Sou membro e dedico como auxiliar do Sanguetsu desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em 2017, por intermédio do meu cunhado.
Tudo começou em 2017, quando de repente acordei e estava sem força nos pés e nos braços. Também sentia muita dor na coluna e um grande aquecimento nas costas, decidindo fazer uma consulta no hospital. Na primeira consulta receitaram-me alguns medicamentos e cumpri com a medicação, mas não resultou, as dores continuavam da mesma forma.
Decidi voltar novamente ao hospital para marcar outra consulta. Os médicos ficaram muito admirados e um deles disse-me: “Mãe, nós vamos passar outra receita, mas se as dores não passarem, não volta aqui. Procure outros caminhos.”
Tempos depois, lembrei-me do convite que o meu cunhado me havia feito anteriormente.
Naquele dia, eu havia recusado, mas como as dores aumentaram de forma muito intensa, achei melhor ir ao encontro dele, para pedir o endereço da Igreja. Ele ficou muito feliz e explicou-me onde a Igreja estava localizada, ministrando-me Johrei naquele momento.
No dia seguinte, por volta das 5h00 da manhã, fui rapidamente à Igreja, sendo a primeira pessoa a chegar. O irmão que tinha a chave da Igreja, ao encontrar-me tão cedo, ficou admirado com a minha presença, saudou-me e fez-me entrar. Participei da dedicação das 6 horas e do culto matinal. Passei o dia todo recebendo Johrei. Por volta das 18h00, voltei para casa e, desde aquele dia, comecei a frequentar a Igreja. Graças a Deus, com o recebimento de Johrei, a distribuição de flores e o encaminhamento de outras pessoas à fé, tudo aquilo que me assolava passou por completo. Como gratidão, tornei-me membro para cumprir a minha missão.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a prática do donativo de esforço máximo.
Com o tempo, comecei a enfraquecer nas dedicações. Já não distribuía flores, nem participava nas marchas. Depois notei que o meu sofrimento começou a aumentar.Tenho um empreendimento de salão de beleza, mas todas as funcionárias que eu contratava, no início aceitavam o contrato, porém, depois de algum tempo, desistiam sem dar nenhuma satisfação.
Eu questionava-me: “Meu Deus, já não tenho emprego, não tenho sorte nesta vida. Faço de tudo um pouco, mas nada dá certo. Acho que agora não conseguirei materializar os donativos.”
Decidi então materializar apenas o donativo diário e com isso entrei em lamúria. O meu esposo também deixou de frequentar ativamente a Igreja e não se interessava mais em exercer nenhuma actividade.
Certo dia, estava a conversar com ele sobre as dedicações, quando ele olhou para mim e disse com muita arrogância: “Olha, a partir de hoje, eu já não voltarei mais à Igreja Messiânica, decidi voltar para a minha antiga religião”.
Naquele momento, fiquei muito triste; O meu marido deixou de ministrar Johrei na família. Então fui ao retrato e conversei com o Messias. Fiz o compromisso de materializar um donativo de pedido de perdão aos Antepassados do meu esposo, que se manifestavam através daquela purificação.
Certa vez, recebemos a visita da ministra no Johrei Center. Na palestra, ela falou sobre a importância do donativo de esforço máximo. Aquela orientação tocou-me profundamente.
Ao regressar à casa, fui ao retrato do Messias Meishu-Sama, fiz um donativo e agradeci do fundo do coração por aquela palestra.
Semanas depois, ganhamos a permissão de ir ao Centro de Aprimoramento para fazer plantão. Por coincidência, encontrei a ministra a entrevistar os fiéis e também ganhei a permissão de ser entrevistada. Aproveitei para falar de todo o sofrimento que estava a passar com a minha família. Após ouvir-me, ela orientou-me urgentemente a falar com o Messias no altar. Assim fiz, e naquele momento senti-me aliviada.
Quando cheguei à casa, como tinha um valor do meu empreendimento guardado, achei por bem separá-lo. Fui à Igreja e materializei o donativo de esforço máximo. No momento em que o fiz, senti um grande alívio e uma grande felicidade.
As graças não se fizeram esperar:
Semanas depois, recebi o telefonema de uma jovem que precisava de emprego como cabeleireira. No dia seguinte ela chegou, passou na entrevista e no mesmo dia começou a trabalhar. Os clientes começaram a multiplicar-se, algo que não acontecia no passado.
O meu esposo pagou-me também o curso de condução. Quando chegou à casa disse-me: “Mulher, amanhã vai à escola de condução. Já paguei.”
Olhei para ele, dirigi-me ao altar e gritei: “Muito obrigada, Meishu-Sama!”
No dia seguinte, apresentei-me na escola de condução, onde fiz o curso durante três meses. O meu esposo, que já não queria saber da Igreja, voltou a dedicar com frequência.
Graças a Deus, a purificação que assolava a nossa família foi ultrapassada. Como gratidão, materializei um donativo. Hoje, a ministração de Johrei, voltou a fazer parte da nossa família.
Também ganhei força para materializar o donativo de contribuição para o futuro Johrei Center do Elavoco.
Com esta experiência de fé, aprendi que quando servimos com sinceridade, recebemos graças.
Faço o dízimo, cuido de 3 pessoas, sendo uma membro, duas frequentadoras e tenho a horta caseira.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigada!
