Aquele que considera o ser humano
uma existência realmente elevada e nobre
é um verdadeiro ser humano.
(…) Deus concedeu ao ser humano a liberdade infinita. Eis a Verdade. Às demais criaturas, como os animais e os vegetais, Ele permitiu a liberdade limitada. Dessa forma, a nobreza do ser humano reside nesta diferença. Falar da sua liberdade é dizer que, quando ele se eleva, torna-se divino; quando se degrada, equipara-se ao animal. Em outras palavras, ele existe entre os dois extremos. Se desenvolvermos esse princípio, veremos que, dependendo das ações do ser humano, o mundo se torna um paraíso jubiloso, ou ao contrário, um inferno desolador. Esta é a Verdade. (…)
Coletânea Alicerce do Paraíso, vol. 1, “Esclarecimento e concretização da Verdade”, 30 de janeiro de 1950
O Pão Nosso de Cada Dia, vol. 1