Tenho 40 anos de idade, sou membro e dedico como encarregada do Sohrei Saishi.
Conheci a Igreja Messiânica em 2015, por intermédio da minha prima.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: Doenças, conflitos e mortes constantes na família.
Com o cumprimento das orientações recebidas, em menos de três meses, a maior parte das dificuldades que me assolavam, foram ultrapassadas.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o donativo de construção e o dízimo.
Após tornar-me membro, encaminhei também a minha filha mais velha que depois se afastou, metendo-se em más companhias, não querendo ouvir conselhos e já nem me respeitava, chegando a ameaçar-me que iria bater-me.
Muito amargurada e sem saber o que fazer, decidi conversar com o meu superior que, orientou-me a agradecer a purificação. Depois de receber a tarefa de encarregada do Sorei Saishi e fruto do meu empenho, com o passar do tempo, a minha filha naturalmente decidiu abandonar os comportamentos negativos que tinha, facto que deixou-me bastante feliz.
Depois, ela acabou indo para uma outra igreja e passado algum tempo, começou a purificar com fortes dores do estômago; os irmãos daquela igreja visitavam-na e faziam orações, mas sem melhorias satisfatórias; ela, vendo que seu estado a cada dia piorava, pediu que me chamassem para lhe ministrar Johrei. No dia seguinte, fui pedir orientação ao meu superior, que orientou-me a fazer o Nico do Altar do Lar de forma regular e a fazer um donativo. Na altura, eu tinha apenas 100 kz, mas o meu superior disse-me que não importava o valor; após materializar o donativo, a minha filha começou a vomitar bastante; depois de alguns instantes, manifestou um espírito dizendo: “Nós somos os teus Antepassados paternos e estamos com fome, como você deixou de dedicar há muito tempo, viemos saber se você também consegue ficar muito tempo sem comer; por isso, é que nos sentamos no teu estômago e essa dor que você está a sentir agora é a mesma que nós estamos a sentir aqui, se você um dia sair mais da igreja, nós vamos te levar connosco”!.. Despediram-se e foram-se embora. Depois dessa manifestação, ela voltou a dedicar e mudou completamente de comportamento.
Ela hoje tem uma vida estável, vive com o noivo, que já encaminhou e têm 2 filhos. Na sua segunda gestação, houve muitas complicações no momento do parto e no hospital onde se encontrava, diziam que ela não podia ter um parto normal, era necessário fazer uma cesariana porque o bebé não se encontrava numa boa posição; aí mesmo no hospital, peguei em todo o dinheiro que carregava e comecei a orar, até as pessoas ao redor perguntavam se eu estava a ficar maluca e mesmo assim eu continuava a orar.
Momentos depois, uma doutora mandou-me chamar e disse para eu levar a minha filha para um outro hospital. Durante o percurso, o bebé mudou de posição e nem chegamos à sala de parto, pois a minha filha já havia dado à luz com um parto normal, no chão do hospital. Para agradecer, materializei novamente um donativo de gratidão.
Uma outra experiência, está relacionada com a Protecção Divina. No mês de Fevereiro do ano em curso, o meu segundo filho que também se havia afastado da Igreja, apareceu em casa, trazendo o dízimo e o donativo de construção, dizendo que era da mesada que o pai lhe havia dado. Depois oramos juntos, peguei nos donativos e levei à Igreja no dia seguinte. Nesse mesmo dia, enquanto eu me encontrava na Igreja, ligaram para mim informando que meu filho havia sido agredido no carnaval. Procurei saber qual o motivo da agressão, informaram-me que ele tinha ido ajudar uma senhora que gritava “gatuno, gatuno”, ao que de seguida apareceram 6 jovens com catanas, facas, bisturis e lâminas, começando a agredi-lo; um deles tentou atingir-lhe com a faca no coração, acabando por levar apenas um corte na testa, deixando-o desmaiado. Posta no hospital, encontrei-o fora de perigo.
Ele, sem entender o que havia acontecido, explicou-me que só queria ajudar, mas foi confundido com o gatuno. Havia perdido o telemóvel, a pasta com os cadernos e o resto que nela havia. Apenas lhe disse que devíamos agradecer pela vida que é o bem mais precioso, pois as outras coisas conseguem-se com o tempo. Depois de agradecer, um dos seus colegas bateu a porta e para nossa surpresa, entrou com a pasta e todos os pertences do meu filho, que ficou muito emocionado. Ele percebeu que Meishu-Sama é realmente o Messias esperado pela humanidade e ainda percebeu que foi graças ao donativo que ele havia feito que recebeu a proteção Divina, pois ele não viu onde tirou forças para lutar com aqueles jovens. Hoje meu filho dedica, faz donativos, cuida do Altar do lar e está muito focado na leitura dos ensinamentos, o que me tem deixado muito feliz.
Desde que me tornei membro, tenho vindo a acompanhar vários casos e tem sido uma grande satisfação para mim, quando as pessoas saem dos sofrimentos que lhes assola.
Um caso que muito me marcou, é o da minha sobrinha que há muito tempo frequentou a igreja mas que, sem motivos aparentes deixou; já não queria saber do Johrei e nem das outras práticas da Igreja. Certo dia ligou para mim, dizendo que não estavam bem de saúde pois o seu filho de 4 anos de idade, não falava e não dormia com facilidade; a minha sobrinha para tentar amenizar o sofrimento do filho, dava-lhe um telefone e ele ficava brincando das 21 às 4h00 da manhã sem dormir, apenas mexendo no telefone.
Ao ouvir aquilo, peguei num balde com flores e fui à casa dela. Lá, fiz oração e a vivência da flor com a família e logo a seguir, comecei a ministrar Johrei no menino. Uma hora depois, a criança levantou-se e foi em direção à janela na tentativa de pular; graças a Deus que estávamos atentos e imediatamente a puxamos, pois vivem num terceiro andar e se caísse, seria outro problema para a família. Depois de alguns minutos, manifestou o espírito da sua Avó, dizendo que a criança se encontrava naquele estado, porque estava a ser possuída pelo espírito de uma cobra que não lhe permitia falar e nem dormir em condições nesses quatro anos.
Após esse relato, aprofundei na ministração de Johrei acompanhado de orações e a criança começou a apresentar comportamento e movimentos como se fosse cobra. Depois de algum tempo, o espírito da Avó manifestou-se novamente, dizendo que a partir daquela data, o espírito negativo sairia do corpo da criança e nunca mais a incomodaria. Foi assim que, essa criança de 4 anos, recuperou e repentinamente falou a palavra mamã deixando todos admirados, pois desde que nasceu nunca havia pronunciado nem sequer uma palavra; continuei a ministrar Johrei, ele adormeceu o que deixou mais uma vez a mãe admirada, pois tal como disse, antes era uma criança que não conseguia dormir.
No dia seguinte, voltei novamente e a mãe emocionada, disse que ela voltou a dormir normalmente, que até já fica preocupada, pois está a dormir demais, inclusive começou a falar de forma normal até já chama todos de casa e fala como se fosse alguém que já vem falando há muito tempo, o que tem deixado a mãe muito emocionada.
A mesma agradeceu com um donativo, recebe Johrei e de vez em quando faz os seus donativos.
Com essas experiências de fé, aprendi mais uma vez que, quando nos ligamos a Deus e cumprimos com as práticas básicas da Igreja, principalmente no que toca ao donativo de gratidão, somos salvos e protegidos por Deus. Assim, pude uma vez mais, confirmar que Meishu-Sama é realmente o Messias esperado pela humanidade.
Já encaminhei mais de 30 pessoas, das quais, 8 tornaram-se membros. Destes, 4 estão a dedicar ativamente e estão a notar mudanças significativas nas suas vidas.
O meu compromisso, é de continuar a servir neste caminho, aprofundando cada vez mais na dor e no sofrimento de outras pessoas.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigada!
