Sou membro.
Conheci a Igreja Messiânica em 2014, por intermédio de um missionário, na Província de Benguela.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento, foram: mortes constantes na família e problemas de saúde. Antes de conhecer a Igreja, sofria de tensão alta. Mesmo fazendo tratamentos médicos e tradicionais, o quadro não melhorava, o que me fazia gastar elevadas somas em dinheiro. Quanto às mortes consecutivas na família, eu e o meu primo ficámos descontrolados quando perdemos o meu irmão, o meu filho, o meu tio e a minha tia, todos no mesmo ano. Diante dessa situação, decidimos procurar o culpado por tanta tragédia. Viajámos, onde o kimbandeiro disse-nos que um dos nossos primos era o culpado. Sabendo disso, fomos para a Província de Benguela, Município do Lobito, à procura de um outro kimbandeiro para se poder matar o culpado pelas mortes. Nos hospedamos em casa de um parente que, em conversa, falou que frequentava a Igreja das flores, sugerindo que a procurássemos no Município de Porto Amboim, passando-nos as coordenadas. Saliento que não demos ouvidos e seguimos, a procura do kimbanda, que para nossa surpresa, não o encontramos. Foi assim que, nos lembramos das palavras do parente, desistindo assim, daquela ideia.
Na Igreja, fui recebido pelo plantonista, que depois de me ouvir atentamente, orientou-me a cumprir as práticas básicas da Fé Messiânica. Segui as orientações sem vacilar e, em apenas um mês, o problema de saúde foi completamente solucionado; também as mortes consecutivas que assolavam a minha família cessaram. Como forma de gratidão, comecei a aprofundar nas práticas básicas. Tempos depois, recebi um comunicado sobre um processo numa Instituição, que eu há muito tempo vinha lutando sem solução. Para agradecer, depois de receber o valor respeitante a esse processo, fiz o dízimo, donativo de construção e da Outorga da Luz Divina Ohikari.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o cumprimento das orientações superiores.
No dia 18 de Setembro, recebemos a responsável do Johrei Center do Sumbe, que nos incentivou a aprofundar nas práticas básicas, como preparação para o Culto Anual às Almas dos nossos Antepassados.
O meu filho, trabalhava num talho, cujo proprietário contraiu muitas dívidas na compra de animais. Por causa dessas dívidas, o dono fugiu com a família para um outro Município. Quando os fornecedores descobriram a fuga, retiraram todos os utensílios do estabelecimento. Ao saber do ocorrido, o proprietário deduziu que o meu filho também tivesse culpa e constituiu um processo contra ele, ficando na cadeia. Quando eu soube do acontecido, entrei em pânico e fui ter com a responsável que orientou-me a agradecer a purificação e a participar de todas as actividades relacionadas a esse culto.
No dia seguinte, recebi uma ligação informando que o meu filho seria libertado e que não me preocupasse com o valor da multa, pois os colegas dele haviam juntado o dinheiro e pagaram a multa. Fiquei profundamente emocionado e agradecido. Expliquei à responsável que o meu filho havia saído e que já se encontrava em casa; de imediato, orientou-me a buscá-lo para agradecer a graça recebida e levei-o à Igreja, onde foi orientado a cumprir com as práticas básicas da fé messiânica. Desde então, nunca mais deixou de dedicar. Pouco tempo depois, a minha neta, filha desse mesmo filho, começou a sofrer com dores na bexiga havia mais de quinze dias. Fizeram de tudo, mas nada resultava. Começou a receber Johrei durante dois dias e melhorou. No entanto, no terceiro dia, enquanto fazíamos limpeza espiritual na casa do meu filho, a purificação da menina acelerou. O pai, vendo a situação, entregou tudo nas mãos de Deus e de Meishu-Sama. Eu e alguns missionários, deixamos momentaneamente as dedicações e passamos a ministrar Johrei durante quatro horas seguidas, enquanto outros continuavam na limpeza. Durante esse trabalho, foram destruídos os pratos dos espíritos e os bonecos que se encontravam ali. Logo depois, tudo o que a menina sentia desapareceu completamente, como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte, domingo, ela participou alegremente do culto.
Durante esse período, a esposa do meu filho que estava grávida, também começou a sentir dores leves de parto, acompanhadas de febre. Recebeu Johrei durante três dias. Na noite do quarto dia, as dores intensificaram-se e as febres aumentaram. O meu filho, sem saber o que fazer, pensou: Isto não é normal… será que devo procurar outros caminhos, como os quimbandas? Mas não, eu não posso fazer isso. Daqui mesmo entrego tudo nas mãos de Deus e de Meishu-Sama. Na manhã seguinte, decidiu não ir à Igreja, mas a esposa o aconselhou: Não faças isso…vai à Igreja, se a situação piorar, nós te ligamos.
Ele obedeceu e foi à Igreja. Uma hora depois, recebeu um telefonema dizendo que estavam a preparar a esposa para levá-la ao hospital. Ao contar o ocorrido para a responsável, esta orientou-o a retirar todo dinheiro que tinha nos bolsos, entregando o caso nas mãos do Supremo Deus e de Meishu-Sama; também orientou-o a fazer encaminhamento à porta da Igreja. Pouco tempo depois, recebeu nova chamada: disseram-lhe que não foi necessário levá-la ao hospital, pois ela deu à luz em casa, sem complicações e as febres desapareceram por completo. O meu filho ficou profundamente feliz e agradecido e mesmo sem ter donativo, continuou a encaminhar pessoas em sinal de gratidão. Ao regressar à casa, uma senhora perguntou-lhe admirada: o que fizeste para que a tua esposa desse à luz sem complicações? Isso não é possível! Estás a rezar mesmo de verdade! Outra senhora completou: todos nós precisamos entrar nessa igreja. Essas palavras fortaleceram ainda mais a fé do meu filho e aumentaram a sua convicção no poder do Johrei e do Messias Meishu-Sama. Atualmente, ele prepara-se para receber o Sagrado Ohikari e participou do Culto Anual às Almas dos Nossos Antepassados.
Hoje, muitas pessoas do bairro chamam-no de “pastor da Igreja das flores” e, através desse milagre, toda a nossa família foi encaminhada para a fé messiânica.
Mesmo sendo membro, a minha esposa, tornou-se alcoólatra, chegando ao ponto de tirar a cesta básica para trocar por bebida. Se eu me descuidasse um pouco, deixando a pasta ou a carteira em algum lugar, ela tirava o dinheiro para comprar bebidas; dormia e acordava bêbada. Senti-me num beco sem saída. Já não aguentava mais e não sabia o que fazer. Disse eu à responsável: já não sei o que fazer com a minha esposa, ela precisa ir para a casa da família, para verem essa situação. Estou cansado… os 15 kg de fuba que compramos ontem, ela já trocou por bebida. A responsável aprofundou o caso comigo e percebeu que eu nunca havia feito o Sorei Saishi das linhagens e dos pais da minha esposa. Ela perguntou se, na família dela, havia alguém que tivesse passado pelo mesmo sofrimento. A minha esposa contou que o avô materno havia falecido com o mesmo problema. Ao ouvir isso, a responsável orientou-me a fazer o Sorei Saishi das quatro linhagens, dos avós e dos pais da minha esposa. Recebi essa orientação com muita gratidão e a cumpri com sinceridade. Desde que regularizei o Sorei Saishi da minha esposa, ela deixou completamente o vício, nunca mais bebeu. Hoje, vivemos muito felizes. Ela voltou a dedicar-se à Igreja, fez o seu donativo, preencheu o formulário e juntos participamos do Culto Anual às Almas dos Nossos Antepassados, na Sede Central de África.
Com esta experiência de fé, aprendi que, quando confiamos verdadeiramente os nossos problemas a Deus e a Meishu-Sama, cumprindo as orientações recebidas, seremos felizes.
O meu compromisso, é de aprofundar cada vez mais, nas práticas básicas, orientadas.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigado!
