“…nunca é tarde para retornarmos ao ponto vital…”

26 de Julho, 2026

“…nunca é tarde para retornarmos ao ponto vital…”

HELENA VIRGÍLIO MATEUS
CENTRO DE APRIMORAMENTO DO MORRO BENTO
ÁREA 4
LUANDA
ANGOLA

Sou membro e dedico como auxiliar do Sanguetsu.

Conheci a Igreja Messiânica em 2012, por intermédio dos meus pais.

Os motivos que me fizeram conhecer a Igreja foram: conflitos e problemas de saúde.

Na Igreja, fui orientada às seguintes práticas básicas: a receber Johrei, dedicar no banheiro, distribuir flores, assistir aos cultos e participar de outras  atividades. Coloquei tudo em prática e graças a Deus que tudo foi ultrapassado. Para melhor servir na Obra Divina, tornei-me membro em 2012.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a ingratidão e o reingresso na fé messiânica.

Depois de algum tempo, desisti da Igreja, passando a frequentar uma outra, onde fiquei durante 5 anos.

Com a ingratidão, fiquei doente. No início trabalhava como doméstica. Com o tempo, comecei a ter dores no peito e avisei à minha chefe, que aconselhou-me a passar a tomar leite, mas sem me aperceber, a doença foi-se agravando. Depois de dois meses, descobri que estava grávida. A tosse voltou e não parava, era constante, ficando  três meses só a tossir. Certo dia, tive uma grande recaída; o meu parceiro levou-me para o hospital, aonde fui assistida, recebendo transfusão de sangue e soro.

Fui transferida para um outro hospital, fazendo todos os exames necessários.  O bebê estava bem, mas não poderia permanecer porque a minha vida estava em risco. Por isso tiveram que interromper a gravidez. Depois detectaram que eu tinha princípio de tuberculose.

Fiz as medicações internada e depois fui novamente transferida para um outro hospital, aonde fiquei durante duas semanas. Nessa altura, já era Dezembro. A minha mãe ia sempre lá ministrar-me Johrei, levar flor e fazer orações, dando assistência também aos outros doentes.  Eu me apegava tanto à oração e ao Johrei, que não queria que a  mãe assistisse os outros pacientes; a mamã, explicava que devemos ministrar um pouco a cada paciente, mas eu não aceitava. Eu me apegava tanto a ela, que não a soltava por nada; com o tempo, fui me desapegando, depois de uma conversa que tivemos.

Graças a Deus e a Meishu-Sama, pelas dedicações, orações dos irmãos e visitas, tive alta. De manhã liguei para o meu esposo, ele nem estava a acreditar.

Realçar que, no princípio, as pessoas tinham preconceito de me encostar e de falar comigo. Quando saí do hospital, não fui diretamente para a casa da minha mãe, mas para a casa da sobrinha do meu pai. Lá houve discriminação: “não me encosta, tens que dormir com máscara senão vais nos passar”.

No dia seguinte, pedi para ir para a casa da minha mãe, aonde estou desde Dezembro passado. Graças a Deus, as irmãs não pouparam esforços, dando-me assistência com Johrei, fazendo limpeza, visitas e conversaram muito comigo, acatando cada conselho.

Decidi voltar a usar o meu Sagrado Ohikari, que andava guardado faz tempo, mas precisava reconsagrar, para também começar a ministrar Johrei nas  outras pessoas. A mamã ficou admirada com a minha postura e o meu retorno.

Com essa experiência de fé aprendi que, nunca é tarde para retornarmos ao ponto vital.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigada!

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