Sou membro, dedico como plantonista integral e pertenço ao Grupo da Sociedade de Senhoras desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em 2002, por intermédio da minha mãe.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram: doenças, nomeadamente dor de vista terrível, dor de ouvido, dor de bexiga, dor de estômago, dificuldades financeiras, conflitos familiares e mortes constantes na família. Com relação às mortes, todos os meus irmãos faleceram um após o outro, que cheguei ao ponto de ficar sozinha. Tais sofrimentos duraram cerca de 7 anos.
Na Igreja, fui recebida pelo plantonista que, depois de ouvir-me atentamente, orientou-me o seguinte:
Receber 10 Johrei por dia; manter a flor de luz em casa, oferecendo-as aos vizinhos; encaminhar pessoas à Igreja; dedicar na limpeza da Nave e do banheiro e participar das actividades programadas pela Igreja.
Cumpri com essas orientações sem vacilar e, em menos de dois meses, todos os problemas que me assolavam passaram completamente. Como gratidão, a minha mãe e eu tornamo-nos membros, para melhor servir nesta Obra Divina.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o cumprimento das orientações superiores.
No mês de outubro de 2025 a minha neta de 3 anos de idade, despertou por volta das 5 horas da manhã e começou a pedir insistentemente para irmos à Igreja, mas por causa do sono ignorei. Ao acordar, notei que ela estava a purificar com febres altas. No dia seguinte, às mesmas horas, voltou a pedir-me e aí já não vacilei, peguei nela e fomos participar do desafio e do culto matinal. Após as dedicações, verifiquei que a febre tinha passado.
Dai em diante, continuamos a participar dos desafios e do culto matinal, pois tenho a tarefa de abrir a Nave todos os dias. Para o meu espanto, depois de 20 dias a participar do desfio de orações, ela começou a falar insistentemente: “Mamãe, vais viajar, tens que me levar; fiquei admirada, visto não ter comentado nada com ela sobre a viagem à Sede Central para participar do culto dos Antepassados. Como o pedido era constante, resolvi levá-la. Na Sede Central, depois da oração dos Antepassados, ela deu um grito e disse: “Mamãe, mamãe, o meu pai está a brincar mal, muito mal mesmo! Na conta dele, ele vai bater na mulher dele e a mulher vai desmaiar”. Por ser criança, não demos importância. Assim que o culto terminou, regressamos ao Sumbe. No dia seguinte, ouvimos que o pai dela na verdade, bateu de forma brutal na mulher e a mesma desmaiou, tal como a criança tinha dito, o que deixou todos admirados da tal previsão. Depois de dois dias, ela voltou a dizer à mãe: “Não vai no peso com o meu irmão Leny; a mãe ignorou e foi ao hospital. Chegando lá, pesou-se o bebé e deram-lhe duas vacinas, uma em cada perna; em poucos minutos, as pernas do bebé inflamaram, deixando em pânico os enfermeiros em serviço e não só. O bebé chorava amargamente e não aceitava mamar, tinha febres altas e também saiu feridas na boca. Como a purificação acelerou, pedi orientação ao missionário, que seguidamente orientou a fazer um donativo de esforço máximo e pedido de perdão. Cumprimos com a orientação e em dia o bebé ficou bem, as feridas na boca, a inflamação nas pernas e as febres, passaram e ficou como se não tivesse nada. Depois de 4 dias, como o tio dela faz trabalhos de pesca no mar, a criança disse-lhe: “Tio Pedro, hoje não vai no mar, o tio ignorou, mas ela insistia. Aí o tio perguntou: “Por que que não devo ir ao mar? ela respondeu, estás a sair muito sangue na cara. O tio assustado, disse: eu não estou a sentir nada, afinal o sangue está a sair aonde? A criança chamou-me a mim, a mãe dela e as duas tias, para verem o sangue que saía da cara do tio pedro. Verificamos e não tinha sangue nenhum na cara; como a insistência foi tanta, o tio decidiu não mais ir trabalhar. Dia seguinte às 7 horas, ouvimos que os colegas do tio dela por sinal meu filho, tiveram um acidente, o motor incendiou e todos tiveram queimaduras graves. O tio ficou agradecido pelo aviso e daí passamos a acreditar em tudo o que ela diz, pois sempre se concretiza.
No mês de janeiro do ano em curso, decidi visitar a minha prima que estava com a criança doente. Mesmo sem dizer nada a ela, chegou a mim dizendo: “Mamãe, mamãe não vá à tia, ela já virá cá à casa”. Como de costume, voltei mais a duvidar e fui à casa da prima. Para minha surpresa, encontrei as portas todas trancadas; arrependida, voltei para casa e encontrei a minha prima. A minha neta começou a rir e disse: “Mamãe eu te falei, que a titi viria cá em casa”.
Outro facto que também nos chamou a atenção, é o seguinte: Como temos o Altar do Lar, todas as manhãs fazemos o oniku e realizamos o culto. De repente, ela começou a chamar, mamã, tio Pedro e demais membros de casa, venham ver o tio que morreu no tempo da guerra… nos aproximamos e mostrou um livro de orientações de Meishu-Sama onde das gravuras, ela dizia ser o tio. Sendo uma criança a falar de guerra, assustou-nos. No dia seguinte, a mãe sonhou com o irmão que se encontra no Mundo Espiritual que lhe disse: “Vocês ignoram muito a Temara, quando falou do tio que morreu na guerra, era eu. Eu venho sempre aqui em casa, mas só ela é que me vê, brinco muito com ela”. Hoje, damos muita atenção e importância ao que ela diz.
Aprendi que, devemos ouvir a voz dos Antepassados através das crianças e cumprir com as orientações superiores.
O meu compromisso, é aprofundar nas práticas básicas da fé messiânica.
Tenho a horta caseira, faço dízimo e donativo de construção. Encaminhei várias pessoas, das quais, três são membros e uma está a frequentar.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
