“…a obediência é a chave do sucesso…”

3 de Setembro, 2026

“…a obediência é a chave do sucesso…”

EVA JOSEFA QUIMUANGA DIDILA
CENTRO DE APRIMORAMENTO DO ZANGO
CENTRO-SUL
ICOLO E BENGO
ANGOLA

Sou frequentadora.

Conheci a Igreja Messiânica em 2025, por intermédio do meu cunhado e da minha irmã.

Sempre vivi com a minha irmã e após ela ter-se casado, continuamos a viver juntas; o meu cunhado é membro da Igreja Messiânica há muitos anos. A minha irmã tornou-se membro da Igreja e eu frequentadora.

Em setembro de 2025, passei a sentir muitas dores de dente, fui ao médico e descobrimos que o meu dente siso estava a crescer; para a surpresa dos médicos, este dente estava a crescer numa região ligada aos nervos, área muito sensível e perigosa. Então, uma má extração poderia partir os maxilares, causando paralisia e em situações graves, levaria à morte. Segundo a explicação do hospital, não tinham equipamentos para efetuar esta cirurgia complexa, receitando assim, alguns medicamentos para minimizar as dores que eu sentia, enquanto avaliavam uma forma de tratarem-me. No entanto, passei a tomar a medicação, mas as dores não paravam, apenas diminuíam.
Passados alguns dias, voltei ao hospital e os médicos ainda procuravam uma solução para tratar o meu dente e sem resultados, suspenderam a medicação sobre o risco de a mesma fazer-me mal ao estômago.

Enquanto isso, a minha irmã falou com uma amiga que é médica, mostrando-lhe o resultado do meu raio-X para confirmar o diagnóstico inicial. A mesma confirmou a gravidade da situação e aconselhou procurarmos uma clínica para a realização da cirurgia, mas os preços estavam muito altos. Foi decidido transferirem-me para um outro hospital, aguardando a guia de transferência, pois que, este outro hospital dispõe de condições e melhores equipamentos. O meu cunhado, vendo a minha situação, passou a ministrar-me Johrei todos os dias.

Quando os médicos suspenderam a medicação caí no desespero, porque as dores eram intensas e fortes principalmente à noite, por isso eu ia para o quarto da minha irmã, onde me sentia acolhida e passava a maior parte do tempo recebendo Johrei do meu cunhado e da minha irmã, durando três semanas. Passado algum tempo, fui ao hospital para uma avaliação e me encontrei com o meu tio médico, que por coincidência, trabalha no hospital.

Após ver os resultados, ele tranquilizou-me e disse-me que falaria com uma das colegas para ter novamente uma segunda avaliação. Três dias depois, o meu tio voltou a ligar para mim, a pedir que eu fosse ao hospital, para uma breve consulta e, ao mesmo tempo, pegar a minha guia de transferência. Para nossa surpresa, após a avaliação, a médica concluiu ser possível fazer a cirurgia e não era tão complexa, conforme os resultados anteriores.

Naquele mesmo momento, fui submetida à cirurgia, que em menos de 20 minutos foi feita para a nossa alegria e alívio. Ao chegar à casa, os meus familiares não acreditaram na rapidez da cirurgia e o processo de recuperação foi ainda mais rápido. No entanto, para agradecer esta graça, materializamos um donativo de gratidão para elevação dos nossos Antepassados. Através dessa experiência, posso comprovar que o Johrei curou-me.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a obediência no cumprimento das orientações Superiores.

Em dezembro do ano passado, fui à secretaria da Universidade, solicitar a minha acta de defesa e o meu Certificado, mandando-me aguardar.

Em Março deste ano, descobri que todos os meus documentos referentes à minha defesa tinham desaparecido. Não havia documentos que comprovavam a entrega do meu trabalho de fim de curso e que tinha defendido a minha Licenciatura. Para o efeito, recorri às fotos e vídeos que tinha no telemóvel, que foram tiradas no dia da minha defesa e entreguei na secretaria da Universidade. A ser verdade, a secretária da universidade começou a procurar os meus documentos, ninguém sabia aonde estavam, tornando-se num mistério.
Essa situação durou aproximadamente 4 meses, com muitas voltas por parte da Universidade e a resposta era que estavam à procura dos documentos e, eu tinha que ficar calma. Entretanto, recorri ao meu professor que foi presidente da mesa de júris e que garantiu-me que trataria do assunto mas, não conseguia dar solução. Preocupada com essa situação, pois corria o risco de perder a cerimónia de outorga e recebimento de diplomas para licenciados que estava próxima e consequentemente, a oportunidade de melhores empregos, entrei em desespero.

A minha irmã, vendo essa situação, levou-me ao Altar e oramos materializando um donativo. Certo dia, falei novamente com o presidente da mesa, pedindo para resolver a minha situação rapidamente, tendo em conta que a data da cerimónia estava próxima. O presidente, ficou chateado e, disse-me que sendo assim ele já não trataria do assunto e que eu deveria resolver diretamente com a Direção da escola e deixou de atender os meus telefonemas.

Esta situação deixou-me mais desconfortável ainda e voltei a ligar à minha irmã que, na altura encontrava-se a dedicar no Solo Sagrado de Cacuaco; ela orientou-me a pedir desculpas ao presidente e me tranquilizou dizendo que, naquele momento estava a orar em prol da minha dificuldade. No dia seguinte, a minha irmã convidou-me para participar da Oração especial no Domingo, no Centro de Aprimoramento; na ocasião, fui recebida pelo Ministro, que após ouvir-me atentamente, orientou-me as práticas básicas da Igreja:
Receber 10 Johrei por dia;
Manter a flor de luz em casa;
Dedicar no banheiro;
Fazer o donativo diário;
Assistir aos cultos vesperais todos os dias.

O Ministro na ocasião, reforçou que faríamos esse desafio durante 30 dias. Portanto, fomos ao Altar e confirmei o meu compromisso diante de Deus e Meishu-Sama; enquanto isso, segundo a minha irmã, incorporei começando a chorar.
Passados 4 dias, fui até à Universidade saber como andava a minha situação e encontrei-me com o presidente. Após breve saudação, decidi sentar-me no pátio da escola, pois no meu íntimo desejava falar com o presidente, mas não sabia como. Depois de um longo período sentada, decidi voltar para casa e para o meu espanto, o presidente no mesmo instante saiu e, aproveitei falar com ele, que me informou já ter dado entrada da carta no Gabinete da Presidente da universidade. Ouvindo essas palavras, exclamei dizendo: Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama! Foi assim que, o presidente se apercebeu que pertencemos à mesma Igreja Messiânica. Minutos depois, um dos funcionários da secretaria foi ao nosso encontro com um documento e dirigiu-se ao presidente, dizendo que o despacho já havia saído; para o meu espanto e alegria, era o despacho que comprovava a minha defesa e o referido documento que autoriza a reconstituição da Acta para a elaboração do meu certificado.

No dia 6 de Julho, assinei a confirmação dos dados para a emissão do meu certificado e fiquei muito feliz com essa graça; logo comuniquei ao ministro que me orientou a agradecer. Com muita gratidão, materializei um donativo especial com o meu salário, para construção do Solo Sagrado de África, para agradecer este grande milagre.
No dia 30 de Julho, pela graça do Messias Meishu-Sama, irei finalmente ser outorgada na Universidade.

Com essa experiência de fé, aprendi que Meishu-Sama é realmente o Messias há tanto tempo esperado pela humanidade; aprendi também que, a obediência é a chave do sucesso.

O meu compromisso, é tornar-me membro para fazer as pessoas felizes; para além disso, faço donativo diário, participo da marcha de Johrei e distribuição de flores.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, por conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigada!

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