“…informando que como estavam a recolher corpos de pessoas…”

23 de Janeiro, 2026

“…informando que como estavam a recolher corpos de pessoas…”

TERESA JAMBELA
JOHREI CENTER DO HUAMBO
CENTRO-SUL
HUAMBO
ANGOLA

Sou membro e dedico no Grupo Sociedade de Mulheres.

Conheci a Igreja Messiânica, em 2021, por intermédio da minha filha, membro desta Igreja.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram: doenças, pobreza e conflitos.
Com relação à doença, tudo começou quando o meu marido partiu para o mundo espiritual em 2008, em que, mesmo morto, aparecia pedindo um dos filhos e dormia ao meu lado.
Houve um dia em que , ao aparecer em um dos sonhos, lutamos e espíritos com vestes brancas acudiram-me.
De manhã ao acordar, encontrei um gato morto na minha porta e os vizinhos lamuriaram tanto e aconselharam-me a procurar um curandeiro, pois alguém podia morrer em minha casa.
Fomos a um quimbandeiro, que disse que tive a sorte de ainda estar viva graças à protecção dos meus Antepassados. Pediu-me 12.000 Kz para o tratamento, mas no momento não tinha. Quando falei com a minha filha, aconselhou-me a procurar a Igreja.
Na Igreja, fui recebida pelo plantonista que após ouvir o relato do meu sofrimento, orientou-me as seguintes práticas básicas:
Receber 10 Johrei por dia;
Manter a flor de luz em casa;
Ter a horta caseira;
Dedicar na Nave;
Assistir aos Cultos;
Encaminhar pessoas à porta da Igreja.

Cumpri as orientações sem dificuldades e no espaço de uma semana, os maus sonhos passaram.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a protecção Divina.

De realçar, que o meu filho estudava no colégio Tuapandula e todos os meses, pagávamos propinas, mas ele não ia à escola, entrando no mundo da bebida e das drogas.
Com o passar do tempo, disse-me: mãe, como não eu estou a estudar, paga-me só um curso de condução.

Após concluir o curso, começou a trabalhar como motorista durante um mês. Passado esse período, o chefe pediu-lhe para levar uma carga à Província de Luanda. Ao voltar para o Huambo, como não usou o cinto de segurança, receberam-lhe a carta de condução e o chefe ao aperceber-se, ficou furioso e cortou-lhe o salário, alegando que o dinheiro gastou com as multas dele pelo confisco da carta.
Contudo, ele abandonou o trabalho.

Depois, alguém o convidou para irem à Província do Cuanza Sul para trabalhar, mas ele entrou em conflitos com o colega que lhe levou e quase lhe matou com uma faca. Mais tarde, foi novamente com um grupo na província do Bengo. Posto lá, ficamos durante dois anos sem notícias do seu paradeiro.

Meses depois, um dos amigos ligou informando que como estavam a recolher corpos de pessoas mortas, precisávamos lá ir. Entretanto, nós já o dávamos como morto.

Em uma das conversas com o superior, este orientou-me a agradecer, fazendo um donativo para a linhagem paterna.

Sempre que eu fosse à lavra, sozinha, não me alimentava e chorava bastante que quase apanhei trombose.

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, no dia 24 de Dezembro último, o meu filho apareceu simplesmente com a roupa do corpo, são e salvo, o que nos alegrou bastante.

O mesmo informou-nos, que sobreviveu graças ao Messias Meishu-Sama.

O meu compromisso, é de aprofundar cada vez mais nas práticas básicas da fé.

Encaminhei mais de 400 pessoas à fé, das quais 07 são membros e cuido de 01 casa com um total de 04 pessoas, aonde coloco flores, faço oração e ministro Johrei.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigada!

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