Resido no município de Belas, bairro das Tendas, sou membro e dedico na Liturgia da Sede Central.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja, foram: doenças, conflitos e dificuldades financeiras, que foram ultrapassados por meio do cumprimento das práticas básicas orientadas.
Na altura, como forma de retribuir as graças recebidas, materializei o donativo de outorga, tornando-me membro para melhor servir nesta Obra Divina.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a proteção Divina.
Certo dia, o meu esposo, ao sair do serviço em direção à nossa casa, sofreu um acidente de motorizada. Segundo ele, momentos antes do embate entre as duas motas, sentiu como se alguém o tivesse retirado da moto e colocado suavemente no chão. Ele permaneceu de pé, apenas assistindo as motorizadas colidirem entre si, sem ter sofrido qualquer ferimento.
Ainda tremendo pelo susto, ligou-me imediatamente para relatar o ocorrido. Naquele instante, orientei-o a materializar um donativo de gratidão pela protecção recebida.
Em Outubro do ano passado, viajei para a província do Kwanza Sul, onde o meu esposo se encontra a trabalhar. Como preparação para o Culto Anual às Almas dos Antepassados, passei a cuidar de um frequentador com problemas mentais, por orientação da responsável local. Convidei também o meu esposo a participar do culto e ele aceitou.
De realçar que, todos os anos, era eu quem preenchia os formulários de participação. Porém, neste ano, ele chamou-me e disse:
“Lúcia, perdoa-me! Tenho tido sonhos repetidos durante três dias, onde me dizem: “És o representante e chefe da tua casa, por isso o teu nome tem que constar na lista e não o da tua esposa. É por isso que estamos todos aqui.”
No dia seguinte, ele tirou cópias dos formulários, preencheu cuidadosamente, colocando o nome de todos os espíritos em ordem e enviou-os via WhatsApp para Luanda.
Poucos dias antes do culto, fez alguns gastos e disse-me que não teria condições financeiras para viajar até Luanda, cedendo-me o dinheiro da passagem. Quando a nossa filha mais velha soube que o pai não viria por falta de recursos, surpreendeu-nos com uma transferência, permitindo que ele também participasse.
Graças ao Supremo Deus e ao Messias Meishu-Sama, tivemos a grande permissão de assistir juntos, o Culto dos Antepassados. O frequentador do Kwanza Sul, que cuidei conforme orientação, também teve a permissão de participar.
Aprendi com esta experiência de fé que, quando fazemos tudo com amor e gratidão, os milagres acontecem naturalmente.
Materializo todos os meus donativos regularmente, tenho a horta caseira e peregrino aos locais de maior luz da nossa Igreja.
Cuido de três casas de frequentadores, com um total de 10 pessoas. Uma das jovens que acompanho vivia sérios conflitos com a cunhada e ambas não se falavam. Orientei-a às práticas básicas da fé messiânica, que ela cumpriu com sinceridade. Em pouco tempo, as duas se reconciliaram, pediram perdão uma à outra em lágrimas e fizeram as pazes.
O meu compromisso, é continuar a empenhar-me nesta grandiosa Obra de Salvação, aumentar o meu amor altruísta e encaminhar mais pessoas para este caminho de luz.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigada!
