Sou frequentadora, tenho 25 anos de idade, e faço parte do Grupo Jovem desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em Setembro de 2025, por intermédio de um colega de trabalho, membro da Igreja.
Os motivos que me levaram a procurar a Igreja foram: Falta de emprego, depressão, conflitos familiares e ausência de paz espiritual.
Eu não conheci o meu pai, embora saiba que ele ainda vive. Sei também que ele era professor da minha mãe no ensino secundário e desapareceu logo depois do meu nascimento. Por várias vezes procurei encontrá-lo através da base de dados da escola onde lecionava, mas sem sucesso.
Dou graças a Deus porque os meus avós maternos e a minha mãe fizeram de tudo para que a ausência do meu pai não criasse um vazio maior em mim.
Um dos episódios marcantes na minha vida foi tornar-me mãe, ainda nos primeiros anos de faculdade. Com isso, colegas e amigos começaram a afastar-se de mim, justificando que eu já era mãe e não podia participar de certas actividades com eles.
Este facto deixou-me triste e profundamente abalada. Mesmo assim, dei continuidade ao curso e concluí as cadeiras. Mais tarde fiquei novamente grávida e concentrei-me nos cuidados com o meu bebé. O tempo foi passando e vi os meus colegas defenderem as suas monografias, o que me fez voltar a cair em depressão pois descobri que eles estudavam juntos e ajudavam-se nos trabalhos do fim de curso, porém decidiram excluir-me.
Quando engravidei pela primeira vez, fui viver com o pai dos meus filhos. Como ainda não tínhamos casa própria, fomos morar com os meus sogros. Infelizmente, o relacionamento com eles não era saudável. Faziam-me sentir indesejada: por vezes, cumprimentava-os mas não recebia resposta; chegava do trabalho e não encontrava comida para mim, apesar de eu também cozinhar para todos. A situação tornou-se tão desgastante, que optei por voltar para a casa da minha avó. Quando engravidei pela segunda vez, tentei regressar à casa dos meus sogros na esperança de melhorias na convivência, mas nada mudou.
Eu e o meu marido, decidimos então iniciar as obras de construção da nossa casa, no terreno que ele havia adquirido, porém, durante a compra e transporte do material, a pessoa que recebeu o dinheiro desapareceu durante três meses, deixando-nos desesperados. Quando finalmente reapareceu, disse que tinha tido problemas no carro e prometeu entregar o material no dia seguinte. Depois de tanta incerteza, conseguimos recuperar o material, mas já não tínhamos dinheiro para pagar o pedreiro e as obras, da forma como desejávamos. Conseguimos iniciar as obras com o meu último salário, pois era o meu último mês de trabalho. Não conseguimos concluir as obras por conta do dinheiro que não foi suficiente.
Desta feita, voltei definitivamente para a casa dos meus avós. Apesar disso, o meu relacionamento com o meu marido permanecia estável. Quanto à faculdade, tive várias tentativas de escrever o meu trabalho de fim de curso mas, por azar, o disco rígido do computador se estragou e eu não tinha feito uma cópia do trabalho. Fiquei muito transtornada e desanimada, não tive forças de continuar a escrever. Entretanto, consegui um emprego.
Foi nesse período, que conheci o irmão que me encaminhou, que sempre ouvia-me e aconselhava; falava da Igreja e compartilhava os ensinamentos de Meishu-Sama.
Fui recebida pela plantonista, que me orientou sobre as práticas básicas da fé que fui cumprindo.
Importa referir, que ocorreu uma redução de pessoal na empresa onde eu trabalhava e o meu nome foi incluído no processo, tendo assim perdido o emprego. Senti-me profundamente injustiçada e revoltada. A perda do emprego, foi um dos motivos que me impulsionou a ficar na Igreja, por ouvir várias pessoas a dizerem o que Meishu-Sama podia fazer em minha vida.
Como comecei a fazer um pequeno negócio para garantir um rendimento diário, a Encarregada com quem conversei, orientou-me a fazer o dízimo e também o donativo diário, sempre com oração e gratidão. Ao fazer isso, o meu negócio começou a prosperar ainda mais.
Participei na preparação de flores para uma dedicação do Grupo Jovem, numa limpeza profunda na casa de um frequentador e na distribuição de flores nos arredores da Unidade Religiosa. Também participei pela primeira vez, de um Culto Mensal de Gratidão.
Com apenas duas semanas de dedicação e o cumprimento das práticas básicas, a empresa onde eu trabalhava, voltou a contactar-me para assinar contrato. Também fui chamada por uma outra empresa para uma entrevista, em que fui apurada, mas preferi voltar ao meu antigo emprego.
Com o coração cheio de gratidão, fiz o meu dízimo com o primeiro salário e um donativo especial de gratidão, agradecendo a Deus e ao Messias Meishu-Sama pela transformação da minha vida.
Tenho sentido alegria em fazer o bem, mesmo em coisas simples. A minha avó, que vende latas recicláveis, fica muito feliz quando levo latas para sua casa e isso também traz-me felicidade.
Aos poucos, estou a vencer a depressão, ganhei paz de espírito, o relacionamento com o meu marido está bem e voltámos a planear a construção da nossa casa. Já tenho vontade de retomar a minha monografia e concluir a minha licenciatura.
Sempre que estou de folga, vou à Igreja para participar das actividades e receber o Sagrado Johrei. O relacionamento com a minha sogra está a melhorar.
Recentemente, o meu filho ficou internado no Hospital com crise de asma e precisou de receber aerossol. Recebemos assistência religiosa prontamente e graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, recebemos alta no mesmo dia.
O meu marido, vendo as mudanças em minha vida e a pronta assistência da Igreja ao nosso filho, despertou para conhecer a Igreja. No primeiro dia ele veio comigo para conhecer e no dia seguinte voltou sozinho, onde foi recebido pela plantonista. Referiu ter gostado da Igreja, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama.
Com esta experiência de fé, aprendi que Meishu-Sama é realmente o Messias há tanto esperado pela humanidade e que o Johrei transforma vidas.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
