“…a convicção de que Meishu-Sama é realmente o…”

13 de Agosto, 2026

“…a convicção de que Meishu-Sama é realmente o…”

NGALAMULUME ALEXIS
REDE DA SALVAÇÃO DE CETA
KINSHASA
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO

Conheci a Igreja Messiânica em Junho de 2026, através da minha esposa.

Certo dia, ao passar pela estrada, ela encontrou uns missionários que realizavam uma campanha de distribuição de flores.
Conversou com eles e expôs todos os problemas que a nossa família enfrentava. Entretanto, como eu ainda não conhecia a Igreja, era contra a participação dela nas atividades da Igreja. Mesmo assim, quando eu saía para o trabalho, ela continuava a frequentar para receber Johrei.

Sou militar e um dia, durante o serviço, fui acometido por uma forte febre. Ao regressar à casa, o meu estado agravou-se rapidamente. Fui levado ao hospital, aonde iniciei tratamento, mas a situação piorava a cada dia.
Já não conseguia permanecer sentado nem deitado, devido às dores intensas. Sentia fortes dores na parte de trás da cabeça, todo o meu corpo tremia e o sofrimento era insuportável. Depois de vários exames, os médicos descobriram um grande abcesso nas minhas costas. Explicaram que não era possível realizar uma cirurgia naquele momento e que seria necessário esperar que o abcesso amadurecesse naturalmente. Permaneci duas semanas internado sem qualquer melhoria. Não conseguia comer, caminhar, sentar-me nem descansar. Chorava constantemente por causa das dores e já havia perdido toda a esperança de recuperar a saúde.

Ao ver o meu sofrimento, a minha esposa correu até à Igreja e pediu ajuda aos missionários.
Quando chegaram à nossa casa, encontraram-me deitado, a chorar. Oraram comigo e pediram-me que segurasse uma oferta de gratidão nas mãos, durante a oração. Em seguida ministraram-me Johrei durante cerca de duas horas, recitando a Oração Amatsu Norito e o Zenguen Nsanji. Também ministraram Johrei nas minhas costas, ombros e rins.
Durante essa ministração, comecei a sentir uma grande leveza por todo o corpo; no final, o missionário disse à minha esposa: “Amanhã de manhã, traga o seu marido para a oração do desafio matinal.”
Fiquei admirado, pois nem sequer conseguia caminhar. Mesmo assim, o missionário garantiu que no dia seguinte eu teria condições de ir à Igreja.

Foi então que aconteceu o milagre: Aquele abcesso que os médicos não conseguiam operar, abriu-se sozinho poucas horas depois de receber Johrei; o pus começou a sair naturalmente e recuperei forças suficientes para caminhar até à Igreja e participar da oração matinal. A alegria da minha esposa e a minha, foram imensas.
Durante esse período de purificação, tive também um sonho em que um jovem me dizia: “Pensavas que por seres militar da Guarda Republicana te salvarias? Prepara-te, porque vão enterrar-te.”

Ao despertar, compreendi que, aquela visão revelava a existência de fortes influências espirituais negativas.
Na manhã seguinte, voltei à Igreja para receber Johrei; para minha surpresa, esse mesmo jovem apareceu perto da Igreja e disse-me: “Sobreviveste porque vieste para esta Igreja. Conheço esta Igreja desde há muito tempo, em Mbuji-Mayi.”

Os missionários acolheram-me com muito carinho. Explicaram-me a importância do arrependimento, da prática do Johrei, das ofertas e da dedicação à Obra Divina. Também colocaram flores na nossa casa e fizeram oração em favor da nossa família.
No segundo dia de Johrei, o abscesso rompeu-se completamente, de forma natural. Saiu uma grande quantidade de pus e a minha esposa ajudou-me a limpar a ferida.

A partir daquele momento, senti uma profunda paz interior. O meu apetite voltou, passei a caminhar normalmente e todas as funções do meu organismo foram restabelecidas.
Os missionários incentivaram-me a perseverar nas práticas básicas da fé. Passei a participar diariamente da oração do desafio matinal, continuei a receber Johrei, a oferecer gratidão e a manter flores na minha casa.

Em apenas cinco dias, a minha saúde foi completamente restaurada, ficando até melhor do que antes da doença. Pude regressar ao meu trabalho, na Guarda Republicana.
Essa graça Divina, também alcançou as pessoas ao meu redor. O meu vizinho começou a receber Johrei. Até o jovem que antes me dirigira palavras ofensivas hoje recebe Johrei e frequenta igualmente a Igreja.
Atualmente, toda a nossa família, a minha esposa, a minha cunhada e eu, recebemos Johrei com grande alegria.

Por meio desta experiência, adquiri a convicção de que Meishu-Sama é realmente o Messias enviado por Deus, para libertar a humanidade dos seus sofrimentos.

Por isso, decidi abrir o donativo e preparar-me para receber o Ohikari e dedicar-me à Obra Divina, para também levar a salvação a muitas outras pessoas.

Expresso a minha profunda gratidão a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, por me terem conduzido a este caminho da salvação.

Agradeço igualmente aos ministros, missionários e a todos os responsáveis da Igreja que me acompanharam e apoiaram durante esta difícil purificação.

Muito obrigado!

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