Helena Marta Calumbo Mufege

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Chamo-me Helena Marta Calumbo Mufege, tenho 25 anos de idade e dedico como assistente do grupo terra no Johrei Center do Maculusso, em Luanda.

Conheci a Igreja Messiânica Mundial em 2007 por intermédio da minha tia, que já era membro. Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram doenças, conflitos familiares, conjugais e desemprego.

Durante três anos, eu enfrentava conflitos com a minha tia. Tudo começou depois de minha mãe passar para o Mundo Espiritual, quando minha tia apoderou-se da casa da minha mãe. Houve desentendimento entre nós e deixamos de nos relacionar, e essa situação trazia muito sofrimento para mim. Foi neste ambiente de sofrimento que conheci a Igreja e o Johrei. No Johrei Center, fui recebida pelo plantonista, que me orientou o seguinte:

  • Receber 10 Johrei por dia;
  • Manter a flor de luz em casa;
  • Fazer donativo diário;
  • Assistir aos cultos.

Tive alguma dificuldade, mas consegui cumprir com essas orientações. Passado algum tempo, comecei a notar mudanças e, como gratidão, materializei o donativo de outorga e tornei-me membro em 2009 para melhor servir a Obra Divina.

A experiência que passo a relatar aos senhores está relacionada com a prática de ser o número 1 na felicidade do nosso próximo.

Desde o fim do ano passado até o mês de fevereiro deste ano, vivi sérios momentos de grande turbulência não só na minha vida, mas também na vida dos meus irmãos mais novos, que convivem comigo. O que me inquietava eram minhas más atitudes, pensamentos negativos e desemprego. No que diz respeito aos meus irmãos, os rapazes, que no princípio mostravam comportamento exemplar, passaram a ter atitudes desviantes. A minha irmã mais nova, de tantos conflitos com o meu cunhado, saiu da sua casa e juntou-se a nós, e sentia dores constantes do peito que lhe impossibilitavam dormir à noite.

Eu também tinha dificuldades financeiras e não estava a conseguir pagar o aluguel da casa onde moramos. Eu não via saída, e comecei a lamuriar e fazer perguntas a Deus e ao Messias Meishu-Sama: “Senhor! Que mal eu fiz para merecer este castigo?”, “Por que as outras pessoas e suas famílias prosperam, enquanto eu e a minha família não?”. Certo dia, procurei o meu superior na igreja para desabafar tudo que sentia. Depois de me ouvir, disse-me que o caminho para sermos felizes junto com nossa família, é tornarmo-nos úteis a Deus, levando a felicidade para o maior número de pessoas. Disse-me ainda que as condições para eu e minha família sermos prósperos já estão criadas, e basta como encarregada de Jovens, preocupar-me primeiro com a salvação deles! Além disso, ele me contou sua experiência de fé sobre quando era também encarregado do grupo terra.

Logo, fiz a programação de visitas nas casas de jovens e de frequentadores, e também comecei a orar por todos eles. Para meu espanto, a lamúria, o desespero e a preocupação quanto ao meu futuro e dos meus irmãos, desapareceram. Na medida em que ia entrevistando as pessoas, visitando as casas de jovens, fazendo limpezas, hortas caseiras e ministrando mais de dez Johrei por dia, fui despertando e notei que apesar de todas as dificuldades que passo, existem muitas pessoas que estão em situação pior. Constatei ainda que muitas pessoas precisam do meu constante empenho, para que possam sair do inferno em que elas se encontram.

Com essas práticas, várias mudanças começaram a ocorrer em minha vida e na de meus irmãos. Minha irmã ganhou a permissão de fazer a reflexão profunda, reassumiu seu compromisso com as práticas básicas, e voltou a fazer plantão na nave. Assim, a dor que sentia no peito desapareceu, e tem tido sono tranquilo.

Além disso, ganhei força juntamente com todos os jovens para fazer o plantão nas terças e sextas-feiras no Johrei Center. No dia 8 de março, tive a permissão de outorgar duas pessoas.

Com a ajuda de minha tia, conseguimos alugar outra casa a um preço razoável, e minha irmã conseguiu um emprego. Como gratidão, fiz um donativo.

Aprendi com essas experiências que temos de ouvir e cumprir com amor as orientações de nossos superiores, que o Messias Meishu-Sama nos dá por intermédio deles.

Pratico o dízimo, donativo de construção, e já encaminhei mais de 15 pessoas à igreja, das quais duas são membros. Cuido de três casas de membros e uma de frequentador, e peregrino aos locais de maior luz. Comprometo-me em participar na formação de 100 mil membros convictos até a inauguração da segunda etapa da escola agrícola, e peregrinar aos Solos Sagrados do Brasil e Japão.

Agradeço a Deus, Meishu-Sama e aos meus Antepassados pela permissão de conhecer este caminho da salvação. Aos ministros, responsáveis, membros e frequentadores que me têm dado o apoio espiritual, os meus agradecimentos.

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Luanda, aos 25 de Março de 2015.

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