Sou membro e dedico neste Centro de Aprimoramento.
Conheci a Igreja messiânica em 2008, por intermédio dos meus Antepassados, por motivo de dificuldades financeiras.
Em 2008, trabalhava numa empresa de construção civil. No início tudo ia bem, mas depois de um certo tempo, o dono da empresa resolveu reduzir o número de funcionários, alegando queda nas receitas da empresa. Diante desta decisão, fui o primeiro a ser despedido, tendo na altura recebido uma indemnização.
Depois do ocorrido, como tenho familiares e amigos fora do País, decidi imigrar para a Europa, tendo para isso contactado alguém que me pudesse ajudar nesse sentido, entregando para o efeito 3.000 dólares para tratamento da documentação; fiquei feliz e confiante, no trabalho dessa pessoa , mas tive uma grande desilusão pois fui burlado, embora outras pessoas tenham tido mais sorte.
Depois de fracassar nesse projecto, tentei mais duas vezes, tendo também acontecido a mesma coisa.
Com as perdas constantes de dinheiro, comecei a passar por dificuldades financeiras extremas, ao ponto de passar fome, o que me levou a um quadro de depressão, não sabendo mais o que fazer. Refleti no porquê de tantos resultados indesejados: “se não faço mal a ninguém, o dinheiro que eu ganhei foi honestamente, porque perdi todo o dinheiro assim? Deve ter uma causa espiritual”. Foi então que, passei a pesquisar as igrejas espiritualistas, que em nada me convenceram.
Certo dia, quando passava pela rua do Maculusso, fui abordado por uma irmã que me ofereceu uma flor, que aceitei apesar da dúvida; depois de alguns dias, como o sofrimento persistia, decidi passar a frequentar. Recebido pelo plantonista que depois de ouvir atentamente o relato do meu sofrimento, orientou-me as práticas básicas da fé. Com o cumprimento dessas orientações, fui agraciado com um emprego, graça que me fez sair do nível de dificuldades em que vivia. Assim, para agradecer, fiz um donativo especial de gratidão.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o cumprimento das orientações superiores.
No dia 22 de abril de 2024, fui diagnosticado com o vírus da hepatite C, durante a inspeção médica requisitada para o contrato de trabalho numa empresa. Ouvindo o diagnostico, fiquei apreensivo, pois que, condicionaria o meu ingresso nesse novo emprego, porque com esse vírus a possibilidade de ser contratado era mínima. Diante dessa situação, compreendi que se tratava de purificação, tomando a decisão de materializar um donativo de construção, junto com os meus Antepassados, encaminhando a purificação ao Messias Meishu-Sama.
No dia seguinte, fui a um médico especialista, que resolveu passar um certificado de aptidão que me possibilitou assinar o contrato, mas aconselhou-me dizendo: “a tua doença é delicada, mas vou te deixar trabalhar, para que com o cartão de saúd, possas cobrir todas as despesas do tratamento que fizeres.” Fez uma lista de exames para fazer com urgência.
No princípio, não aceitava o diagnóstico; trabalho no alto mar, onde fico 28 dias; na minha primeira viagem de trabalho, comecei a sentir dores de barriga durante toda a minha estadia lá. Quando regressei a Luanda de folga, fiz tratamento da Febre Tifoide por causa das dores que sentia, mas sem resultado nenhum. Viajei novamente e no local de trabalho, as dores se intensificaram ainda mais, trabalhava mesmo assim, cumpria o tempo de serviço. De regresso a Luanda, fui fazer o teste de Hepatite C, de forma particular e o resultado foi positivo.
Tendo a segunda confirmação do diagnóstico, fiquei preocupado porque segundo a pesquisa que fiz, a Hepatite C é uma doença rara e não tem tratamento aqui em Angola e muito menos a nível dos farmacêuticos que trabalham no nosso território nacional. Na consulta de especialidade onde fiz o teste, passaram-me uma requisição para fazer a Análise de Carga Viral para saber a quantidade de vírus que se encontrava no meu organismo, porque só com essa análise, é possível averiguar o grau de tratamento para esse vírus.
Por possuir o cartão de saúde, que cobre todos as despesas médicas, a minha esposa passou a pressionar-me, no sentido de logo começar o tratamento, mas segundo a Clínica consultada, esse tipo de análise iria demorar cerca de 1 mês, porque as amostras teriam de ir para o exterior.
Diante dessa situação, percebi que só tinha um caminho, entregar o meu problema nas mãos do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama. Assim que saí da Clínica, conversei com a minha esposa sobre o assunto, partilhando com ela que pretendia apostar na fé. Foi então que, fui falar com o responsável, que orientou-me as seguintes práticas:
– Receber muito Johrei; encaminhar pessoas para a Obra Divina e cuida-las; fazer donativos de construção, diários e praticar o auto Johrei.
Atendendo à gravidade da minha situação não vacilei diante da orientação dada, pois este vírus, destrói o fígado e os rins. Passei a me esforçar na pratica do auto Johrei no local de serviço, pois mesmo com dores, eu trabalhava com o sentimento de gratidão.
Me empenhei na materialização dos donativos durante oito meses, aprofundei na dedicação de encaminhamento de pessoas, que se tornaram frequentadores da Igreja, mesmo purificando, não medi esforço em cuidar deles. Com o empenho gradativo no cumprimento das orientações recebidas, as dores passaram por completo; anteriormente ao acordar, para levantar da cama, tinha que ser devagar em um dos lados, as dores eram intensas, mas actualmente posso levantar rápido e de qualquer jeito, não sinto dores nenhumas.
Como já completei um ano nesta empresa e seguindo a regra da instituição, fomos orientados a fazer novamente outra inspeção médica; fiquei com medo, mas criei coragem, fui à clínica e fiz os exames, cujos resultados deram negativo, portanto estou curado da doença que tanto temia.
Aprendi uma vez mais, sobre a importância de valorizar as práticas básicas da nossa Igreja, principalmente o Johrei e os Ensinamentos de Meishu Sama.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigado!
