Culto Mensal de Gratidão de Dezembro
01/12/2024
Saudação do Presidente da Igreja Messiânica Mundial de África
Reverendo Claudio Cristiano Leal Pinheiro
Bom dia a todos!
Todos estão a passar bem?
Parabéns pelo Culto Mensal do mês de dezembro, parabéns a todos.
Quero agradecer do fundo do coração pela presença de todos, essa recepção tão carinhosa, pelo esforço sincero de todos em prol da expansão da Obra Divina por todo o nosso querido continente africano, na Rússia, em Cuba. Em particular, o esforço maravilhoso que todos fizeram para realizarmos o nosso Culto Mensal, acumulado com o Culto Anual dos Antepassados, no último dia 2 de novembro, aqui na Sede, nos outros países de África, e o esforço que está sendo feito para realizarmos o nosso Culto do Natalício, para agradecermos o nascimento do Messias Meishu-Sama, que vai ser realizado aqui na Sede Central, no próximo dia 22 de dezembro. No dia 23, que é o dia do nascimento de Meishu-Sama, vai ser feito nas unidades religiosas.
Eu queria pedir uma salva de palmas para os nossos caravanistas, que vieram da República Democrática do Congo. É um esforço muito grande. Depois de muito tempo, estamos tendo a permissão de tê-los aqui. Depois da pandemia, é a primeira caravana do nosso querido país vizinho que vem aqui. Eles vieram buscar força na Sede Central e também trazer muita força para nós, através do exemplo de dedicação, de amor, do esforço que eles estão fazendo para levar Meishu-Sama não só à capital, Kinshasa, mas já estamos em várias províncias da República Democrática do Congo. Dias atrás, entronizamos as imagens de Deus e Meishu-Sama no nosso primeiro Johrei Center em Lubumbashi, que é no leste do Congo. Parabéns aos nossos irmãos congoleses por todo esse esforço.
Quero também pedir uma salva de palmas para todos os caravanistas das províncias que estão aqui hoje. Sejam bem-vindos à Sede Central. Eu soube que vieram poucos das províncias,que eles estão preparando para dobrar o número no dia 22. É isso mesmo? É isso mesmo? Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama.
Esse mês de novembro foram muitas as atividades que realizamos. Realizamos o Culto de 33 anos de fundação, de chegada do nosso saudoso presidente, o Reverendo Francisco, aqui para começar a nossa igreja em Angola, no dia 11 de novembro. Ele veio no dia 11 de novembro de 1991, e foi feito esse Culto, como fazemos todos os anos.
Eu estive, depois de quase oito anos, tive a permissão de retornar à República do Benin. Lá no Benin, cheguei, o ministro Jaime tinha ido antes para fazer a preparação. Ele fez o Culto dos Antepassados e prepararam para podermos inaugurar o primeiro Johrei Center construído pelos membros do Benin. Inauguramos, parabéns para eles por esse grande passo da difusão mundial.
Eu cheguei lá numa sexta-feira. Nós entronizamos as imagens na sexta de noite. No dia seguinte, sábado, inauguramos esse Johrei Center do Ngodjê. Tinha duzentas e poucas pessoas que participaram da cerimônia, a maioria frequentadores, e primeira vez. Depois do Culto de Inauguração, fizemos uma marcha de Johrei. A nave estava lotada. Tiveram que montar uma nave na rua, com tendas, para poder também continuar a ministração de Johrei do lado de fora. E, no dia seguinte, nós fizemos a cerimônia de outorga no outro Johrei Center, que está em construção e é três vezes maior do que o que foi inaugurado. Esse outro Johrei Center fica um pouco mais afastado da cidade de Cotonou, uma área um pouco mais afastada, mas também está sendo construído pelas mãos dos nossos membros. Vai servir como uma sede provisória.
Nesse dia, tivemos mais de trezentos participantes nesse culto, e quarenta e seis pessoas receberam o Ohikari nesse dia, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama. Eu fiquei muito emocionado com o respeito que eles têm por Meishu-Sama. Nesse dia da outorga, quando eu cheguei, me assustei que estava muita gente na estrada indo para o Johrei Center. Eu via muita gente com o bubu branco, todo de branco. Eu falei assim, “Ô Jaime, mas o que é isso?” Ele: “Não, para a outorga, a maioria vai estar com a roupa branca para simbolizar o batismo deles de receber o Ohikari.” Então, foi muito bonita a nave. Dos quarenta e seis novos membros, uns quarenta e dois, eu acho, estavam cada um com seu bubu, mas todo branco. O respeito deles para receber o Ohikari, os milagres que Meishu-Sama tem operado na vida deles.
Ali, a crença nas tradições é muito mais forte do que a gente aqui. Mas o interessante é que eles estão vendo a força do Messias Meishu-Sama através do Johrei, através da flor, através da Agricultura Natural. Isso é que está fazendo a nossa igreja ter uma grande expansão ali na República do Benin. Eles estão muito motivados para, no ano que vem, também retomarem as caravanas aqui para a nossa Sede Central de África e poderem peregrinar também para os Solos Sagrados do Japão.
Depois, eu estive em Moçambique, onde entronizamos as imagens de Deus e Meishu-Sama no nosso polo agrícola de Marracuene. Nós temos esse polo há exatamente dezoito anos. Só agora tivemos permissão de construir uma nave muito bonita e entronizar as imagens de Deus e Meishu-Sama para podermos avançar mais ainda com a expansão da Agricultura Natural Messiânica.
Vocês gostaram das experiências de fé que ouvimos hoje? Mais uma salva de palmas para os nossos dois irmãos. Duas experiências muito marcantes que eu gostaria que vocês preocupassem depois em ler, estudar com calma. A primeira experiência do nosso irmão Santa Rosa, ele como agrônomo, a sinceridade dele de querer levar Meishu-Sama para o mundo através da Agricultura Natural.
No ensinamento “Concretização da Verdade”, Meishu-Sama fala que o verdadeiro objetivo da religião é a concretização da verdade. O quê que é “concretização da verdade?” Tornar a verdade algo concreto, materializar a verdade. Esse que é o verdadeiro objetivo da religião.
O problema é que, até então, as religiões vinham acreditando em pseudo-verdades, falsas verdades. Mas Meishu-Sama veio nos trazer a verdade e concretizar a verdade. Concretizar, principalmente Ele fala, através da prática do Johrei, através da prática da Agricultura Natural, da prática do belo e da construção dos Solos Sagrados.
Cada vez que nós praticamos o Johrei, praticamos o belo, tendo contato com a arte de alto nível, levando a flor para alguém, cada vez que nós praticamos a Agricultura Natural ensinada por Meishu-Sama e cada vez que nós participamos da construção de um protótipo de um Solo Sagrado, nós estamos sendo utilizados por Meishu-Sama para concretizar a verdade. Por isso que gera saúde, prosperidade e paz através dessa prática. A construção do Paraíso Terrestre se torna possível, é algo concreto, não é algo utópico para quando chegarmos, depois de morrer, chegar no paraíso, não.
A construção do paraíso é algo concreto porque Meishu-Sama, como Messias esperado pela humanidade, nos utiliza para concretizar a verdade por meio das três colunas da salvação e por meio da construção do Solo Sagrado. Então, por isso que o nosso irmão, quando ele começou a praticar a agricultura, o próprio padre viu o resultado na sua fazenda, na fazenda da Igreja Católica. O empresário também viu o resultado e eles abraçaram e estão dando continuidade, como os pequenos agricultores que começaram também a praticar, como Meishu-Sama fala, e começaram a ver os resultados nas suas lavras. É muito importante nós abraçarmos as três colunas que Meishu-Sama nos deixou e participarmos também da construção do Solo Sagrado do Cacuaco. Nós podemos ver que tudo que está ligado com Meishu-Sama gera luz, gera resultado quando nós praticamos da forma que Ele nos orienta.
Eu achei bem significativo que hoje, dia um de dezembro, no nosso Solo Sagrado de Atami, onde está a nossa Sede Geral no Japão, foi feito o Culto Mensal de Gratidão alusivo à coluna da Agricultura Natural. Lá também foi realizada a experiência sobre a agricultura e hoje aqui na África, coincidentemente, tivemos a permissão de ser relatada essa experiência mostrando que nós precisamos abraçar as três colunas que Meishu-Sama deixou.
Recentemente, não sei se chegou na mídia de Angola, dos outros países, tivemos uma tragédia na África do Sul. Várias lojas – seria tipo lojas dos bairros, pequenos armazéns – milhares de pessoas foram intoxicadas, na verdade, foram envenenadas, e algumas dezenas morreram, principalmente crianças. Quando o governo foi fazer uma investigação profunda da causa, o que foi a causa: essas lojas vendem de tudo, igual as nossas lojas dos bairros, os armazéns, e eles vendem também, junto com a comida e outros objetos, eles vendem também um veneno para matar ratos. Mas esse veneno que eles estavam a vender é um agrotóxico muito forte, que quando aplica mata os ratos também. Mas eles guardaram esse agrotóxico junto com os alimentos e aí contaminou os alimentos. Infelizmente, dezenas de pessoas morreram. Para vocês verem, um agrotóxico teve contato com o alimento, encostou, matou muita gente.
Nós ingerimos esses agrotóxicos todos os dias através dos alimentos produzidos pela agricultura convencional. Por isso que nós vemos doenças hoje em crianças e jovens que nós só víamos nos nossos avós e, às vezes, nem nos nossos avós. Por isso que é tão importante a prática da agricultura que Meishu-Sama nos ensinou, junto com o Johrei, junto com a prática do belo, junto com a construção do Solo Sagrado de Cacuaco.
A experiência da nossa irmã Antónia, de Malanje, ela mostrou como o Johrei mudou a vida dela, do seu filho. Como, através do donativo de construção do Solo Sagrado, eles conseguiram também desenvolver prosperidade material. E a parte final da experiência dela, que é interessante: quando seu filho estava na UTI, sem os rins funcionarem há uma semana e já tendo feito duas transfusões de sangue, mesmo ela sendo tão dedicada, ela falou com o responsável e ela renovou o compromisso dela de cuidar da Rede da Salvação. Depois que ela renovou esse compromisso, o filho já não precisou da terceira transfusão de sangue, já começou a melhorar, teve alta e voltou à sua vida normal.
O que significa isso? Ela renovou o compromisso com Deus e Meishu-Sama de salvar vidas. Isso é que salvou a vida do filho dela. A dedicação de preparação para o Culto dos Antepassados, as 173 flores que ela distribuiu, serviram para proteger ela e a família dessa purificação e a renovação do compromisso dela de salvar vidas é que mudou o destino do filho dela.
Não vamos esperar acontecer algo trágico para nós despertarmos para a nossa missão. Não vamos nos desviar do objetivo pelo qual cada um de nós recebeu o Ohikari, que é salvar pessoas. Nós precisamos preocupar e levar Meishu-Sama para as pessoas. Não entrem em conversas inúteis, intrigas, fofocas. Não esqueçam de onde Meishu-Sama vos tirou. Nós precisamos manter a gratidão no nosso coração e focar no nosso objetivo, porque existe muita gente que tem missão de nos desviar do nosso objetivo, nos tirar do ponto vital. Nós precisamos estar atentos. Por que é que Meishu-Sama salvou minha vida, salvou a vida da minha família? Para eu poder fazer a mesma coisa por outras pessoas.
Nós ouvimos o ensinamento hoje, quando Meishu-Sama abriu o seu coração e falou da época que Ele era ateu, que Ele era descrente, que Ele não acreditava em Deus. Mas, mesmo sem acreditar em Deus, Meishu-Sama nos mostrou uma característica da Sua maneira de pensar, que Ele trouxe desde a juventude, que era praticar o bem sem esperar recompensa de ninguém. Ele não ajudava alguém pensando “o que eu vou ganhar com isso,” trocar favor. Ele praticava o bem porque Ele achava que cada ser humano deveria procurar melhorar a vida do seu próximo e da sociedade. Isso é o que norteou Meishu-Sama desde Sua juventude e serviu de base para quando Ele chegou depois no fundo do poço, perdeu essa primeira esposa, perdeu os filhos, perdeu os negócios. Ele começou a buscar porque que é que sofria e aí que Ele começou a despertar para a existência de Deus. Mas essa característica de Meishu-Sama, de preocupar em servir Seu próximo e o mundo, de sentir a dor do outro, o que é que eu posso fazer para melhorar a vida de alguém, todos nós precisamos copiar.
Nós estamos nos preparando agora para o Natalício de Meishu-Sama. Vamos levar a flor, convidar as pessoas e vamos fazer essa reflexão: o que é que eu plantei durante o ano de 2024, quantas pessoas que eu encaminhei para Meishu-Sama, quantas pessoas que eu estou cuidando, que eu estou ensinando a trilhar esse caminho de construção do Paraíso Terrestre, quantas que eu vou fazer no ano de 2025? Meishu-Sama, o Senhor pode contar comigo para participar da construção do paraíso, construção do Solo Sagrado do Cacuaco, formação de pessoas úteis, de novos membros.
O que vai nos proteger durante esse aumento da purificação é cada um ser útil a Deus na construção do paraíso, na salvação da humanidade. Vamos utilizar a vida que Meishu-Sama nos concedeu para salvar vidas. Não utilizem a vida que receberam de Deus de forma leviana, para destruir, para difamar, para levar sofrimento para a vida das outras pessoas. Chegou a hora dessa separação do joio e do trigo. Quem está preocupado com a felicidade do próximo e do mundo e está se empenhando nisso é que consegue ter maior proteção nessa fase de grandes tribulações que a humanidade está a viver. Nós temos uma grande permissão: já conhecemos Meishu-Sama, temos o Ohikari, temos os ensinamentos. O que precisamos é renovar e honrar o nosso compromisso com Meishu-Sama na construção do paraíso, na salvação da humanidade.
Isso que eu queria passar para todos hoje. Mais uma vez, muito obrigado, feliz mês de dezembro para todos e estaremos juntos aqui no próximo dia 22, no Culto do Natalício para agradecermos pelo nascimento do Messias Meishu-Sama, Messias esperado pela humanidade há milhares e milhares de anos.
Muito obrigado, feliz Dezembro para todos nós!
Muito obrigado!