Tenho 30 anos de idade e, neste momento, estou a aprimorar como Responsável do Johrei Center do Futungo.
Conheci a Igreja Messiânica em 2016 e o meu despertar para a missão, aconteceu em 2022. Desde então, dediquei como assistente do responsável. No passado mês de abril, fui comunicada de que o Responsável Francisco Caiongo, tivera sido transferido para o Município do Soyo, Província do Zaire e de que eu assumiria a responsabilidade da Unidade. Inicialmente, senti um misto de emoções e preocupação, pois acreditava que não estava preparada para essa missão.
No entanto, com o apoio do Ministro da Sub-Área e dos membros da Unidade, consegui refletir que a Obra não era minha, mas sim de Deus e de Meishu-Sama, sendo eu apenas um instrumento. Materializei um donativo de esforço máximo para agradecer a missão, pedindo também força a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus Ancestrais e Antepassados. Como estávamos na fase de preparação do Culto do Paraíso Terrestre, senti uma responsabilidade ainda maior perante a missão.
O Ministro da Área, criou um modelo de atuação que facilitasse às equipas de expansão a prática das orientações recebidas para a preparação do Culto do Paraíso Terrestre. No dia 12 de maio, liderou uma jornada de visitas às casas dos membros e frequentadores ligados ao Johrei Center do Futungo. Participaram também o Responsável da Sub-área do Futungo, responsáveis de outras unidades e missionários.
Nesse dia, uma equipa permaneceu no encaminhamento à porta da Unidade, enquanto outra ficou na nave, recepcionando, atendendo e ministrando Johrei às pessoas. No final, as três equipas apresentaram os respetivos relatórios das atividades realizadas. O Responsável da Área orientou a continuidade deste modelo, envolvendo todos os fiéis e acompanhando-os de forma mais próxima.
Comecei então por visitar os lares dos meus braços, onde realizei a vivência da flor e atendimentos individuais sobre as suas dificuldades pessoais e no cumprimento da missão, conduzindo-os à prática. Aprofundei também na orientação de que, cada membro deveria cuidar de pelo menos, 10 frequentadores, ministrar e receber Johrei diariamente, aprofundar na leitura dos ensinamentos de Meishu-Sama, realizar limpezas e outras práticas que contribuem para a elevação espiritual.
Para um melhor cumprimento das orientações, o Ministro da Sub-Área definiu connosco metas mensais e diárias por equipas, as quais nos esforçámos para cumprir. Enquanto eu visitava os lares dos missionários, as outras equipas permaneciam na Unidade, realizando o encaminhamento e o atendimento das pessoas.
Despertei também para cuidar de frequentadores, ensinando-os, a desenvolver as práticas básicas da nossa Igreja e a aprofundar na dor das outras pessoas.
Fruto dessa preparação, tive a oportunidade de vivenciar as seguintes ocorrências:
– No Culto do Paraíso Terrestre, registámos a presença de 121 fiéis;
– O compromisso dos fiéis com o servir, melhorou significativamente. Atualmente, ao chegarem à Unidade, não permanecem sentados como antes; fazem a oração, confeccionam flores e dirigem-se naturalmente para o encaminhamento à porta da Igreja. Com isso, a frequência diária da Unidade melhorou consideravelmente.
– Tivemos a permissão de receber a visita do comandante da Polícia da Esquadra do Futungo, acompanhado pela sua equipa. A visita enquadrou-se na campanha de consciencialização dos munícipes, sobre a missão dos órgãos de segurança.
– Uma frequentadora que estou a cuidar, purificava com fortes dores de cabeça e não conseguia permanecer de pé. Após receber Johrei, oração e de ter feito a reflexão profunda, materializou um donativo. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, as dores cessaram, despertando nela o desejo de se tornar membro. Já realizou a abertura da ficha de outorga e começou também a cuidar da casa de uma frequentadora.
– Uma membro que enfrentava dificuldades para encontrar emprego, após realizar a reflexão profunda, foi orientada a aprofundar no sofrimento das outras pessoas. Depois de colocar essa orientação em prática, recebeu um telefonema de uma empresa a convocá-la para uma entrevista. No dia seguinte, realizou a entrevista e foi admitida. Muito feliz, agradeceu com um donativo e, após receber o primeiro salário, materializou novos donativos, continuando a aprofundar nas práticas básicas.
– Uma outra frequentadora que tinha resistência em fazer donativos, após receber orientações sobre a necessidade e a importância dessa prática, despertou e passou a materializar os seus donativos regularmente.
Pessoalmente, tenho notado mudanças significativas no meu sentimento. O medo diminuiu consideravelmente, sinto-me mais confiante e com maior disposição para ser utilizada como instrumento de Deus e de Meishu-Sama, procurando sempre aprender com os ensinamentos, com os meus superiores e com os colegas de expansão.
Gostaria ainda de realçar que, sou aluna do Curso de Teologia; esta formação tem servido como base, no cumprimento da minha missão e para o meu aperfeiçoamento pessoal.
Com estas mudanças, aprendi que as práticas básicas e as diretrizes orientadas, representam a base da nossa felicidade.
O meu compromisso, é de continuar a dedicar no sofrimento e na dor das outras pessoas, através das três colunas da salvação.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação. A minha gratidão estende-se também aos meus superiores, que me têm orientado com muito amor e carinho.
Por favor, continuem a orientar-me.
Muito obrigada!
