“…diante das purificações, devemos agradecer e aprofundar…”

24 de Julho, 2026

“…diante das purificações, devemos agradecer e aprofundar…”

ADÉLIA CARLOS VILANCULOS
CENTRO DE APRIMORAMENTO DE MAPUTO
MAPUTO
MOÇAMBIQUE

Sou membro e dedico na Liturgia deste Centro de Aprimoramento.

Conheci a Igreja em 2012, por intermédio de uma missionária.

O motivo que me levou a conhecer a Igreja, foi a doença, que com o cumprimento das práticas básicas orientadas, foi superada.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a importância do cumprimento das práticas básicas orientadas.

Eu e o meu falecido esposo, compramos um terreno para construir a nossa casa. Porém, após o seu falecimento, continuei pagando o terreno aos poucos. Contudo,  por causa do trabalho, fiquei sem tempo para ir visitar o terreno com regularidade. Começaram então os conflitos com a pessoa que cuidava do terreno.

No meu local de trabalho, eu também enfrentava desentendimentos constantes com a minha patroa.

Foi assim que, fui pedir orientação superior, que quis saber como estavam as minhas dedicações e o cumprimento das práticas básicas da fé. Eu falei-lhe da minha dificuldade em praticar o donativo de gratidão e que havia negligenciado o dízimo. Ele orientou-me a alinhar o sonen para fazer o dízimo corretamente e sem falhar, fazer o donativo de pedido de perdão e aprofundar no cumprimento das outras práticas da fé Messiânica. Coloquei tudo em prática seguindo com as orientações correctamente.

O conflito no meu trabalho piorou e não suportando mais, decidi pedir demissão. Conversei com a Ministra responsável que me orientou a agradecer pela purificação e a intensificar nas dedicações no Centro de Aprimoramento. Uma vez que não tinha dinheiro para o transporte, passei a dedicar apenas nas quartas-feiras e domingos nos dias das preces de elevação espiritual aos antepassados, assim, chegava mais cedo dedicava na limpeza e arrumação da Nave e participava da marcha de Johrei antes e depois do culto. Intensifiquei na assistência religiosa a outros membros e frequentadores, com o sonen de debruçar no cuidado ao próximo.

Uma experiência marcante para mim foi quando dei assistência a uma irmã que  havia fraturado o braço. Os médicos haviam dado seis meses de recuperação, mas alertaram que, após esse período, ela ainda teria sequelas e dificuldades para mexer o braço. Passei a ir à casa dela semanalmente e ministrava duas horas de Johrei, antecedida de oração e as vezes levava a flor.  Em dois meses, ela recuperou integralmente sem sequela alguma, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama.

Foi assim que, tive a permissão de ser convidada para dedicar na liturgia, o que aceitei prontamente. Passei a ir duas vezes por semana para as dedicações e para participar da marcha de Johrei, antes e depois do trabalho.

Dessa forma, recebi as seguintes graças:

– O secretário do bairro onde fica o meu terreno, prontificou-se a ajudar-me a finalizar a compra do espaço. Com isso, legalizei a propriedade e sai do conflito.

– Ganhei um novo emprego, no qual recebo o dobro do salário que ganhava no anterior, onde trabalho até hoje. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama.

– Percebi que conquistei um lugar visível na comunidade; antes, eu era uma pessoa muito apagada e sem ânimo.

– Outra experiência sobre a assistência religiosa, ocorreu por ocasião do nascimento da minha neta, em Fevereiro de 2026. Ela nasceu com microcefalia, uma condição caracterizada pelo tamanho aumentado da cabeça. Aos 26 dias de vida, precisou ser submetida a uma cirurgia na cabeça. A mãe e a criança permaneciam internadas no hospital, pois a bebê ainda precisava de cuidados intensivos.

Passei então a levar flores ao hospital, distribuindo-as entre todas as mães que também estavam internadas; ministrava Johrei e fazia orações todos os dias, após o trabalho.

Duas semanas depois, receberam alta, com a recomendação médica de retornar para uma segunda cirurgia, prevista para 30 dias após a alta. A minha filha veio morar comigo durante esse período. Todos os dias participávamos da oração das 6 horas na Unidade, recebíamos Johrei e permanecíamos  até às 12 horas. Passados 30 dias, voltámos ao hospital e o médico disse que já não precisávamos operar a bebé. A cabeça da criança reduziu cerca de metade do seu tamanho inicial, tendo normalizado. Igualmente parou de chorar de dor. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, um milagre inexplicável e indescritível, que fortaleceu ainda mais a minha fé e a de toda a minha família.

Minha filha tornou-se frequentadora assídua. Pelas graças recebidas, materializamos um donativo de gratidão especial.

Com esta experiência de fé, aprendi que, diante das purificações, devemos agradecer e aprofundar cada vez mais nas práticas básicas da fé messiânica.

O meu compromisso, é de empenhar-me no encaminhamento e na formação de membros convictos.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.

Muito obrigada!

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