Sou frequentadora e tenho 53 anos de idade.
Conheci a Igreja Messiânica, por intermédio de um missionário. A razão do meu encaminhamento foi a doença.
Na verdade, desde 2016 que sofro com dores nas pernas; já tinha até me acostumado, pois apesar das dores eu continuava a trabalhar. Há cerca de um ano, comecei a sentir falta de ar e dor na coluna vertebral. Esses sintomas persistiam mesmo com tratamento médico ou tradicional. Em março de 2024, adoeci seriamente; fiquei trancada em casa devido a muitas dores nas pernas e uma forte febre. A pessoa que me encaminhou, trabalhava perto da nossa casa e sempre que passasse me cumprimentava. Naquele dia, como não me viu, veio me visitar; vendo o meu estado, ele levantou a mão e começou a orar. Após alguns minutos, suei bastante e meu estado de saúde melhorou. Ele me começou a explicar as práticas da Igreja, principalmente sobre o Johrei. Apesar da melhora que senti, não me interessei pela religião. Alguns dias depois, minha saúde voltou a piorar. Tinha dores intensas na coluna e nas pernas. Movimentava-me com muita dificuldade; por isso, consultei alguns curandeiros. Alguns fizeram incisões por todo o meu corpo, passando misturas de água com outros produtos desconhecidos e depois cobrindo tudo com sal indígena; outros massageavam meu corpo inteiro. Com essas práticas, meu corpo ficou inchado. Isso aconteceu em Songololo, a poucos quilômetros de Matadi. Chamei novamente o missionário que me assistiu com o Johrei. Meu irmão mais velho, que é meu tutor, decidiu me transferir de Songololo para Matadi porque lá tenho uma cunhada que é enfermeira e trabalha com médicos, na esperança de que encontrasse a solução. Ao chegar a Matadi, a situação piorou; eu nem conseguia carregar um balde de água para me lavar. Quando caminhasse uma distância de 15 a 20 metros, precisava parar e descansar antes de continuar. Fui ao Hospital Geral de Kinkanda para fazer exames. A radiografia revelou que havia espaçamento entre as vértebras da coluna em três pontos diferentes; já a ecografia, mostrou que eu havia desenvolvido problemas cardíacos, o que explicava a falta de ar.
Com o diagnóstico em mãos, o médico me prescreveu medicamentos cujo custo total era equivalente a 103 dólares, para serem tomados por dois meses e meio. Segui rigorosamente a prescrição médica mas, apesar do tratamento, não encontrei a cura. Recebia cuidados em casa com o auxílio da minha cunhada enfermeira. Diante dessa situação sem saída, lembrei-me do Johrei que recebia em Songololo. Entrei novamente em contato com o missionário, que me deu o número de telefone de um outro missionário de Matadi. Liguei para ele e marcamos um encontro. No dia combinado, mesmo com cepticismo e fraqueza física, cheguei perto da Igreja e perguntei aos vizinhos o endereço. Curiosamente, a reação deles me surpreendeu muito, disseram-me: “Mamãe, na tua idade ? Sabes que essa é uma igreja mágica? Tens alguém para sacrificar?” Respondi: “Ok! Seja mágica ou não, por favor, me indiquem!” E eles me indicaram o endereço. Foi assim que encontrei o missionário que me esperava em frente à porta da Igreja. Durante a conversa, contei-lhe todas as minhas dificuldades. O missionário me orientou o seguinte:
- Receber pelo menos dez Johrei por dia;
- Manter a flor de luz em casa e ir limpando o ambiente à medida que recuperasse as forças;
- Fazer a reflexão profunda;
- Fazer a oferta de gratidão diária para agradecer pela purificação.
Naquela mesma noite, senti muitas dores nas pernas, ao ponto de ligar para o missionário e contar-lhe. Ele me encorajou a continuar a receber Johrei. No dia seguinte, comecei a fazer a reflexão profunda. O missionário me orientou a fazer uma oferta equivalente à metade do valor gasto com os medicamentos, explicando que os remédios são toxinas ou venenos. Seguindo todas essas orientações, meu estado de saúde começou a mudar imediatamente, à medida que eu as praticava.
Obtive a cura total após um mês e meio de dedicação. As dores na coluna e nas pernas, assim como a falta de ar, desapareceram. Meu corpo já não está inchado. A força física voltou totalmente. Carrego até um bidon de 25 litros de água, fazendo várias viagens e subindo escadas. Dedico-me às práticas de assistência religiosa e limpeza nas casas dos fiéis. No dia em que fomos fazer uma limpeza pública, nem acreditei na força que manifestei, pois caminhei uma longa distância sem parar. A nossa vizinha, que sofria como eu, ao me ver caminhando e carregando coisas sem me queixar, me chamou e disse: por favor tia, quando chegaste aqui, no início, pensei: obrigado, Senhor, não estou sofrendo sozinha; agora tenho alguém com quem posso compartilhar as dores mas, para minha surpresa, te vi carregando bidões de água, tua maneira de andar mudou, sais todos os dias; por favor, ajuda-me também, mostra-me onde fazias fisioterapia! Expliquei-lhe que estava em tratamento com Johrei da Igreja Messiânica, ficando ela admirada. Ela ficou muito interessada e eu a conduzi até à Igreja.
A minha cunhada enfermeira, não conseguia entender como alguém com doença na coluna e no coração, podia abandonar os medicamentos e ser curada? Os familiares que estão em outros lugares ligam para saber mais sobre minha saúde. Ela responde: “Eu também só observo, mas é inacreditável. Ela parou com todos os tratamentos, mas todos os sintomas desapareceram, está forte, curada. Está até trabalhando. Não reclama mais, está muito envolvida na igreja.” Um dos meus irmãos mais velhos, ligou para o missionário e está se preparando para vir conhecer o local onde fui curada.
Já encaminhei 5 pessoas e continuo praticando até que eu também possa ter a permissão de usar o Ohikari para participar na salvação de outras pessoas. Materializei minha gratidão por esses milagres vivenciados.
Confirmo que Meishu-Sama é o Messias que a humanidade esperava. Ele manifesta uma força extraordinária de salvação.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, por me escolherem e conduzirem a este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
