Sou membro e tenho me empenhado nas atividades da Rede.
Conheci a Igreja Messiânica em 2013, por intermédio do meu primo, membro da nossa igreja.
O motivo que me fez conhecer a Igreja foi o facto de sofrer de uma doença que me causava muitas dores abdominais e diarreia constante. Era uma situação muito grave, que me debilitava bastante e me causava grande preocupação, tanto para mim como para a minha família. Durante muito tempo, procurei soluções, mas sem sucesso.
O meu primo, ao ver o meu sofrimento, convidou-me para conhecer a Igreja Messiânica. Inicialmente, eu hesitei, pois já tinha a minha crença e não queria mudar de igreja. Porém, com o agravamento da minha situação de saúde, acabei por aceitar o convite.
Quando comecei a frequentar a igreja, passei por purificação. Foi um período muito difícil, pois os sintomas da minha doença continuaram por algum tempo. Mesmo assim, o meu primo acompanhou-me e incentivou-me a continuar na dedicação, na oração e no recebimento de Johrei. Ele levou-me à igreja e ensinou-me a seguir o caminho da fé com perseverança.
Com o tempo, fui aprendendo a importância do Johrei e da dedicação. Passei a receber orientação sobre como viver melhor espiritualmente e comecei também a praticar o donativo de construção e a participar nas atividades da igreja.
Aos poucos, fui sentindo melhorias na minha saúde. As dores começaram a diminuir e, com a continuidade da dedicação, fiquei completamente curada da situação que me afetava há muitos anos. Como gratidão, neste mesmo ano, tornei-me membro.
A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com a ingratidão e o reingresso na fé.
Depois de ficar curada da situação que me fez ingressar na fé messiânica, em 2019 achei melhor voltar à minha antiga igreja. Em 2021 comecei a purificar com fortes dores de cabeça (vulgo “cabeça aberta”).
Cheguei a viajar até à África do Sul para encontrar a solução do meu sofrimento, mas mesmo assim não houve melhorias; eu vivia tomando remédios.
Eu tinha muitas dores, crises durante a noite e não conseguia dormir em paz, além de ter maus sonhos.
Muitas vezes acordava várias vezes durante a madrugada, com medo e sofrimento. Houve noites em que pensava que não iria resistir. Acordava às 21h, depois à meia-noite, às 2h e até às 5h da manhã, sempre em sofrimento. Era uma situação muito difícil de viver.
Cheguei a ir a casas de quimbandas, mas não conseguiam resolver o meu problema. Diante desse sofrimento, lembrei-me de que fui messiânica e decidi procurar uma unidade religiosa. Foi então que me encontrei com a missionária, que por sinal é a encarregada da rede da salvacção. Pedi que me mostrasse onde havia uma Igreja Messiânica, e ela respondeu que havia uma Rede em sua casa. Fomos juntas até ao local.
A partir desse momento, passei a frequentar novamente a igreja. É de realçar que, mesmo tendo voltado à igreja anterior, não havia devolvido o retrato e o Ohikari, mantendo-os guardados em minha casa. Durante o período com a missionária, fomos à minha casa e voltei a pendurar o retrato e a usar novamente o Ohikari.
Com o empenho constante nas práticas básicas da fé, passei a notar grandes melhorias, não só na minha saúde como também a nível familiar.
Certo dia, estando com a encarregada da Rede, relatei-lhe as minhas dificuldades financeiras e juntas oramos. Quando cheguei a casa, recebi a graça de um valor monetário. Fui contar a ela, que me orientou a fazer o dízimo. Porém, disse que já tinha separado o valor para materializar na minha antiga igreja. A missionária respondeu que estava tudo bem e que poderia materializar.
Passaram-se três dias e ela convidou-me para irmos juntas participar na marcha de Johrei de quarta-feira no Centro de Aprimoramento(C.A.). Perguntou-me se já tinha materializado o referido donativo, respondi que ainda não. Orientou-me então a levar o donativo para materializar no Centro de Aprimoramento(C.A.). Cumpri com a orientação.
Ao chegarmos na unidade, fizemos a oração e materializei o dízimo. Ainda nesse dia fui atendida pelo ministro, a quem relatei a minha purificação de doença e a necessidade de voltar a ministrar Johrei.
Após ouvir-me, orientou-me a fazer o donativo especial de reingresso na fé e a passar a cuidar dos meus vizinhos, encaminhando-os na Rede.
Como naquele momento não tinha os valores, fizemos oração e continuei a receber Johrei. Quando voltamos para casa, assim que estava a almoçar, o telefone do meu filho tocou. Era o seu chefe das
Forças Armadas, informando que ele deveria apresentar-se no dia seguinte para ser promovido a uma patente superior.
Quando terminou a conversa, contou-me o sucedido e fiquei muito feliz. Percebi ali o primeiro sinal de
Meishu-Sama. Pedi ao meu filho que retirasse um valor, e fui à Rede agradecer. Isso porque, há muito tempo, gastávamos dinheiro para que ele fosse promovido e nunca acontecia; sempre éramos burlados.
Com a prática do dízimo, materializado no mesmo dia, aconteceu esse milagre.
Este resultado deu-me forças para colocar as orientações em prática. Com o cumprimento das orientações, tive a permissão de voltar a ministrar Johrei.
Gostaria de partilhar outras graças recebidas:
* Uma das minhas irmãs, que havia entrado no bloco operatório, recebeu assistência religiosa. No dia seguinte, ficou curada, o que fortaleceu ainda mais a minha convicção no Johrei.
* Uma grande bênção ocorreu na minha família: a minha neta, que antes não me respeitava, ligou-me a pedir perdão, dizendo que não queria entrar no novo ano com aquele comportamento.
* Outra bênção foi com o meu neto, que conseguiu uma oportunidade de trabalho através de um simples telefonema. Foi chamado por uma empresa e hoje estuda na área do petróleo. Ele disse-me: “Avó, agora já não vais sofrer ao sol, eu vou cuidar de ti.”
Passei por momentos muito difíceis, em que me sentia completamente perdida. O meu coração estava inquieto, vivia perturbada e não conseguia dormir. Mesmo assim, levantava-me cedo para ir à igreja, pois dentro de mim havia vontade de buscar a Deus.
Procurei orientação com o ministro, que me ensinou a importância da dedicação diária, da flor de luz em casa, da oração constante e de acompanhar outras pessoas no caminho da fé.
A partir daí, comecei a dedicar-me com mais firmeza: ministrar Johrei, visitar casas, orar por outras pessoas e levar os ensinamentos de Deus. Mesmo com dificuldades financeiras, nunca parei.
Graças a Deus, comecei a ver mudanças: pessoas aproximaram-se, famílias passaram a frequentar a igreja comigo, e a fé foi crescendo.
Peguei num valor equivalente ao custo da medicação, fui ao retrato de Meishu-Sama, entreguei toda a situação em oração e, após alguns dias, o problema da “cabeça aberta” foi totalmente ultrapassado.
Compreendi que o Johrei purifica o espírito e restabelece a saúde, e que o donativo eleva os antepassados. Hoje, graças a Deus, não tenho mais dores.
Por tudo isso, agradeço profundamente a Deus. Aprendi que, independentemente das dificuldades, devemos confiar, orar e nunca desistir da fé.
Também compreendi, através de uma experiência espiritual, que alguns dos meus sofrimentos estavam ligados a situações do passado não resolvidas, o que fortaleceu ainda mais a minha fé.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
A todos que atentamente ouviram o meu relato de fé, o meu muito obrigada.
