Resido no bairro Canata e dedico como auxiliar do Sanguetsu.
Conheci a Igreja Messiânica em 2009, por intermédio da minha filha.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram: Doenças e conflitos.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a advertência dos meus Antepassados.
No dia 27 de Março, comecei a sentir-me mal e o dia já não me correu bem.
Pelas 21 horas, fiz a oração e ao terminar, entrei em transe, pensei em procurar a casa da minha filha que é membro, mas não tinha forças para tal. Naquele instante, apareceu um dos meus filhos que se apercebendo da situação, disse que cuidaria de mim.
Levou-me para o quarto e pôs-me na cama. Na minha visão, tinha alguém que dava-me um molho de chaves. Negando, apareceu um senhor com vestes brancas e disse: “Esta senhora não precisa receber as chaves, pois dentro dela já tem a chave com a força de salvar todas aquelas pessoas, indicando um lugar onde havia pessoas com diversos infortúnios! No instante, a senhora das chaves desapareceu. Aproximei-me e os portões se abriram, em seguida, a multidão vinha a passar por ele, como se fossem libertos de uma grande prisão.
Olhei de forma ligeira o local e vi uma enorme igreja! Aquelas pessoas estavam a sair com a mão direita por cima do ombro e coberta de luz e a esquerda próxima ao umbigo. À minha direita, vi pessoas presas ao arame, a serem congeladas sem movimentos. Do meu lado esquerdo, eu via pessoas na luz.
Foi quando, alguém me disse: Vai para a Igreja e diz a todos que Meishu-Sama é ordem. Todos aqueles que são membros e ainda apontam o dedo aos outros, lamuriam, fofocam, têm ingratidão, desobedessem os seus superiores e não dedicam com sinceridade, têm de deixar e entregarem-se de corpo e alma.
Por isso, conheceram a Igreja Messiânica, pois que o objetivo é salvar os Antepassados e não macular ainda mais. Os fiéis, têm de ter o coração limpo, não trazer sugeira para dentro da igreja! Os que agradecem no Altar com dinheiro sujo (impuro) e põem na urna, Meishu-Sama e os Antepassados não recebem, pois não gera luz e em contrapartida, atraza a Obra Divina. Todo o donativo deve ser feito com gratidão e sinceridade.
Por outro lado, vi pessoas de determinadas religiões atrás da luz mas que não conseguiam alcançar.
Vi pessoas presas nas camas, na escuridão, pedindo a permissão de serem perdoadas e terem a oportunidade de chegarem à luz. Disseram mais uma vez: pede para que as pessoas deixem de ser más, pois é, aquilo que as espera não é bom”.
Ao despertar do transe, fui à Igreja e materializei um donativo, para agradecer a permissão que tive de poder ter a orientação dos Antepassados, para nos tornarmos numa pessoa melhor!
Encaminhei mais de 150 pessoas à fé, faço dízimo e tenho a horta caseira.
Cuido de quatro casas, das quais uma de membro e três de frequentadores com um total de treze pessoas, onde vivenciei as seguintes experiências:
Numa família, estavam 6 pessoas acamadas durante 20 dias, com febres constantes, dores de cabeça, nas articulações e barriga. Nenhuma delas, tinha forças para andar e também não tinham recursos para irem ao hospital.
Fiz a vivência da flor, oração e ministrei Johrei. No outro dia, quando fui para lá, eles que não andavam, recuperaram os seus estados de saúde. Como gratidão, o marido frequenta a nossa Igreja, mantém a flor de luz em casa e todos se encontram bem de saúde.
Reafirmo o meu compromisso, de aprofundar cada vez mais nas práticas básicas da fé.
Aprendi que, Meishu-Sama é na verdade, o Messias que veio para nos tirar de todo e qualquer sofrimento.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
