Sou membro e dedico como auxiliar do Grupo Terra nesta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica por intermédio dos meus pais, membros da nossa Igreja.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram doenças, nomeadamente, paludismo e malária, que com o cumprimento das orientações superiores, tudo foi ultrapassado. Como gratidão, anos depois tornei-me membro, para melhor servir nesta Obra Divina.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a ingratidão.
Após me tornar membro, acompanhava meus pais à Igreja e com apenas 7 anos de idade, participava dos desafios de oração e visitava as casas dos fiéis. Aos 12 anos, após o meu irmão menor partir para o mundo espiritual, ele que era o meu companheiro em todas as activiadades religiosas, muito triste e desmotivado, pensei no seguinte: se Meishu-Sama é o Messias, porque não salvou o meu irmão? Com isso, enfraqueci nas dedicações e parei de frequentar a Igreja.
Sempre que os meus pais me convidassem para participar de alguma actividade na Igreja, eu rejeitava e só aparecia para assistir os Cultos Mensais. O tempo foi passando e aos 15 anos, como consequência, perdi o meu Ohikari.
Em Junho do ano passado, comecei a repurificar com malária, doença que me levou a conhecer a Igreja, só que dessa vez, com maior intensidade e por conta disso, não dizia coisa com coisa. Os meus pais, preocupados, ligaram para o responsável, tendo este orientado a fazermos um donativo para agradecer a purificação e a receber Johrei. Depois fomos ao hospital. Como sou estudante de análises clínicas, três dias antes do acontecimento, estava a estagiar no mesmo hospital para onde fui levado; lá, o doutor não me reconheceu, dizendo que eu deveria ser transferido para um outro hospital; só depois de um colega ter dito o meu nome e que eu era estagiário, ele ficou admirado, pois não me estava a reconhecer, perguntando como é que, em tão pouco tempo, eu ficara naquele estado.
Fiquei internado durante três dias e nessa fase, ia recebendo assistência religiosa; recuperei a memória e recebi alta. Mesmo em casa, continuei a receber Johrei; duas semanas depois, fiz a defesa e tudo correu muito bem, algo que admirou a minha família porque pensavam que no estado em que eu me encontrava, não iria conseguir. Com isso, fiquei muito feliz e nasceu em mim, o sentimento de gratidão a Deus e ao Messias Meishu-Sama, reassumindo novamente o meu compromisso.
Inicialmente, comecei a participar das atividades dos jovens da região, nos Cultos Mensais da Sede Central e Cultos na Unidade.
Após a defesa, fiquei um ano em casa, porque os meus pais não tinham recursos para custear a minha faculdade; essa situação deixava-me aborrecido, achando que eles eram os culpados. Certo dia, após o culto dominical, fui atendido pelo superior, que ouviu atentamente as minhas dificuldades e em seguida orientou-me a dedicar diariamente com esforço físico na construção do nosso futuro Johrei Center, como ajudante do mestre. Depois, recebi a graça de alguns valores monetários, de onde tirei o dízimo e o donativo de construção.
Com o empenho nas dedicações, recebi as seguintes graças:
– Ganhei a permissão de ter um emprego, que me facilita custear a minha faculdade; abri a ficha para a outorga da minha irmã.
– Hoje, o meu estado de saúde está muito melhor.
Como gratidão, materializei um donativo.
Aprendi que, quando recebemos as orientações e as cumprimos com obediência, tudo acontece de acordo com a vontade Divina.
O meu compromisso, é de aprofundar na dor e no sofrimento das outras pessoas.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigado!
