Resido no bairro Bom Pastor e sou missionária. Dedico como encarregada do Grupo Criança África.
Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Angola no ano de 2010, por intermédio da minha mãe, Maria Nandimba Mbalassa, a quem agradeço profundamente.
A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com o donativo especial e o Johrei.
Comecei a trabalhar no mês de novembro e, no início, não fiquei feliz, pois o salário seria de apenas 20.000 kwanzas mensais. Mesmo assim, decidi continuar, porque compreendi que era apenas o começo.
Antes de receber o salário, pensei comigo mesma: “Quando receber o meu salário, vou materializá-lo na totalidade como donativo.”
No mês de dezembro recebi o meu primeiro salário e, apesar das lamentações que tive no início, cumpri a decisão que havia tomado e coloquei todo o valor na urna como donativo.
Na mesma semana, recebi um telefonema da minha chefe informando-me que eu passaria a ser gerente da empresa e que o meu salário seria aumentado. Como gratidão, materializei um donativo.
Como sou estudante, na semana dos exames eu ainda não tinha feito o pagamento da propina. Mesmo assim fui à escola para tentar realizar a prova. No momento da prova tive de sair da sala porque o meu nome não constava na lista. Fiquei triste, pois teria de fazer o exame de recurso e não tinha o valor para pagar.
Conformada com a situação, aguardei. Entretanto, três dias depois, para o meu espanto, apareceram 12 valores no meu portal académico, indicando que eu estava aprovada. Fiquei muito surpresa e feliz, sem compreender como aquilo tinha acontecido. Nesse momento percebi ainda mais a profundidade da vontade divina.
Passadas duas semanas, ao sair do trabalho à noite, comecei a sentir dor no dedo médio da mão esquerda. Comuniquei à minha mãe e, naquele instante, recebi Johrei. Fiquei tranquila e dizia que era apenas uma dor que logo iria passar.
No dia seguinte, a mão começou a inflamar e apresentava um brilho estranho. Algumas pessoas diziam que era tala e, no trabalho, aconselharam-me a procurar um quimbandeiro. Porém, a minha chefe disse-lhes:
“A mãe dela é pastora, ela não vai aceitar isso.”
Continuei a receber Johrei e a agradecer a purificação com donativos. Após três dias, a mão desinflamou completamente e fiquei curada sem deixar qualquer sequela.
Na semana seguinte, uma colega ligou para saber se eu tinha ido ao quimbandeiro. Respondi que não. Então ela disse:
“Essa tala não era para ti. Se fosse para ti, terias sofrido muito.”
Como gratidão pela proteção recebida, materializei um donativo especial.
Com essa experiência, ganhei ainda mais força no cumprimento da minha missão e aprendi que o Johrei é realmente a medicina do século XXI.
Atualmente tenho uma horta caseira e sou cadastrada na igreja.
O meu compromisso é encaminhar o maior número possível de pessoas à igreja, para que também possam conhecer este caminho de salvação.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
A todos que ouviram o meu relato de fé, o meu muito obrigada.
