Sou frequentadora e dedico como encarregada das experiências de fé desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em Janeiro de 2005, por intermédio dos meus pais, membros da nossa Igreja.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: Doenças e maus sonhos.
Como uma pessoa normal, desempenhava as minhas tarefas diárias, mas chegou uma altura, em que tudo se complicou; a doença tomou conta de mim, pois de dois em dois meses, tinha que ser submetida a medicação, porque a febre tifoide, a gastrite e o paludismo, eram uma constante.
Em Outubro de 2024, fiquei tão doente, que sentia que estava a perder a vida. A minha barriga inflamou, não conseguia defecar e nem transpirar por cerca de 1 mês, situação que me levou a abandonar a Universidade em vésperas de provas, pois a medicação já não fazia efeito. Os meus pais, preocupados, decidiram levar-me à Igreja; lá, fui recebida pela responsável que depois de ouvir-me atentamente, orientou-me as seguintes práticas básicas:
- Receber 10 Johrei por dia;
- Ler os ensinamentos de Meishu-Sama;
- Manter a flor de luz em casa;
- Peregrinar aos locais de maior luz da nossa Igreja.
No dia seguinte, ganhei a permissão de peregrinar ao Solo Sagrado de África.
Ao cumprir com as orintações, o meu quadro clínico melhorou e as dores já não eram frequentes; sentia-me diferente, ao ponto das colegas na Universidade me elogiarem todos os dias dizendo “estás muito linda, a tua pele está muito lisa, qual é o segredo? Que creme estás a usar”? Eu respondia: É do Johrei, um dia desses, vos levo na fonte desse creme; elas riam e diziam: “Vocês sulanas sabem muito”.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a ingratidão.
Depois de algum tempo, eu não conseguia conciliar as dedicações com a vida política e a Universidade, deixando sempre as dedicações de lado; Não participava dos cultos, não fazia oração das 06h nem das 21h e os meus pais só me olhavam, até que certo dia, eu voltei a purificar, mas com uma dor que antes nunca senti (dor de ouvido), sendo 3 dias de dores intensas; o meu pai prescreveu-me uma receita, mas não resultava, em seguida ele perguntou: “Tens dedicado? Tens feito oração no retrato”? Ao que respondi que não; ele disse: então já sabes o que tens que fazer!
Em seguida, o pai orientou aos meus irmãos mais novos para ministrarem-me Johrei durante duas horas. No dia seguinte, acordei melhor que antes e fui dedicar no banheiro da Sede Central; horas depois, a inflamação que tinha no ouvido rebentou, saindo secreções; depois liguei ao meu pai que orientou-me a fazer um donativo de gratidão e no dia seguinte continuar com a mesma dedicação; fiz esse exercício durante três dias e houve melhorias significativas.
Depois disso, fiz uma reflexão profunda, decidindo voltar ao ponto inicial e reassumir o meu compromisso com Deus.
Voltei a dedicar e como resultado, ganhei a permissão de receber a tarefa de encarregada das experiências fé.
Permitam-me relatar as seguintes graças recebidas:
Nas minhas actividades políticas, tive a permissão de ser nomeada ao cargo de Secretária Executiva da Associação em que eu faço parte, a nível do Município do Camama, sendo destacada como uma das jovens líderes mais dinâmica e proativa da Associação.
No final de Janeiro, enquanto decorria as segundas provas parcelares na Universidade, saiu um comunicado de que quem não tivesse a propina regularizada, não poderia fazer as provas, mas mesmo assim eu me mantinha calada, continuava na sala e fazia as provas; comuniquei ao pai que regularizou a situação, mas o problema é que eu já havia feito 4 provas com propina por pagar. Dias depois, surgiu outro comunicado, dizendo que todo o estudante que fez as provas sem ter pago a propina, as provas foram anuladas e que iam directamente para o recurso. Eu disse , meu Deus, onde vou tirar 40.000kz para pagar esses recursos? Não tenho coragm de falar isso ao pai, pois ele já fez o sacrifício de pagar a propina com multa. O que faço?
Num dia de Quinta-feira, acordei engripada com muita dor de cabeça, decidi não ir á escola, mas também não quis ficar em casa deitada; foi daí que, tive a ideia de ir à Nave, tendo o responsável me mandado ir marchar; dentro de mim disse: “Meu Deus, com esse sol todo, eu não me sinto bem para marchar, depois não tem nenhuma irmã para ir comigo, eu não conheço as casas dos membros, nunca marchei sozinha”… no mesmo instante apareceu uma irmã e eu aceitei o desafio; marchamos das 10h às 14h, voltamos à Nave, agradecemos e fomos para casa.
Dia seguinte, acordei melhor e fui para a escola; lá, os colegas, estavam todos felizes, pois as suas notas estavam no sistema e muitos deles dispensaram a maioria das cadeiras. Um dos professores me disse: “Estás a fazer o quê aqui? Vai consultar as tuas notas, eu disse, não tenho ânimo para isso, professor, eu fiz as provas sem ter a propina regularizada e a direção disse que as provas, foram anuladas. O professor respondeu: Você tem pouca fé, vai consultar o teu sistema; lá encontrei todas as notas no sistema e com 3 cadeiras eliminadas directamente. A única coisa que eu fiz, foi ter gritado graças a Deus e uma colega disse: você venera muito esse teu Deus, eu disse sim, por tudo que ele faz na minha vida, seria ingrata se não o venerasse! Tão logo saí da Universidade, passei na nave e materializei um donativo de gratidão pela graça recebida.
Aprendi que, quando somos obedientes e cumprimos com as orientções passadas pelos nossos superiores, os milagres acontecem de forma inesperada.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, por me terem guiado a este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
