Tenho 44 anos de idade, resido em Benguela na vila das acácias, sou membro e dedico como encarregada do sector de limpeza nesta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em 27 de Dezembro de 2014, por intermédio de uma missionária. O motivo que me levou a conhecer a Igreja, foi a doença, nomeadamente problemas mentais.
Tudo começou em 1979, quando o meu pai passou a ter problemas de loucura. Ele era agressivo e minha mãe, em busca de solução procurou uma quimbandeira, mas nada foi resolvido. Como a situação foi piorando e porque ele batia nos meus irmãos, empurrando-os contra a parede, minha mãe teve de abandoná-lo, fugindo. Mais tarde, passou a viver na rua como mendigo.
Anos depois, isto é, passados 25 anos, também comecei a ter os mesmos problemas do meu pai, ouvindo vozes. A minha mãe ainda levou-me a tratamentos tradicionais, mas nada resultou, dizendo que era problema hereditário e que era preciso a presença de um parente paterno. Sem conhecer os parentes do meu pai, o problema foi-se intensificando. O meu marido agastado, me abandonou. Fomos procurando outros quimbandeiros totalizando 18, chegando eu a viver na casa de um deles durante 6 anos. O último quimbandeiro disse-me que tinha que procurar uma igreja, porque os meus Antepassados da parte paterna, sacrificaram muitos escravos. Entretanto, fui andando pela rua, pedindo aos meus Antepassados que me indicassem uma igreja, quando pelo caminho, me deparei com a pessoa que me encaminhou e falou-me do poder do Messias Meishu-Sama. De imediato, fui para lá. Fui recebida por um plantonista e no momento da oração, meus Antepassados se manifestaram com muita alegria. A seguir fui ouvida pela responsável, que
orientou-me a receber 10 johrei por dia, a limpar a Nave, o banheiro e a participar do desafio de oração. À medida que fui cumprindo as orientações, a purificação foi acelerando. Depois de ser outorgada e de receber a imagem do Altar do Lar, fui melhorando consideravelmente.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a assistência religiosa.
Após tornar-me membro, decidi ir à procura do meu pai. Fui andando pelas ruas da cidade, até que o encontrei. Nesse dia, ele não aceitou receber Johrei, apenas recebeu a flor, mas a partir do segundo dia, passou a aceitar tanto a flor como o Johrei. Depois, junto de alguns missionários, passamos a dar-lhe assistência religiosa. Algum tempo mais tarde, eu e a minha irmã passamos a cuidar dele, indo viver connosco. Com a assistência religiosa, foi recuperando a memória. Para agradecer, fiz um donativo de gratidão.
Passei a cuidar de uma missionária, que estava a purificar fortemente. Depois, ela ficou alguns dias a viver na casa da filha, que por sinal é minha vizinha. Uma outra vizinha foi-me observando e notando a mudança na missionária, ela veio ter comigo, pedindo para levá-la à Igreja; lá, no momento da entrevista feita pelo responsável, ela foi explicando que há 4 anos foi despromovida no local de serviço, ficando sem a patente. O responsável, orientou-lhe as práticas básicas da fé que foi cumprindo e 3 semanas depois, ela recebeu um telefonema de um colega de uma outra unidade policial, dizendo que viu o nome dela na lista dos que seriam promovidos; de imediato, ela foi ao serviço, onde, os colegas ficaram admirados, pois não lhe tinham avisado. Ela foi promovida a subchefe, subindo 3 vezes mais, em relação à patente anterior, ficando muito feliz.
Com esta experiência de fé, aprendi que, na verdade, Meishu-Sama é o Messias esperado pela humanidade.
Encaminhei 60 pessoas à Igreja, das quais 5 se tornaram membros; faço os donativos correctamente e tenho a horta caseira.
O meu compromisso, é de continuar a empenhar-me na salvação de outras pessoas.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
