“…quando as coisas não vão bem, devemos reflectir e voltar…”

5 de Setembro, 2026

“…quando as coisas não vão bem, devemos reflectir e voltar…”

MARTINHA JOÃO CELESTINO
JOHREI CENTER DO FUTUNGO
NORTE-SUL
LUANDA
ANGOLA

Sou missionária e dedico como vice-responsável desta Unidade.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a distribuição de flores e o encaminhamento à porta.

Certo dia, deixei o meu filho na creche pela manhã e mais tarde por volta das 12:00h recbi uma ligação da dona da creche, pedindo a minha presença com urgência, pois que o meu filho não estava bem. Agradeci pela purificação com um donativo e fui à busca dele. Em casa, a purificação havia acelerado, chegando ao ponto de rejeitar alimentar-se e o que mais me preoucupava era que apesar disso, não fazia febre e quando eu quisesse levá-lo ao hospital, ele dizia-me para apenas ministrar-lhe Johrei e agradecer, comportamento este que estranhei uma vez que, na altura ele tinha apenas 4 anos de idade.
Depois de cinco dias, a purificação se intensificou; comuniquei ao superior que, orientou-me a levá-lo à Unidade para receber Johrei; depois fizemos uma oração comunicando a todos os Antepassados paternos e maternos que estavam a manifestar-se naquele sofrimento, em seguida confeccionamos flores, para posteriormente fazer encaminhamento. Ao acabarmos, o menino levantou-se e disse: «Mamã vou no camamento»! Eu não entendi e ele repetiu por duas vezes, só entendendo apenas quando ele pediu-me flores e dirijiu-se para o encaminhamento; foi aí que entendi que ele queria ir ao encaminhamento; acompanhei-o e ainda fraco, começamos a distribuir flores e a encaminhar; o menino distribuiu 14 flores de luz com destaque a uma senhora que recebeu a flor com bastante gratidão e um sorriso no rosto; encaminhou uma menina e acompanhou-a para fazer oração e no final pediu um donativo para agradecer.
Chegados à casa, ele pediu comida o que espantou todo mundo, pois havia 5 dias que o menino recusava-se a comer.

Na mesma noite, tive um sonho em que aparecia muita gente a dançar e gritavam «tuapandula, tuapandula é nosso é nosso» e o meu filho estava no meio, quando me aproximei ele começou a correr e eu gritava «Gabriel! Não corre! Você está doente vais cair» e havia uma senhora logo em frente que repondeu «Deixa! Ele já passou, agora é nosso» eu perguntei «tinham duvida?» E eles responderam «sim você sabe! Hoje ele poderia partir para o Mundo Espiritual, nós é quem estávamos por detrás desta purificação, mas com esta destribuição de flores que ele fez, nós já estamos a ir embora». Ao despertar, agradeci com um donativo e quando o menino acordou, uma das primeiras coisas que disse foi «mamã vamos à Igreja».

Na Igreja, ao conversar com o meu superior, este orientou-me a fazer uma reflexão profunda, apontando que a causa possivelmente estivesse relacionada com alguma mácula passada, no que refleti que, quando estava grávida, o término da relação partiu de mim e isso causou mágoa ao meu ex- parceiro; assim, fui orientada a fazer um donativo de pedido de perdão e outro de construção do Solo Sagrado.

Hoje o meu filho goza de boa saúde, faz oração e distribui flores; ganhei a permissão de, o meu irmão matriculá-lo em um curso de inglês, sendo consagrado o melhor aluno da turma; ao sair da creche, o Gabriel pede sempre flores para ir distribuindo pelo caminho, o que levou outros meninos a despertarem e a fazerem o mesmo.

Com esta esperiência de fé, aprendi que quando as coisas não vão bem, devemos reflectir e voltar ao ponto inicial.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela oportunidade de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
A todos que ouvirem o meu relato de fé, os meus sinceros agradecimentos.

Muito obrigada.

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