a incorporar; a ministra vendo aquela situação, orientou-me a fazer o Sorei Shaishi,  do espírito de meu pai e minha mãe.

Graças a Deus, após cumprir a orientação, esse fenômeno nunca mais se verificou.

No dia seguinte, fui fazer o plantão na Unidade Religiosa e de regresso à casa, encontrei as crianças  com fome e eu já não sabia o que fazer, porque o dinheiro eu havia feito o Sorei Saishi. Aí, comecei a lamuriar. Ao dormir, sonhei com os meus pais perguntando: porque é que, as crianças estão assim? Respondi que estávamos  a passar dificuldades.

A minha mãe me disse  para eu ir ao banco, tirar o dinheiro que estava na minha conta e orientou-me que o mesmo seria para a peregrinação do Culto do Paraíso Terrestre.

No início vacilei, dizendo que não era possível, pois que eles já partiram para o mundo espiritual, como vou ao banco e encontrar dinheiro. Então ao acordar, pensei comigo mesma: Aquilo era apenas um sonho.

Depois de algumas horas, ouvi novamente a voz dela dizendo para não vacilar e tirar o dinheiro no banco. Fui à casa de uma missionária, contei o ocorrido e agradecemos. No final, disse-me para ir ao banco consultar e posta lá, encontrei na realidade dinheiro; incrédula,  pedi para um desconhecido consultar novamente e confirmou o valor que era de cento e quarenta mil kwanzas, o que deixou-me bastante surpresa.

Confusa, retirei o dinheiro e voltei para a casa da missionária, que orientou-me a fazer o dízimo, donativo de construção do Solo Sagrado, oferenda para eles e tirei também o donativo da peregrinação para o culto do Paraíso Terrestre que se avisinha.

De noite, sonhei novamente com a minha mãe dizendo: Você é a única pessoa que nos cuida e nos dá de comer, se você sofrer nós também sofremos, se parares de dedicar perdemos forças, pois do jeito que cuidas de nós, também te cuidaremos e é por esse motivo que mandamos o dinheiro.

Com esta experiência, aprendi que os Antepassados estão vivos dentro de nós e o mundo material é o reflexo do mundo espiritual.

O meu compromisso, é de encaminhar o maior número de pessoas à fé.

Com a permissão de Deus, encaminhei mais de 200 pessoas  e cuido de cinco casas, onde faço oração, ministro Johrei e coloco flores.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

 

Muito obrigada!

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